sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

6 anos! É muito ou pouco tempo?

Lembra daquelas perguntas infantis: quanto tempo o tempo tem? Quanto tempo o tempo dura? Ou o que é o tempo?

Hoje a gente sabe que os segundos, num piscar se transformam em minutos, horas, dias, meses e finalmente anos. Mas quando a gente ama, perdemos completamente a noção de quanto o tempo passa. Aí, nos perguntamos, quanto tempo tem o tempo de verdade? Estou a 6 anos amando a mesma pessoa, que me conquistou de tal forma que agora nem consigo pensar em como conseguir viver sem! Amor é assim, começa não sabemos aonde e termina ninguém sabe quando. Quando alguém souber, por favor, me explique à matemática para explicar o cálculo das horas enquanto se ama.

Quem me conhece sabe muito bem essa história. Quando o conheci, estava numa fase nada com nada na vida, era estagiária da monitoria do CNA – Campos Sales, no auge da meninice, das minhas maiores loucuras (não que eu não continue fazendo) e bagunças (idem). Na época, para ganhar uma graninha a mais aceitei fazer panfletagem com a roupa mais brega disponível no mercado. Consegue me imaginar toda de amarelo, com uma peruca Black Power na cabeça e entregando balas, réguas e colantes nos semáforos, bares, shoppings, etc? Não, eu não tenho nenhuma foto do momento, é só recordação mesmo. (Amém). Como ele mesmo diz, eu mais parecia uma palhacinha.  Quando o vi saindo do Shopping Santa Úrsula, focalizei o alvo....rs... não podia perder a oportunidade... e fui logo oferecendo uma bala, puxando papo e o convidando para conhecer a escola.
Sim sem vergonha nenhuma na cara...rs... A sorte é que tínhamos um amigo em comum, uma ótima desculpa para ele aparecer no CNA e trocar uma idéia comigo. A tonta aqui, quando ele foi lá, nem deu muita moral e meu amigo me infernizou horrores por causa disso. Depois esse amigo passou meu telefone para o ele, começamos a conversar, saímos uma, duas, três e não conseguimos mais parar de "conversar". Nesse domingo vamos completar 6 anos, não consigo acreditar... kkk
Durante esse tempo, passamos por muitas alegria,  tristeza também e perrengues que não dá nem para classificar. Não sou uma pessoa muito fácil, minhas irmãs brincam que se não for ele não será mais ninguém. Por isso obrigado por me aguentar...

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Vocês viram essa? É chique ser sustentável

Pesquisa mostra que consumidores em todo o mundo valorizam cada vez mais marcas associadas a boas causas sociais ou ambientais

Os valores dos consumidores estão mudando em todo o mundo, e isso tem se refletido em seu comportamento diante dos produtos, das marcas e das empresas. “Há uma nova tendência, e espero que não seja passageira: as causas sociais são a nova forma de status”, declara Mitch Markson, diretor global de Criatividade e Consumo da agência de Relações Públicas Edelman.

Markson fez essa afirmação durante a apresentação, em São Paulo, da terceira edição da pesquisa Good Purpose, realizada pela Edelman em dez países (Alemanha, Brasil, Canadá, China, Estados Unidos, França, Índia, Inglaterra, Itália e Japão). O estudo é realizado anualmente com o objetivo de saber como as ações de responsabilidade social e ambiental afetam os negócios das empresas. A pesquisa ouviu cerca de 6000 pessoas entre 18 e 64 anos — consumidores comuns, e não líderes de opinião. O resultado (em inglês) pode ser visto aqui.

Uma das mudanças de valores mais significativas é que encontrar felicidade em consumir parece fazer parte do passado. “Agora, mais é menos”, diz Markson, baseado nos dados da pesquisa. “Apenas 16% dos consumidores ouvidos neste ano disseram encontrar satisfação em fazer compras. No ano passado, eram 25%. Entre os consumidores brasileiros, a diferença é ainda maior: 29% disseram encontrar satisfação em ir às compras em 2008, enquanto este ano foram apenas 14%”, revela Markson.

Causas sociais e ambientais motivam o consumidor

Entre as maiores preocupações dos consumidores, tanto no Brasil quanto no mundo, estão: proteger o meio ambiente, aumentar a qualidade dos serviços de saúde, reduzir a pobreza, amenizar a fome e a falta de moradia e que todos tenham oportunidades iguais na educação.

Muitos dados da pesquisa mostram que os consumidores reconhecem as boas causas e estão dispostos a apoiar as marcas e empresas que as praticam. Eis a síntese de alguns números, que revelam duas tendências: as porcentagens de resposta positiva são invariavelmente superiores às do ano passado, e os índices brasileiros são sempre mais altos que a média mundial:

- 81% dos consumidores brasileiros recomendariam uma marca que apóia uma boa causa (média mundial: 64%).

