sexta-feira, 3 de maio de 2013

Maluquinha

Tem gente que só conhece metade de mim... mas posso contar nos dedos quem verdadeiramente me conhece e são seis pessoas e uma não faz mais parte da minha vida.
A parte que todo mundo conhece é a Luiza da farra, que administra tempo e dinheiro para conseguir se divertir e esquecer os problemas, as dores do  mundo, as frustrações profissionais e pessoais.
Eu tenho essa parte louca que tem histórias engraçadas, que faz malabarismo com paqueras. Muitos criticam, outros querem a minha coragem e um pouco da minha liberdade.
Sei que tem gente que tem inveja, outras pena e outras rezam para ver se o tal do juízo entra na minha cabeça.
Estou aproveitando para viver o momento, curtir uma fase que será só minha. Aprender que amores vem e vão e que mesmo que a gente sofra, temos que voltar a seguir em frente, não dá para voltar para trás, refazer condutas, trocar opinião e viver sonhos que morreram por conta dos atos.
A vida é uma só! E a parte maluquinha é só uma faceta da forma que escrevo a minha história.
Outra parte que pouca gente conhece é a Luiza profissional, que não fala palavrão, que tenta entender histórias de outras pessoas, guarda o choro, a opinião, os argumentos. Você pode não acreditar, mas escuto mais que falo.
Ainda me perco quando uma mosca passa durante uma coletiva ou sessão da Câmara não muito movimentada, mas nada que vá matar alguém. Foi por isso que escolhi a jornalismo e não alguma profissão que envolva a área da saúde. Apesar de não saber se o jornalismo está me contentando financeiramente e talvez eu tenha que alçar novos voos.
Tem a Luiza que ama. E quando eu amo, meu caro, fico boba. Falo o nome do ser a cada cinco minutos, desfaço e faço planos, fico com raiva quando não responde minhas mensagens por qualquer canal que seja.
Por conta de desilusões eu já cheguei a prometer que nunca mais amaria, olha que idiotice a minha, como se fosse possível mandar num sentimento tão inexato e incoerente como esse.
Tá, me deixei levar e me ferrei de novo. Tá é um ponto, mas aprendi, não dá para mandar... Me dei tanto, quase me anulei e o que ganhei... um "vamos terminar" por telefone depois de 10 anos. Tá, tá... de verdade, superei o término, mas a parte do telefone ainda me mata. Como pode uma pessoa que dizia amar, que queria passar o resto da vida, as dificuldades e constituir uma família com você fazer isso por telefone. A única vez que isso passou pela minha cabeça sofri dois meses pensando e quando decidi falei olhando no olho e chorando, mas blá!
A Luiza que ama é assim.
Já ouvi falarem que pessoas do signo de gêmeos são difíceis, afinal mudam de opinião constantemente. Admito, mudo de opinião o tempo todo, mas não mudo de opinião sobre amores. Posso ter raiva, duvidar, suspeitar, amar, odiar, suportar, não conseguir ficar sem, não conseguir ficar perto... tudo isso de uma vez. Mas uma vez com o coração conquistado, é pra sempre.
Não consigo me desprender de bons sentimentos. Lembro de momentos felizes com uma paixão da quinta série. Ainda me pego sorrindo ao recordar de alguma lembrança do ex. Fecho os olhos e vejo o festeiro sorrindo, dançando na balada e quebrando meu brinco.
Sou uma maluca, não uma bipolar, mas todo sujeito é autorizado a mudar de opinião constantemente. Tenho várias faces de mim mesma, me chame de maluca, me rotule de baladeira, aquela que não sossega parada numa cidade no final de semana, aquela que não se apaixona, Forest Gump. Faça tudo isso, mas não tente criar um manual para me definir.
Não sou uma linha ou traço, eu sou eu com essa personalidade maluca que nem eu entendo e que pra compreender está sendo difícil.
Tenho o riso e o choro fácil, e para me compreender, me dê espaço! Tiro de mim para alegrar uma pessoa triste. Mas isso, isso é só uma parte de mim... tenho várias outras facetas ;)

quarta-feira, 17 de abril de 2013

aff

e quando não for mais amado, lembre-se dos amores que já passou, lembre das coisas que teve que superar e tente ser forte mesmo que te digam o contrário. Pois só ti sabe da tua história, do teu risco e do teu sofrimento. Só uma pessoa pode dizer pelo o que o seu coração passou e só assim a dor deixa de ser sentida no coração!

