quinta-feira, 19 de maio de 2011
O milionário ex-surdo!
O médico atende um velhinho milionário que tinha começado a usar um
revolucionário aparelho de audição:
- E aí, seu Almeida, está gostando do aparelho?
- É muito bom.
- Sua família gostou?
- Ainda não contei para ninguém, mas já mudei meu testamento três vezes
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Músicos da Orquestra Sinfônica fazem apresentações simultâneas
Músicos da Orquestra Sinfônica fazem apresentações simultâneas
Músicos da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto fazem duas apresentações nesta quarta-feira (18) na cidade. Ambas serão no mesmo horário, às 20h, mas em locais distintos.
A primeira apresentação será em comemoração aos 67 anos do Sindicato dos Contabilistas de Ribeirão Preto e Região, com sexteto formado pelos músicos Anderson Farinelli, Camila Schneck Gonçalves, Carlos Eduardo Santos, Daniel Mendes, Svetla Ilieva e Walter de Fátima Ferreira.
Já um quarteto formado pelos músicos Marcio Santos, Hugo Novaes, Willian Rodrigues e Silvana Rangel faz a abertura da solenidade de comemoração dos 108 anos da Biblioteca Padre Euclides, na Rua Visconde de Inhaúma, centro de Ribeirão.
Serviço
Shows Músicos Orquestra Sinfônica
Data: quarta-feira (18), às 20h
Local: Sindicato dos Contabilistas (Rua Capitão Salomão, 280)
Local: Biblioteca Padre Euclides (Rua Visconde de Inhaúma, 490)
Ingresso: Gratuito
Fonte: EPTV e Texto & Cia
terça-feira, 17 de maio de 2011
Amanhã é Níver da Mamy´s mais linda do mundo... A minha
Te amo!
quinta-feira, 12 de maio de 2011
tempos de mudanças
O que significa se desprender de uma vida e mudar, por que tanta gente tem medo das mudanças? Às vezes ela te liberta e te faz conhecer melhor.
Nesses últimos meses estou aprendendo quem sou.
Longe de mãe, irmão e namorado, estou tendo tempo para mim e para a profissão que escolhi.
Não posso dizer que nunca me pego pensando: “O que estou fazendo aqui?” Claro que não. Quem me conhece o mínimo que seja sabe que não deixo de falar daqueles que amo em um minuto sequer, quando as pautas jornalísticas deixam.
Mas estou sempre pensando como está todo mundo e o que fazem durante os cinco dias que estou longe.
Posso dizer que quando fecho os olhos consigo imaginar cada um deles. Meu pai na Colômbia coçando os cabelos, a minha mãe sorrindo enquanto faz artesanato ou quando joga água no jardim. As minhas irmãs estudando com aquela cara de nerd e o meu irmãzinho jogando seu charme ou conversando com seus amigos.
Já o namorado, não queria muito imaginar, mas na hora da saudade também faço o mesmo.
O brasileiro ainda tem a sorte de poder dizer o que é isso tudo. SAUDADE.
Meu coração está sempre cheio de saudade, minha mente está cheia da ânsia do jornalisticamente falando, se vocês me entendem.
Como é bom ler uma matéria sua no jornal do dia seguinte ou saber que conseguiu ajudar alguém?
Um dia disse que era apenas uma foca em um grande oceano em busca do meu aconchegante recife. Estou aprendendo que esse recife aconchegante não existe, mas que ele é extremamente acolhedor. Sou ou não sou uma garota de sorte?
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Para quem gosta de cerveja!
Mestre da cerveja revela seu segredo
quem quiser ler a matéria original clique aqui
Para ganhar prêmio na Alemanha, Marcelo Rocha, da Colorado, teve que pesquisar muito
Quando Marcelo mandou a água de Ribeirão para um inglês analisar, o expert achou que ele a havia passado por filtro especial, "de tão boa", melhor até que a água da cidade alemã onde surgiu a "pilsen". Com essa água e ingredientes como a rapadura e a mandioca, o carioca mais ribeirão-pretano do Brasil chegou a fórmulas nada convencionais.