- 82% dos consumidores brasileiros ajudariam uma marca a promover seus produtos se houvesse uma boa causa por trás deles (média mundial: 59%).

- Entre dois produtos com preço e qualidade semelhantes, 71% dos consumidores brasileiros escolhem um deles pela causa social (média mundial: 43%). O segundo fator que pesa na escolha, no Brasil, é design e inovação, com 18% (média mundial: 34%).

- 75% dos consumidores brasileiros disseram ter comprado, no último ano, um produto de uma marca que apóia uma boa causa, mesmo que não fosse o mais barato (média mundial: 61%)

- Se o preço não fosse um fator determinante, 80% dos consumidores brasileiros prefeririam um carro híbrido, e apenas 20%, um carro de luxo (médias mundiais: 67% e 33%, respectivamente); 79% iriam preferir uma casa ambientalmente correta, e 21%, uma casa grande (médias mundiais: 70% e 30%, respectivamente).

- 76% dos brasileiros têm uma opinião melhor sobre empresas que integram as boas causas aos seus negócios, independentemente dos motivos pelos quais o fazem (média mundial: 59%).

- 89% dos consumidores brasileiros dizem esperar que as marcas façam algo para apoiar uma boa causa (média mundial: 64%)

- 75% dos brasileiros procuram marcas que façam mais do que apenas oferecer um bom produto ou serviço (média mundial: 58%)

- 86% dos consumidores brasileiros querem que as marcas os ajudem a fazer uma diferença positiva no mundo (média mundial: 63%).

- 83% dos brasileiros mudariam de marca se outra marca, de qualidade semelhante, apoiasse uma boa causa (média mundial: 67%)

- 67% das pessoas no Brasil conhecem marcas que apóiam boas causas por meio de seus produtos e serviços. Em 2008, esse número era de 50%

De acordo com Mitch Markson, os brasileiros revelaram-se os mais otimistas e os que demonstraram mais compaixão entre os consumidores ouvidos na pesquisa; os japoneses foram os mais céticos. No Brasil, 64% disseram estar pessoalmente envolvidos no apoio a uma boa causa, enquanto a média mundial foi 52%.

Um número tão acima da média talvez seja explicado pelo conceito abrangente de “boa causa” compreendido pelos brasileiros, segundo Letícia Lyra, diretora de Consumo e Saúde da Edelman Brasil. “Os brasileiros consideram como envolvimento em boas causas não só ações como trabalho voluntário, mas até a doação de dinheiro ou de uma cesta básica”, afirma Letícia. “Mas, os dados mostram que os brasileiros têm vontade de se engajar em alguma causa, e comprar um produto que apóie uma causa social talvez seja reflexo disso.”

Eles falam, mas eles fazem?

Índices tão altos de sensibilidade a causas sociais e ambientais, tanto no Brasil como no mundo, geram uma dúvida: os consumidores não estariam simplesmente declarando os valores em que acreditam, e não seu comportamento? Em outras palavras, disseram o que gostariam de fazer quando vão às compras, e não o que realmente fazem? Muitas pesquisas sobre o comportamento do consumidor, como algumas do Instituto Akatu, mostram que existe essa distância entre falar e fazer. Além disso, há pouca informação disponível ao consumidor sobre os atributos de sustentabilidade dos produtos, mostrando quais seus impactos sociais e ambientais positivos, tornando difícil transformar a intenção em atitude.

Para Mitch Markson, esses índices altos devem ser compreendidos como uma “janela”. “Certamente há uma porcentagem dessas pessoas que falam, mas não fazem”, acredita. “Mesmo assim, esses índices são bastante significativos.” Um dos dados da pesquisa Good Purpose mostra que pelo menos a preocupação com os temas da sustentabilidade já chegou ao cotidiano das pessoas. No Brasil, 78% declararam sentir que está se tornando cada vez mais inaceitável, em sua comunidade, não se esforçar para mostrar preocupação com o meio ambiente ou para ter um estilo de vida mais saudável.

Em relação à falta de informações sobre os produtos, Markson ressalta que ela é real, mas não determinante: “para apoiar as boas causas sociais e ambientais, o consumidor faz sua escolha baseado na marca, e não no produto”. Ele destaca, entretanto, que há uma enorme oportunidade para que as informações sobre os impactos sociais e ambientais do produto sejam destacados. “Os consumidores têm de ser lembrados o tempo todo sobre os atributos do produto, desde a publicidade até o ponto de venda. Dessa forma, podem ter mais ação na hora da compra, transformando valores em atitude”, acredita Markson.