élio Pellissari - Como o senhor veio parar em Ribeirão Preto?
Marcelo Rocha - Meu pai casou com uma mulher cuja família tinha terras perto de Barretos. Mas como toda a região gravita em torno de Ribeirão... acaba-se vindo para Ribeirão. Aí apareceu o Cesário Melo Franco, que é um amigo nosso, dono da Xingu, da marca Xingu. Ela não era da Kaiser, a Xingu tinha um escritoriozinho em Ipanema e ele chegava nas fábricas que tinham capacidade ociosa e contratava a produção da cerveja, não para vender no mercado interno. Ele percebeu esse negócio, que estava tendo cervejarias pequenas nos Estados Unidos, e veio conversar com a gente.
Hélio - Quando foi isso?
Marcelo - Foi em 1994. Decidimos entrar. Em 1995, nós fundamos uma empresa nova, na qual o ex-dono da Xingu, o Cesário, tinha 5%. Nós abrimos aqui em 1996.
Hélio - A choperia?
Marcelo - A choperia com a fábrica. A ideia inicial era atender a demanda do bar, e vender um barrilzinho para fora. Não estava bem definido este modelo de negócio no Brasil. Havia muitos poucos barris na casa, cerveja feita na frente das pessoas, era tudo muito novo. No período em que fiquei com a choperia tive momentos de sucesso enorme e momentos de baixa. Era uma montanha russa. Não por conta do negócio, mas sim por conta da economia brasileira. Logo que eu abri era o Fernando Henrique, dólar um por um, era um consumo igual ao que está hoje. A explosão era grande, mas o produto interno entrava com mais facilidade. Depois veio a crise russa, a crise asiática, tudo oscilava, mas a cerveja mantinha um crescimento constante. Aí chegou um momento em que paramos para pensar se valia a pena continuar com a fábrica dentro do bar. Decidimos então partir para a cervejaria mesmo.
Hélio - Por que o senhor não montou choperia no Rio e preferiu montar aqui?
Marcelo - Primeiro foi por conta da história de que eu já tinha negócio na região e gostava daqui. Sempre gostei de Ribeirão Preto, do clima da cidade, das pessoas. E pela água também. Convenci minhas irmãs e investidores de que tinha que ser aqui, porque tinha a Antárctica, já tinha tido outras cervejarias, tinha um consumo de chope acima da média nacional. Aí eu decidi ficar aqui, abandonei o Rio, abandonei a fazenda e vim para cá para cuidar do bar.
Hélio - O senhor veio para cá em uma época em que a Antarctica já estava fechando. Isso ajudou?
Marcelo - Foi um pouco antes, eles ainda tinham muita força, quando eu abri aqui todo mundo falou que eu estava maluco, que eu queria competir na terra da Antárctica. Não, eu não tinha nem condições de competir com ela. Ela dominava todo o mercado.
Hélio - Como surgiu a cerveja?
Marcelo - Quando eu decidi fazer cerveja engarrafada, percebi que todo mundo ia na direção de copiar os importados. Eu falei não, eu vou para outro lado, vou fazer cerveja com coisas aqui do nosso território, o que está ao nosso lado. Aí comecei a criar, a colocar rapadura na cerveja. Os belgas já colocavam açúcar na cerveja há muito tempo.
Hélio - Como surgiram as marcas?
Marcelo - As marcas todas eu dei. E o desenho dos rótulos eu comecei a pesquisar e descobri que tinha uma agência de um cara nos Estados Unidos, que é especializado em cerveja. Eu me identifiquei e convidei ele para fazer os rótulos para mim. Na realidade, teve uma somatória de coisas que fez com que, hoje, a Colorado ficasse uma marca muito forte, a ponto de a gente não dar conta. Inclusive já estamos fazendo planos para uma fábrica maior. Adicionar sócios.
Hélio - Qual a sua produção?
Marcelo - Em um mês bom, eu produzo 80 mil litros de cerveja e chope.
Hélio - O senhor começou distribuindo onde?