A nova era da Responsabilidade Social Mútua

Diante da postura dos consumidores revelada pela Good Purpose 2009, Mitch Markson avalia que a grande pergunta para as empresas é: “como dar mais sentido à experiência de compra?” Uma das conclusões da pesquisa é que o consumidor espera que as marcas tenham um papel cada vez maior no envolvimento com questões sociais e que as empresas dêem cada vez mais atenção tanto aos seus negócios como às necessidades da sociedade.

Markson acredita que a Responsabilidade Social Empresarial deve agora se tornar a Responsabilidade Social Mútua. “No passado, a Responsabilidade Social Empresarial dizia como as empresas tinham de fazer o bem. Agora, a Responsabilidade Social Mútua é sobre o que podemos fazer juntos — empresas, marcas, consumidores, governos”, explica. “Não se trata de assinar um cheque, mas de ter um compromisso permanente e sustentável transformando-se em uma relação entre empresas e consumidores.”

Além de assumir esses compromissos, as empresas devem contar isso ao consumidor: 81% dos brasileiros não vêem problema se as empresas fizerem propaganda de suas causas sociais. “Mas, as empresas devem compartilhar o que estão fazendo, e não se gabar”, enfatiza Markson. “Se fizerem isso de maneira sustentável, terão a aprovação dos consumidores. Se fizerem apenas por ‘marketing verde’, não terão.”

Fonte: Fátima Cardoso, do Instituto Akatu

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Vítima de ataque de soluços há três anos opera cérebro

Um homem britânico que soluçava havia três anos está se recuperando nesta segunda-feira de uma cirurgia para remover um tumor cerebral.
Christopher Sands passou por uma operação que retirou 60% de um tumor que os médicos acreditam ser a causa do soluço constante.
O tumor foi revelado quando Sands passou por um exame de ressonância magnética para um programa japonês de televisão.
Sands, que tem 25 anos e vive em Timberland, na região de Lincolnshire, na Inglaterra, espera que a cirurgia cure seu problema.

Valor cômico
Ele começou a soluçar em dezembro de 2006. Inicialmente, o soluço durou duas semanas, mas voltou quatro meses depois.
Por causa do soluço constante, Sands tinha dificuldades para comer e dormir.
No início, os médicos pensaram que o paciente sofria de refluxo ácido, causado por problemas na válvula cárdia, que separa o estômago do esôfago e tem a função de reter os alimentos e evitar a regurgitação.
Mas, depois que foi levado ao Japão em agosto, Sands descobriu que tinha um tumor no cérebro.
Sands disse que, apesar dos sérios efeitos do problema, ele conseguia ver o lado engraçado de ter soluço por tanto tempo.
“Eu sempre penso, mesmo quando estava na pior parte, que era definitivamente engraçado que eu tive soluço por tanto tempo”, disse.
“E mesmo quando descobri que tinha um tumor e estava no hospital, eu ainda ria para mim mesmo”, afirmou Sands. “O lado cômico disso me mantinha feliz.”
Segundo a mãe dele, Chris, Sands se recupera bem.
“Apesar de não ter recuperado seu padrão de sono e de ainda ter coisas acontecendo em seu corpo – e os médicos explicaram a ele que teria sensações estranhas e que as coisas não voltariam logo ao normal – você pode vê-lo chegando lá gradualmente”, disse ela.
“Ele não está correndo para vomitar no banheiro toda vez que come algo.

Christopher Sands começou a soluçar sem parar em 2006

Fonte: BBC Brasil




quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Presenteando pai e mãe

No dia 24 de dezembro, antes dos nossos convidados chegarem finalmente entregamos o presente de Natal para os meus pais. Por mim apressada como sou entregaria antes, mas como somos em quatro entregamos juntos.
Estávamos apreensivos, afinal o anti-Papai Noel deixou todo mundo com aquele humor e ânimo.

Quando sentamos os dois no sofá e entregamos as fotos nos porta-retatos eles ficaram com aquelas caras. Minha mãe nem preciso dizer que caiu no choro, meu pai já foi ligando para o meu tio para pegar a furadeira.

Foi muito bom!

O Anti-Papai Noel

O dia 23 de dezembro tinha tudo para terminar de uma maneira mais do que especial. Afinal, era o último dia de trabalho, depois ficaria em recesso até o dia 04 de janeiro, depois do expediente fui buscar as fotos impressas para o presente surpresa para os meus pais e ainda comemorei o apartamento e o primeiro mês de casamento da Déborah até alta horas.
 
Quando chegamos em casa nos deparamos um uma cena no mínimo esquisita, quando fomos abrir o portão eis que meu pai surge com um cara de preocupado e sem falar nada com a gente vai até a esquina e fica lá olhando a escuridão.
 