Marcelo - Eu comecei distribuindo só em "delicatessen", em um esquema bem menor do que de supermercado. O supermercado tem compra em grande quantidade. Ele não quer três caixinhas, ele quer um caminhão. E um supermercado muito importante para a gente foi o Pão de Açúcar, porque ele é muito seletivo, ele levou dois anos para aceitar a gente. Eles toparam abrir 10 lojas para nós. As de Ribeirão, e o resto em São Paulo. Aí o público começou a pedir, e eles falaram: agora nós vamos colocar em 50 lojas. E foi aumentando, agora nós nem pagamos mais para entrar E garante: será voluntariamente sempre um fabricante pequeno, independente, que descarta bebida que não seja de excelência. "Não quero ser escravo de um produto sem gosto", afirma.
nas lojas. Eles estão vendo que tem um produto bom para o público deles. Veja bem, vamos dizer que a minha cerveja, que eles ganhem R$ 1 ou R$ 2 na minha cerveja. Em uma lata de Skol, eles ganham R$ 0,15, R$ 0,20. Eles têm que comprar 10 latas para ter o lucro que eles têm em uma garrafa. E para este tipo de negócio, o cliente que eu levo lá, ele já paga caro na cerveja, ele vai pagar um queijo caro para acompanhar a cerveja, ele vai querer outros produtos finos.
Hélio - Mas hoje o senhor está também em supermercados mais populares?
Marcelo - Eles vendem também. Sabe por quê? A cerveja, por mais cara que ela seja, ainda é um luxo barato. Se você tomar a minha cerveja, que está entre as mais caras, você vai gastar, em um supermercado caro, mas muito caro, R$ 15,00. Se você for levar isso para o mundo dos vinhos, você não toma nada. Quando eu abri o bar na avenida Independência, eu tinha uma ideia errada do consumidor de cerveja. Vou chamar os usineiros e eles vão vir todos aqui no meu bar. Esquece, quem tem dinheiro faz festa na casa dele, não gosta de sair. O cara que compra a minha cerveja é o dentista, é o funcionário público, que quer se permitir um pequeno luxo. É a classe média ascendente, é o cara que tem prazer em descobrir que o mundo da cerveja não é apenas o mundo da loira gelada.
Hélio - Como é fazer uma cerveja?
Marcelo - Você tem que ter equipamento, técnica e tem uma outra coisa que só vem com o passar dos anos, que é a experiência. Fazer cerveja é relativamente fácil, até a hora que dá alguma coisa errada. Aí ou você conserta ou joga fora. Nas grandes fábricas nada é jogado fora. Eu aqui, quando eu tenho algum problema, graças a Deus eu tenho pouquíssimos problemas, jogo o tanque fora. Este ano joguei três tanques.
Hélio - Isso é quanto?
Marcelo - É 15 mil litros de cerveja. É um final de campeonato com cerveja de graça para todo mundo. Nem se o Comercial ganhasse o título brasileiro sairiam 15 mil litros de cerveja. Mas a gente não abre mão da qualidade.
Leia a entrevista completa na edição impressa do jornal A Cidade.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Cidade nova, trabalho novo, casa nova... ou melhor cubículo ou apertamento
O Trabalho Novo
Mudanças
Tenho postado muito pouco no blog, mas tenho uma justificativa. Emprego novo e cidade nova.
Quando se muda de emprego, o nosso cotidiano passa por uma reviravolta. Temos que aprender muita coisa sobre o veículo, estilo de texto, o que pode e o que não se pode fazer. Até adaptar e aprender tudo o que se precisa, pode colocar de três a quatro meses. Os dois primeiros meses já passaram, é complicadinho, mas está caminhando e cantando.
Isso tudo, coloque um adicional, cidade nova. Conheço um pouco da minha nova cidade, Araraquara, mas só a passeio para festinhas do cunhado ou idas a São Carlos_ que é do lado_ para visitar a minha irmã.
Estava acostumada com Ribeirão Preto, onde conhecia a história política da cidade, os bairros com problemas e muitos amigos que ajudavam com personagens. Às vezes confesso isso atrapalhava, pois só conhecia a realidade da minha cidade e não conseguia fazer outro comparativo.
Ribeirão Preto é uma cidade muito bonita. Os problemas não são tão graves, mas sim, são graves. Descobri que as picuinhas são as mesmas e as pautas também, o que muda é o tamanho do problema _Ribeirão é maior que a minha atual cidade_ e as formas de se darem soluções.
Estou também me acostumando ao ritmo, que aqui é um pouco mais lento. Para se ter uma ideia, algumas lojas do centro da cidade começam a abrir 9h30, enquanto Rib´s já está praticamente a todo vapor. Acho que daqui a um tempo a cidade estará praticamente no mesmo compasso.
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Saúde da voz
O objetivo é conscientizar a população sobre a importância da saúde vocal e o impacto gerado na vida da pessoa em virtude de possíveis problemas vocais. As atividades fazem parte da Semana Nacional da Voz, que acontece em todo o país desde 1999, e Dia Mundial da Voz, comemorado dia 16 de abril. No atendimento especializado que será feito durante a Semana, os participantes que apresentarem suspeita de doença de laringe serão encaminhados para avaliação médica especializada no Hospital Estadual de Ribeirão Preto e Hospital das Clínicas da FMRP.
Até o dia 15, das 8 às 17 horas, as atividades de assistência serão no Hospital Estadual de Ribeirão Preto (Av. Independência, 4750, Ribeirão Preto). No Centro Integrado de Reabilitação (CIR), Av. Adelmo Perdizza, 495, e no calçadão da na Praça XV de Novembro, centro de Ribeirão Preto. Haverá triagens e orientações fonoaudiológicas referentes aos cuidados com a voz.
No ensino, acontece terça (12), às 20 horas, a palestra “Melhore o desempenho de sua voz”, com a professora Aline Wolf, no Espaço Cultural e de Extensão Universitária (ECEU), da FMRP, na Av. Nove de Julho, 980, Ribeirão Preto. Aberto a comunidade em geral e gratuito, será iniciado com uma apresentação musical. Quinta (14), às 20 horas, no mesmo local, outra palestra vai abordar “Câncer de laringe: a vida continua”, com o professor Hilton Ricz da FMRP, também aberta e gratuita. Na área de cultura haverá um concerto de encerramento das atividades da campanha, na sexta (15) às 20h, no Espaço Cultural Capela (Av. Bandeirantes, 3.9000, Ribeirão Preto).
Fonte: Agência USP
quarta-feira, 6 de abril de 2011
A falta do cinto de segurança
Espero que essa matéria do Jornal A Cidade conscientize alguns!!!
Vítima de acidente em Bonfim Paulista, menina de 8 anos morre no HC
Helena de Oliveira Vilhena morreu por volta das 3h20 da madruga desta quarta-feira (6)
segunda-feira, 4 de abril de 2011
LIVRO SOBRE O O ROUBO DO BANCO CENTRAL É LANÇADO EM FORTALEZA
Mas dá uma lida e vê se não é um objeto de consumo. Para quem quiser me dar um presente de aniversário adiantado, super aceito!
Dá uma lida no texto de apresentação do livro:
Escrito pelo ex-investigador da Polícia Civil Roger Franchini, “Toupeira” constrói uma trama repleta de detalhes dos bastidores do roubo que que abalou o Brasil. Lançamento em Fortaleza acontece no dia 14 de abril (quinta-feira) na Saraiva Mega Store Fortaleza do Shopping Iguatemi
Um túnel, um objetivo: roubar a fortuna guardada no cofre do Banco Central em Fortaleza, no Ceará. O plano, cuidadosamente elaborado, permite a um grupo de criminosos a levar da agência nada menos do que R$ 170 milhões, expondo para todo o país a fragilidade do sistema de segurança de sua maior instituição bancária. Em meio aos fatos reais que impressionaram a opinião pública brasileira, uma trama fictícia se desenvolve, contada por quem já conviveu com os bastidores do crime, o ex-investigador da Polícia Civil Roger Franchini. Ele estará em Fortaleza no dia 14 de abril (quinta-feira) para lançar a obra. O evento acontece a partir das 19 horas na livraria Saraiva Mega Store Fortaleza do Shopping Iguatemi - Av. Washington Soares, 85, Edson Queiroz,
Toupeira – a história do assalto ao Banco Central (208 páginas, R$ 19,90) é o primeiro número da coleção Grandes Crimes, lançada pela Editora Planeta. Sobre diversos fatos reais, Franchini cria toques de ficção e desenvolve tramas empolgantes, com diálogos afiados – uma narrativa que se ancora na própria experiência profissional do autor: como policial, acompanhou vários casos que ganharam dimensão nacional. Atualmente advogado, o escritor tem acesso aos atos dos processos. O resultado é envolvente.