Ao entrarmos em casa começamos a entender. O anti-Papai Noel nos visitou, e "ganhou de presente" um notebook e um "notebote", uma mochila da minha irmã com alguns pares de sapato.
 
Acredito que o pior desta história toda foi saber pelos policiais militares o quão fraco é o patrulhamento no meu bairro. Uma viatura para cobrir uma média de 45 bairros e a maioria dos chamados é sobre brigas de casais. Não houve investigação detalhada e os polícias não ficaram meia hora em casa. Sabe quando estamos com alguma dor e vamos ao médico, somos examinados rápidamente e o mesmo diz: "Não se preocupe é só uma virose!", quando ouvi: "É um bandidinho de ocasião" fiquei preocupada, são seres assim que assassinam inocentes nas ruas em busca de um troco.
 
Está na hora do mundo acordar, uma viatura para 45 bairro... hello!
 
 

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Não sei vocês, mas o clima natalino e de final de ano ainda não me pegou

Pela cidade luzes, trânsito, loucuras para estacionar nos shoppings e centros da cidade e muita, muita gente comprando. Não vou dizer que não comprei o bichinho das compras sempre me pega, comprei um chinelo para o “mor” e duas raquetes de frescobol.

As festas de Natal e Ano Novo serão na minha casa e lá, acreditem se quiser, não tem ainda nenhum sinal de decoração típica da época, sem árvore de natal ou luzes piscas-piscas, resumindo acho que não estamos muito mais com paciência de fazer nos preocupar com este tipo de coisas.

Estamos muito preocupados com o cardápio da noite, bebidas e quem estará presente ou não. A reunião familiar acontece em quase todos os meses do ano, alguns parentes são mais presentes e outros quando aparecem é praticamente um milagre.

O espírito natalino com certeza irá aparecer na noite tão esperada pelos pequenos, provavelmente quando a minha avó começar a sua oração pontualmente a meia-noite e agradecer a presença e a união de todos. Esse é sempre um momento especial. Quando um ou outro faz piadinhas sobre o ano que passou ou sobre algum acontecimento atual e brincam com a vó antes dela começar.

Estou esperando 2010 com muita expectativa profissional e pessoal. Quero algumas mudanças e outras mesmices. Não estou fazendo aquelas listas, não tenho mais que me prometer passar sem recuperação ou não brigar mais com fulano ou cicrano. Espero, talvez, voltar alguns velhos e bons hábitos como pedalar mais e com certeza vou fotografar mais.

Seja aqui ou entre Oiapoque e Chuí continuarei buscando melhorar no jornalismo e amando as pessoas especiais da minha vida e os novos amigos que conquistei este ano e nos anos passados.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Que Ribeirão Preto é essa??

Amo a minha cidade, mas nos últimos dias estou com uma mistura de vergonha e orgulho de ter nascido e morar aqui. Duas barbáries aconteceram nos últimos dias.

 

A primeira foi os estudantes de medicina que atacaram covardemente um cidadão, este preconceito aterrador justamente de pessoas que escolheram como profissão trabalhar com a vida do outro, não importando etnia ou posição social.

 

E o outro caso de um lojista que alegou ter colocado fogo na calçada para eliminar o cheiro de urina, só que na ação um morado de rua acabou tendo algumas partes do corpo queimadas.

 

Será que alguém pode parar o mundo, eu quero descer.

 

A sociedade está sim cada dia mais sem valores. A vida do próximo não vale mais nada, o que vale é apenas o nosso umbigo e as nossas vontades.

 

Os bons exemplos são poucos e quando acontece a mídia joga tanto confete que a gente acaba se repugnando de ouvir os fatos novamente, como o caso da moradora de rua em São Paulo que salvou uma criança de ser violentada sexualmente.

 

O programa Mais Você voltou ao assunto novamente mostrando a mãe, a filha da garota de três anos e os amigos que moram ou moravam - não sabemos o que vai acontecer nos próximos capítulos - com ela debaixo de um viaduto.

 

Sim, a sociedade e a próxima geração precisam de bons exemplos, mas não desta maneira. Acho que a abordagem deveria ser outra, mas quem sou eu. Sem tanta pompa para aumentar o IBOPE.

 

Vou apenas rezar para que outros exemplos como este surjam em nossa cidade, muita gente faz bons trabalhos comunitários e não tem o devido reconhecimento. Espero também uma boa punição para esses seres, nem sei como classificá-los. Quero ver como a justiça vai puni-los.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

I want a universe of my own

Se tudo o que eu quisesse com vontade fosse realmente meu, como seria triste o meu desbravar neste mundo louco e insano que gira, gira e gira e muda sempre.
Quisesse eu que o mundo parasse de girar!
Será que ele me obedeceria?
 

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Exposição temporária do Museu Prudente de Moraes objetos que transformaram épocas

O Museu Prudente de Moraes, instituição pertencente à rede de museus da Secretaria de Estado da Cultura no interior, administrada em convênio com a ACAM Portinari, realiza a mostra “Modernidade - Transformações de uma Época” até fevereiro de 2010, em Piracicaba. Ao todo, são 36 peças, como máquinas de escrever e de fotografia, taquígrafos, telégrafos, vitrolas e bússolas, que retratam a modernidade e chamam atenção para a revolução nos costumes e nos padrões da sociedade provocadas no momento em que foram criadas, estabelecendo novas relações pessoais e de trabalho.

Na exposição, o visitante terá a oportunidade de relembrar alguns itens que fizeram parte de seu cotidiano e que hoje se tornaram obsoletos, além de encontrar objetos curiosos, dos quais há muito tempo não se ouvia falar. Entre as peças expostas no museu, está a precursora da calculadora que se conhece hoje. Parecida com a engrenagem de um relógio, a calculadora manual datada de 1912 auxiliava no resultado de operações matemáticas. Entre os itens mais antigos, está uma máquina de escrever de 1894.

A intenção da exposição é mostrar que essas transformações trouxeram acessibilidade e praticidade para o cotidiano, mas, de certa forma, tornaram o homem dependente do aparato tecnológico para realizar atividades corriqueiras. De acordo com o museu, a exposição ganha destaque por envolver um público de todas as idades e colocar o museu como uma das opções de lazer para as férias em família, proporcionando diversão e cultura por meio de curiosidades e reflexões sobre objetos que marcaram a história da sociedade.

Exposição
“Modernidade – Transformações de uma Época”
Período: até 02/2010
Local: Museu Histórico e Pedagógico Prudente de Moraes
(rua Santo Antonio, 641, centro – Piracicaba - SP)
Horário: de terça a domingo, das 9h às 17h
Informações: (19) 3422-3069
Entrada: gratuita

(Fonte: Ana Lígia Vasconcellos)






Enquanto algumas pessoas viajam outras aviajam







EU SOU CONTRA O ATO MÉDICO!

Projeto que define atividades privativas dos médicos tramita na CCJ

Está tramitando na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) o substitutivo da Câmara ao Projeto de Lei do Senado (PLS) 268/02 que define as atividades privativas dos médicos e as que podem ser realizadas por outros profissionais da área de saúde. O projeto é objeto de enquete da Agência Senado, que poderá ser respondida até o final do mês de dezembro, e vem mobilizando entidades profissionais da área de saúde. Em oito dias, a consulta já tinha recebido mais de 100 mil votos.

Conhecido como ato médico e considerado polêmico, o projeto elenca 15 atividades privativas dos médicos, entre as quais a formulação do diagnóstico nosológico (que classifica as doenças), com a respectiva prescrição terapêutica, e a emissão de atestado sobre condições de saúde, doenças e possíveis sequelas.

De acordo com a proposição aprovada pela Câmara em outubro último, não são atividades privativas dos médicos os diagnósticos psicológico, nutricional e socioambiental, bem como as avaliações comportamentais e da capacidade mental, sensorial, perceptocognitiva e psicomotora.

Histórico da tramitação

O projeto original data de 2001 e foi aprovado no Senado em 2005, de autoria do então senador Benicio Sampaio. Houve outro projeto (PLS 25/02) tratando do ato médico, de autoria do então senador Geraldo Althoff, cuja tramitação foi longa e polêmica no Senado, chegando a ser aprovado sob a forma de substitutivo pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS).

No trajeto até o Plenário do Senado, a proposta do ato médico foi incorporando, entretanto, várias alterações, após audiências públicas promovidas com profissionais da área de saúde e negociações desses setores com os parlamentares. O Plenário acabou aprovando o PLS 268/02, que agora volta sob a forma de substitutivo e tem como relator na CCJ o senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE). Após ser examinado pela CCJ, o substitutivo será votado ainda na CAS para, somente então, ser apreciado pelo Plenário.

O substitutivo da Câmara mantém as principais definições do texto aprovado no Senado. Além das atividades privativas dos médicos, a proposta determina que somente esses profissionais podem exercer a direção e a chefia de serviços médicos, bem como a coordenação e supervisão de trabalhos relacionados com suas áreas de atuação, tais como perícias e auditorias.

O ensino de disciplinas especificamente médicas e a coordenação dos cursos de graduação em medicina também só podem ser atividades exercidas por médicos. Da mesma forma, os programas de residência médica e os cursos de pós-graduação específicos para médicos só podem ser exercidos por esses profissionais.