- Se estivermos perto demais da superfície quando nos aproximarmos do banco, poderemos disparar os sensores de vibração do cofre.
- O Deusimar confirmou que não há sensores de vibração no cofre. E ele garantiu que os seguranças do banco não estarão observando as câmeras durante nossa entrada. Então, mesmo que as câmeras estejam ligadas, não farão a menor diferença.
Até o começo daquela noite, os onze carros foram recheados com 22 milhões em seus estofamentos e lataria. Era pouco. Ainda restava mais da metade dos valores escondidos na casa. Alguns dos paulistas fariam a primeira viagem para São Paulo em oito veículos, dirigindo pela estrada. Outros três iriam ser transportados no caminhão-cegonha. Mais tarde, os paulistas regressariam para buscar o numerário que não conseguiam carregar na primeira viagem.
Eram os carros mais caros de Fortaleza.
Os livros da coleção Grandes Crimes vão abordar crimes que deixaram perguntas por responder e ainda hoje despertam a curiosidade da população, como o fratricídio da família Richthofen. O mais estimulante: o leitor não encontrará o mesmo final noticiado pelos jornais.
O AUTOR
Roger Franchini é advogado e trabalhou como investigador na Polícia Civil do Estado de São Paulo por seis anos. Toupeira – a história do assalto ao Banco Central é seu segundo livro. O primeiro foi Ponto Quarenta – a polícia civil de São Paulo para leigos, lançado em 2009.
terça-feira, 22 de março de 2011
Abandono
Muitas mudanças para uma pessoa só acompanhar!
Calma gente, prometo que vou tentar atualizá-lo com mais frequência... Vou tentar arrumar um tema como as queridas Gabriela Yamada, Livia Komar e a dona Fran... quem sabe fica mais fácil.
Se alguém tiver dicas, elas serão bem-vindas!
Luiza
quarta-feira, 2 de março de 2011
Refletindo
Acordar, ler notícias (quem é viciado em informação não se livra), televisão com porcarias e enlatados americanos. Horário de almoço quando dá vontade. No meu caso por volta das 14h ou 15h, não é o hábito, mas pura preguiça de ter que ir cozinhar... rs...
Pouca coisa para fazer e dias lonnnnnnnnnnngos, muito lonnnnnnnngos. Na correria eles são curtos, muito cs...rs
Na televisão nada de bom, na rua nada de bom e em casa um pintor gente boa que canta o dia todo.
A falta de preocupação com tudo, andou me fazendo bem. Consegui parar e visualizar tudo aquilo que conquistei depois da faculdade.
A carteira de trabalho continua vazia, mas a cachola com muito mais conteúdo. Não sou uma pessoa fútil, mas ver a realidade alheia, se comover com uma morte e ao mesmo tempo rezar por uma boa e grande notícia. Jornalista que é jornalista sabe bem o que estou dizendo.
Na assessoria de imprensa, a alegria é emplacar um release, na integra. No jornal é não querer e nem poder depender dele.
Nesses tempos eu consegui ver bem perto a linha tênue da relação assessorado, assessor, veículo. E dou ainda mais valor ao que a Daniela Antunes e a Blanche Amancio me disseram um dia. "Todo assessor tem que passar por uma assessoria de imprensa".
Devo dizer que o contrário também é importante, para sabermos valorizar aqueles amigos que sabem dos nossos prazos e utilizam de todo seu rebolado para conseguir uma resposta de três linhas ou o retorno de uma ligação. O contrário também existe, quando não se consegue o retorno dá muita vontade de perguntar se ele realmente sabe o que está fazendo.