As alterações feitas pela Câmara tornaram o texto mais claro, segundo o relator da matéria na Comissão de Seguridade da Casa, deputado Eleuses Paiva (DEM-SP). Uma delas determinou, por exemplo, que o médico desenvolverá suas atividades em áreas de reabilitação. O texto aprovado no Senado citava "reabilitação dos enfermos e portadores de deficiência".

O relator também suprimiu o termo deficiência do rol de condições que podem ser atestadas pelos médicos. Para Paiva, a proposta não impõe limite a qualquer profissão. Já o relator da matéria na Comissão de Educação e Cultura da Câmara, deputado Lobbe Neto (PSDB-SP), diz que o texto provoca uma tutela dos médicos sobre outras profissões da área de saúde. Ele cita a manutenção pelos deputados do texto que define a emissão de diagnósticos citopatológicos como atividade privativa dos médicos.

Atividades privativas

Segundo o projeto, o médico desenvolverá suas ações profissionais para a promoção, proteção e recuperação da saúde, bem como para a prevenção, o diagnóstico e o tratamento das doenças. Deverá ainda dedicar-se à reabilitação dos enfermos e portadores de deficiência. Quando integrar uma equipe de saúde para assistir a uma pessoa ou a coletividade, o médico deverá atuar em mútua colaboração com os demais profissionais de saúde que integram essa equipe.

Além do diagnóstico, com a respectiva prescrição terapêutica, e emissão de atestado de saúde, são as seguintes as atividades privativas do médico:

- indicação e execução de cirurgia e prescrição dos cuidados médicos pré e pós-operatórios;

- indicação e execução de procedimentos invasivos, sejam diagnósticos, terapêuticos ou estéticos, incluindo os acessos vasculares profundos, as biópsias e as endoscopias;

- intubação traqueal;

- coordenação da estratégia ventilatória inicial para a ventilação mecânica invasiva, bem como as mudanças necessárias diante das intercorrências clínicas e do programa de interrupção da ventilação mecânica invasiva, incluindo a desintubação traqueal;

- execução da sedação profunda, bloqueios anestésicos e anestesia geral;

- emissão de laudo dos exames endoscópicos e de imagem e dos procedimentos diagnósticos invasivos;

- emissão dos diagnósticos anatomopatológicos e citopatológicos;

- indicação do uso de órteses e próteses, exceto as órteses de uso temporário;

- prescrição de órteses e próteses oftalmológicas;

- determinação do prognóstico relativo ao diagnóstico nosológico;

- indicação de internação e alta médica nos serviços de atenção à saúde;

- realização de perícia médica e exames médico-legais, excetuados os exames laboratoriais de análises clínicas, toxicológicas, genéticas e de biologia molecular;

- atestação do óbito, exceto em casos de morte natural em localidades em que não haja médico.

Segundo o projeto, todos os procedimentos privativos dos médicos não se aplicam ao exercício da odontologia, no âmbito de sua área de atuação.

Atividades não privativas

O texto do substitutivo também elenca nove atividades que não são privativas dos médicos. São elas:

- aplicação de injeções subcutâneas, intradérmicas, intramusculares e intravenosas, de acordo com a prescrição médica;

- caracterização nasofaringeana, orotraqueal, esofágica, gástrica, enteral, anal, vesical e venosa periférica, de acordo com a prescrição médica;

- aspiração nasofaringeana ou orotraqueal;

- punções venosa e arterial periféricas, de acordo com a prescrição médica;

- realização de curativo com desbridamento (retirada de tecido desvitalizado ou de corpo estranho de uma ferida) até o limite do tecido subcutâneo, sem a necessidade de tratamento cirúrgico;

- atendimento à pessoa sob risco de morte iminente;

- realização de exames citopatológicos e seus respectivos laudos;

- coleta de material biológico para realização de análises clínicas e laboratoriais;

- procedimentos realizados através de orifícios naturais em estruturas anatômicas, visando à recuperação física e funcional e não comprometendo a estrutura celular e tecidual.

De acordo com o projeto, são resguardadas as competências específicas das profissões de assistente social, biólogo, biomédico, enfermeiro, farmacêutico, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, nutricionista, profissional de educação física, psicólogo, terapeuta ocupacional e técnico, tecnólogo de radiologia e outras profissões correlatas que vierem a ser regulamentadas.

Helena Daltro Pontual / Agência Senado
(Agência Senado)

Calcinha Preta

A mulher deu um aviso ao marido:
 - De agora em diante só vou dormir de calcinha preta.
O marido surpreso pergunta...
- Calcinha preta???...
 