O jornalismo como um todo é muito maluco, gostoso, prazeroso e divertido. Por isso, quem realmente ama a profissão faz as loucuras descritas com muito bom humor pelo Duda Rangel, afinal a gente pensava que era outra coisa... só glamour e muito sucesso. Muitos esqueceram que por trás disso só tem muita inspiração, transpiração, lábia e fontes.
O começo é só o início... certo? (rs)... Não sei como será o fim, quantos finais de semana serão decepados ou inexistentes, mas nos dias em que estive em casa tive certeza que a frase do MacDonald´s é perfeita...
AMO MUITO TUDO ISSO!
PS: Odeio Mac e amo o SubWay, porém, a frase continua perfeita!
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Olha o jatooo...
Um avião sofre uma pane e o piloto é obrigado a fazer uma aterrissagem de
Emergência, mas graças à sua habilidade, consegue pousar em segurança no
meio de uma avenida. Passado o pânico, os passageiros batem palmas e começam
a sair do avião. Tudo parecia resolvido, quando um taxi desgovernado bate no
avião.
No interrogatório com o motorista, o delegado questiona:
- O piloto evita uma catástrofe e o senhor consegue bater no avião parado?
Como é que o senhor não viu esse jato no meio da pista?
- Doutor, eu peguei um casalzinho lá no shopping, eles entraram no táxi e
começaram o maior amasso e eu 100% de atenção no trânsito.
- Sim, prossiga...
- Ele tirou a blusa dela e começou a chupar os peitos da moça e eu vendo
pelo espelhinho, mas com 90% de atenção no trânsito.
- Continue...
- Ele enfiou a mão nas pernas da moça e puxou a calcinha dela, e eu com 80%
de atenção no trânsito.
- E.....
- Ela abriu o zíper e caiu de boca no bilau do rapaz, daí foi para 50% minha
atenção no trânsito!
- Ok! E então?
- Naquele pega-pega e chupa-chupa, ela tirou o bilau da boca e apontou na
direção da minha nuca, nisso o rapaz gritou:
- OLHA O JATO!!!
- Abaixei a cabeça na hora e nem vi a cor do avião... Doutor!! Como eu ia
saber que era a porra do jato e não o jato da porra?
Resumindo: O taxista foi liberado.
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
O lado bom e o ruim do momento
Não tem motivos, não tem muitas explicações. As coisas mudam toda hora em todo lugar do mundo não é assim.
Estou triste, porém nem tanto. Afinal tem tanta coisa boa acontecendo na minha vida.
A primeira e mais fantástica de todas é que tive provas que consegui fazer amigos no jornalismo.
Isso na faculdade me parecia utópico, já que todo mundo parecia querer matar todo mundo por causa de um estágio ou porque alguém arrumou um bom estágio.
Agradeço a todos pelas palavras maravilhosas que andei recebendo por aí! Desde você é boa não ficará muito tempo parada até o mais engraçado “A futura Wladimir Herzog” .
Aprendi que por mais que você pense nos seus problemas, sempre vai ter alguém ao seu lado segurando sua mão. Amigos e Família.
Pode haver tristeza, mas também há alegria.
A vida é uma caixinha de surpresas.
A tristeza, perto da felicidade que estou vivendo é muito pequena!
Meu eterno irmãozinho Caio na Esacl de Piracicaba, onde vai cursar Gestão Ambiental. A minha sister Aline, apresentando hoje a defesa da tese de mestrado dela e arrasando (apesar do nervosismo) e saber que a Ariane está no mesmo caminho.
Alegria não é apenas nas nossas conquistas pessoais, mas também a das pessoas que amamos. Assim, fica muito mais fácil esquecer a tristeza de ver uma colaboração finalizada e os temerosos caminhos para a recolocação.
A gente simplesmente para de pensar nos pesares e a sorrir por aquilo que os amados estão conquistando.
Caminhando e cantando! Sem deixar a peteca cair... e meus irmão estão me ajudando muito com suas conquistas...
Amém!