 
Ela rebate:
- Lógico!!! Pinto morto, Perereca de luto!!!

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Jornalistas e vendedores de anúncios ficam mais próximos em redações reestruturadas

A linha que separava jornalistas de vendedores de anúncios parecia estar bem demarcada: repórteres e editores trabalhavam com notícias, enquanto o pessoal de vendas se ocupava dos negócios. Essa linha, contudo, parece estar se apagando.

Executivos do jornal americano Dallas Mornig News passaram boa parte da última semana esclarecendo sua nova reestruturação. Na nova redação do Dallas Morning News, noticia o New York Times, alguns editores se reportem diretamente a executivos de fora da redação, e cuja função está concentrada no monitoramento de venda de publicidade. Jim Moroney, diretor do Mornig News, explica ao Dallas Observer: "Nossos conteúdos não estão à venda".

Por outro lado, a editora de língua espanhola ImpreMedia planeja realizar cursos de especialização de quatro semanas, no começo de 2010, em suas redações de Nova York (no El Diario de La Prensa) e em Los Angeles (no La Opinión). A empresa capacitará blogueiros de ambas a cidades para que ajudem no desenvolvimento do jornalismo "hipelocal".

A ImpreMedia chama o curso de "Laboratórios de Jornalismo Eletrônico de Imprensa Comunitária", e a companhia também diz que dará treinamento em vendas para os blogueiros, além de criar "acordos de negócios mutuamente favoráveis".
 

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Obrigado...

Recebi esse email da querida Talita e tinha que mostrar para todo mundo!
 
MEUS AMIGOS, MUITO OBRIGADO PELAS 4512 CORRENTES QUE ME FORAM ENVIADAS ATÉ AGORA!!!
NESTE ANO, GRAÇAS A ELAS, TOMEI ALGUMAS ATITUDES QUE MUDARAM MINHA VIDA:

1. JÁ NÃO SACO DINHEIRO EM CAIXA ELETRÔNICO
PORQUE VÃO ME COLAR UM ADESIVO AMARELO OU JOGAR UMA LINHA NO MEU OMBRO E QUANDO EU DOBRAR A ESQUINA VÃO ME ROUBAR;
2. JÁ NÃO TOMO COCA-COLA PORQUE ME AVISARAM QUE SERVE PRA LIMPAR MÁRMORE E QUE UM CARA CAIU NO TANQUE DA FÁBRICA
E FICOU TOTALMENTE CORROÍDO;

3. NÃO VOU AO CINEMA COM MEDO DE SENTAR
NUMA AGULHA CONTAMINADA COM O VÍRUS DA AIDS;
4. ESTOU COMO UMA INHACA DE GAMBÁ VIOLENTA
PORQUE DESODORANTE CAUSA CÂNCER DE MAMA;

5. NÃO ESTACIONO O CARRO EM SHOPPING CENTER
COM MEDO DE CHEIRAR PERFUME E SER SEQÜESTRADO;

6. NÃO ATENDO MEU CELULAR COM MEDO
QUE ALGUÉM PEÇA PARA DIGITAR 55533216450123=T4RH2
E EU TENHA QUE PAGAR UMA FORTUNA DE LIGAÇÃO PARA O IRÃ, OU ENTÃO OUÇA UM ANALFABETO DIZER QUE SEQUESTROU MINHA FILHA ENQUANTO UM OUTRO ANALFABETO BANDIDO FICA GRITANDO QUE NEM VIADO…..AI PAI, AI PAI;

7. NÃO COMO MAIS BIGMAC POIS É TUDO FEITO
COM CARNE DE MINHOCA COM ANABOLIZANTE;

8. NÃO COMO MAIS CARNE DE FRANGO, CHESTER E  NEM VOU NO KFC
POIS OS FRANGOS FORAM ALTERADOS GENETICAMENTE, TOMAM HORMÔNIOS FEMININOS E TÊM SEIS ASAS, OITO COXAS E NÃO TÊM BICO, PENAS NEM CABEÇA;

9. NÃO SAIO COM MAIS NINGUÉM
PORQUE TENHO MEDO DE ACORDAR
NA BANHEIRA CHEIO DE GELO
E SEM MEUS RINS;

10. REFRIGERANTE EM LATA, NEM PENSAR!!!
TENHO MEDO DE MORRER DE LEPTOSPIROSE DO MIJO DO RATO;

11. NÃO TENHO MAIS NENHUM TOSTÃO
POIS DOEI TUDO PARA A CAMPANHA EM PROL
DA OPERAÇÃO DA NILDINHA, QUE É UMA MENINA
QUE PRECISA FAZER UMA OPERAÇÃO URGENTE,
QUE SÓ TEM MAIS DOIS MESES DE VIDA (DESDE 1993);

12. ESCREVI EM 500 NOTAS DE R$1,00 UMA MENSAGEM
PARA A NOSSA SENHORA DA FRIEIRA,
PARA ME DAR MUITO DINHEIRO, E ACABEI PERD ENDO
UMAS 20 NOTAS POIS EU ESCREVI DEMAIS;

13. ESTE MÊS DEVO RECEBER O MEU CELULAR ERICSSON,
POR TER REPASSADO OS E-MAILS PARA 2366 AMIGOS,
E MÊS QUE VEM RECEBO OS U$1.000,00 DA AOL E DA MICROSOFT,
ALÉM DOS PRÊMIOS DA NESTLÉ;

14. NÃO BEBO MAIS REFRIGERANTE KUAT,
POIS ELE TEM UMA SUBSTÂNCIA QUE CAUSA CÂNCER;

15. JESUS E NOSSA SENHORA JÁ DEVEM ESTAR MORANDO
LÁ EM CASA DE TANTA VISITA DELES QUE RECEBO POR EMAIL;
 
ENTÃO BENDITOS CRIADORES DE CORRENTES

Brincando com a velocidade

Brinquedo novo é assim mesmo!

Depois de mamys fiquei brincando com a iluminação do Bairro

Tá aí o resultado

Mamys pinta e eu fotógrafo

Depois que a minha câmera chegou estou aprendendo a fazer muitas coisas. E
como eu adoro assistir a minha mãe pintando! Só que para aproveitar o
momento fiquei testando alguma possibilidades.
Essas são as melhorzinhas!

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Brincadeira de criança

Comprei uma máquina fotográfica e agora estou brincando com ela! Testa daqui, testa dali, vê quando sai imagem legal e quando sai uma porcaria....rs

Definitivamente adorei o presente que eu me dei...rs...

Como o povo aqui em casa reclama quando eu fico testando a máquina com eles, arrumei outro modelo que não reclama nenhum pouquinho! O Zuquinho....rs

Segue um click do modelo... kkkkkkkkkk....



Franceses apresentam 'primeiro navio vertical do mundo'

 Projeto do SeaOrbiter (Foto: Jacques Rougerie Architect/Divulgação)

Sea Orbiter terá 51 metros de altura (Foto: Jacques Rougerie Architect/Divulgação)

Um arquiteto francês apresentou publicamente o protótipo do que deve ser o primeiro navio vertical do mundo e que deve possibilitar ao homem uma nova maneira de explorar o fundo do mar.

Jacques Rougerie, de 64 anos, diz que sua invenção, uma estação oceanográfica batizada de SeaOrbiter, será realidade "em um futuro próximo".

Ele afirma já ter metade dos 35 milhões de euros necessários para a construção da estrutura, que, ao contrário das atuais estações submarinas, será móvel e poderá navegar pelos oceanos.

"Atualmente, os oceanógrafos só podem mergulhar por curtos períodos de tempo e depois têm de ser trazidos para a superfície. É como se fossem levados para a Amazônia e depois tirados de lá em um espaço de uma hora", comparou. "O SeaOrbiter vai oferecer uma presença móvel permanente com uma janela para tudo o que está abaixo da superfície do mar."

Plataformas

Segundo o projeto de Rougerie, a estação terá 51 metros de altura e contará com uma parte submersa e outra para fora da água.

Equipamentos de navegação e comunicação ficarão acima da superfície, juntamente com uma plataforma de observação.

Os cientistas viverão debaixo d'água e haverá uma plataforma pressurizada de onde mergulhadores poderão partir em missão.

O projeto conta ainda com a consultoria de Jean-Loup Chrétien, o primeiro astronauta da França, que está envolvido no design da estação.

O sistema anti-colisão da estrutura é baseado no que é atualmente utilizado na Estação Espacial Internacional.

Rougerie, que dirige um carro-anfíbio, vive e trabalha em um barco e já passou 70 dias em uma expedição submarina, disse que as chances de o SeaOrbiter ser realmente construído "são de 90%".

Um grande estaleiro francês já assinou sua participação no projeto, que também ganhou o apoio do presidente francês, Nicolas Sarkozy.

Fonte: BBC

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

A melhor história já criada por Mauricio de Souza.





Valorize suas amizades, demonstre seus sentimentos, mesmo que faça muito tempo que você não vê seus amigos, afinal é preferível chegar atrasado nessa vida, ao invés de adiantado na outra!Isso vale pra tudo, mesmo que seja tarde, o importante é que seja dito!

Pra quem não viu. O funk do Tiago Leifert, apresentador do Globo Esporte