PS: Indicações são bem-vindas ;)
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
ORGULHO
ALGUÉM ME PASSA UM CONTATO DE UM OUTDOOR! SÓ ASSIM PARA CONSEGUIR DESCREVER O QUE É ORGULHO DA MINHA PEQUENA GRANDE LORRAINE.
Aos amigos, sabe quando eu dei aquele bafo _gritei na rua, soltei uma risada escandalosa, corri atrás de algo nada haver ou tropecei no meio da avenida?
Então. Não foi nada comparado do que eu já fiz com a minha primuxa amada e idolatrada!
Sim... já gritei que ela é gostosa no meio do intervalo da faculdade, abri a porta da sala de aula dela e perguntei... "cadê a minha gostosona, e todo mundo sabia de quem se tratava".
Além desses bafos, era dela a bicicleta que eu roubava para andar quando éramos (somos ainda) pentelhas. Brincadeiras sem fim entre outras coisas.Hoje, ela me fez chorar de orgulho.
Depois de quatro anos _um de noites mal dormidas_ muita ralação para ir e voltar para a faculdade, estágios, amores, desamores, amizades e inimizade... Ela arrasou e colou grau hoje!
Lorraine Pellicani Pastore, faço o que faço, pois te amo. Estou super, ultra, mega, master, blaster feliz e um ticadim bêbada!
Te amoooooooooooooooooo! Minha GOSTOSONAAAAAAAA!
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Tempo
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Saudade sem fim!
Saber o que será daqui a algumas horas é uma incógnita. Viver o máximo que eu puder.... uma possibilidade.
A saudade sem fim, só acaba quando a gente quer, batalha e precisa afastar a saudade para precisar viver. Quanto a saudade bate dou uma passada, olho nos seus olhos e só volto quando a saudade voltar.
Aquela que já vi criança mudou, é outra pessoa, cheia de si e feliz de viver. Aquela que não vi criança, continua do mesmo jeito que a deixei... crescendo e crescendo.
Tenho saudades de uma coisa que não é mais minha, que agora é sua e depois de algum tempo será a sua saudade.
A esperança da saudade sem fim é que um dia ela acabe, mas quando não tem fim quando será que vai terminar... Vamos esperando, quem sabe....
Amo quem sempre amei. A saudade mato aos poucos, com muitos abraços, afagos e curvando-me aqueles que merecem. Para aqueles que não, ergo a cabeça e sigo passagem, pois, para esses a minha saudade sem fim não existe e nem vai nascer.
Obs: palavras jogadas ao vento, tiradas da cabeça para poder descansar
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Se eu sair por aí gritando passa
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
2011
Ano Novo, sabe o que isso significa? Mais 365 dias para batalharmos por aquilo que desejamos e queremos. Durante esses dias dá para amar, desamar e reaprender a amar, chorar, rir, suspirar, pensar e tentar entender. No meu caso começei 2011 tentando entender. Tento me entender, saber exatamente onde estou e aonde quero chegar, e, principalmente quem eu quero que esteja ao meu lado.
No passado, pensava apenas na quantidade, ficava contando amigos como quem conta seguidores no Twitter, Facebook ou no cemitério de perfis do Orkut. Agora, meus amigos são mais seletos, não são tantos. Aqueles que outra hora eram amigos agora não passam de conhecidos com o mesmo assunto de memórias do passado de sempre.
Devo dizer que não tenho paciência para conversar sobre você tem visto o fulano ou ciclano... Gosto de saber das novidades das pessoas, como estão e como a vida segue em frente, no ritmo frenético das novidades.
Busco novidades o tempo todo, penso no passado, mas não quero revivê-lo como fazem muitaaaaaaaas pessoas.
Para 2011 quero novidades, não sei ainda em qual âmbito, mas é isso o que quero. Me prometi voltar a fazer coisas que gosto com mais frequência como pedalar e nadar.... será que vou conseguir me dar o luxo.
De resto se continuar parecido e com mais desafios super todo, viu roda da vida.
Hoje o dia não foi exatamente como eu esperava, mas "tudo muda o tempo todo no mundo".... certo?