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Quebrar promessas valem a pena! Muito a pena

As decisões que tomamos são tomadas, executadas e depois de um tempo que conseguimos mensurar se foi acertada ou não. Já errei demais, já acertei demais. Deixei-me levar pelo sorriso, pelas palavras claras, exatas e sinceras. Com isso erre e acertei, mas vivi cada minuto bom e ruim dessa decisão.
O seu cotidiano me envolveu. Me questiono se fiz errado em quebrar a minha promessa. Amar anda sendo angustiadamente a decisão mais difícil dos últimos tempos. Para quem entregar o coração? Pra que entregá-lo? Pra sofrer depois de novo e de novo? Pra ser feliz de novo e de novo? Continuo acreditanto
Quase sempre inevitavelmente acabamos sofrendo ou sendo feliz e sofrendo e sendo feliz.
Ainda me perguntam quais os motivos que me levaram a ser assim: a garota que adora uma balada e que coleciona nomes de homens que pouco representam e que pouco trazem inspirações para textos apaixonados ou apaixonantes.
Como explicar o motivo? Devo eu me trancar em casa e me condenar ao pranto sem fim? Devo eu arrumar qualquer um apenas para cobrir a lacuna deixada?
Prefiro o beijo despretensioso da madrugada do que um relacionamento sem paixão, sem fogo, sem química.
Eu dei uma abertura apenas para o meu coração no último ano. Não sei dizer se era amor, fixação, necessidade de gostar de alguém e ter um nome para ecoar na mente antes de dormir, mandar vibrações positivas. Ganhei nada, mas ganhei tudo abrindo essa porta e me deixar sonhar.
Continuo te agradecendo, mas como já disse me decepcionei não pelo sentimento que cultivei sozinha, mas por suas palavras. Palavra e o ato dói demais. Eu como profissional da comunicação dou muito valor a cada palavra.
Acredito que sou uma pessoa especial, que tenho o poder de mudar a vida de qualquer um que mereça. Achar isso não é arrogância, é amor próprio. E pelo amor que eu sinto por mim mesma.




quarta-feira, 3 de abril de 2013

sonhos

Quem não sonha? Acho que todo mundo! mas poucos têm a sorte de lembrar. O sonhar sempre me deixam encafifada, me traz mais duvidas do que certezas.
Essa noite sonhei com o deserto e uma ave de rapina. Ela me mostrava o caminho que eu tinha que tomar.Por alguns minutos ela era meus olhos e me fez passear pelo meu passado, como que se me alertasse que  não devia esquecer.
Vi alguns amores, amigos e erros, me vi entre sorrisos e lagrimas e acordei mais forte, com mais certezas.
Acordei com a certeza de que estou no caminho cerrto e isso me dá forças para continuar. Não sei quem fe a visita, mas quero agradecer!

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Caminhos

Lembro da alegria dos primeiros meses de Araraquara e o ódio nos últimos meses de residente da cidade.
É só fechar os olhos e sinto ainda tudo latente dentro da cabeça.
Me recordo dos primeiros passos dentro do meu apartamento. Um cúbiculos amarelo onde passei os melhores e piores meses da minha vida.
Brinquei de casa, brinquei de mãe, brinquei de solteira.
Matei garrafas inteiras entre lágrimas.
Solucei, pensei em pular do terceiro andar.
Lembro dos bilhetes de amor no espelho do banheiro e os post-it que colava para que eu não esquecesse mais uma vez as malditas contas de luz, telefone, internet e televisão a cabo.
Foi naquele pequeno espaço de cores amarelos cor-de-burro quando foge que me descobri a Luiza que sou.
Independente, sem medo e às vezes sincera demais.
Me perco em sonhos vagando por aquelas paredes, abrindo a pequena porta que dava para micro varanda onde nem uma cadeira cabia.
Fecho os olhos e me lembro das noites de videogame com os amigos e dos almoços felizes.
Caminhos que me levam a Araraquara e que me trazem a Ribeirão!
Amo as duas cidades em todas as estações com todas as dores e crescimento que me trouxeram.


vivo

Eu vivo o que eu quero, sinto o que quero e arco com as consequencias de tudo isso!
Não peço para aliviarem a barra, não mostro as minhas cicatrizes, apenas vivo.
Vivo pois a vida é doce e merece ser desbravada
Vivi pois amores nascem, crescem e morrem com a força da alvorada

Sonho, sonho e sonho amores tranquilos
Beijos calientes
Dedos entrelaçados em mãos que dão conforto!

Eu vivo!
Pois do mesmo era um fruto deveramente salgado para mim

Eu gosto do sabor da novidade
Do sorriso manso

De encontrar a alegria e a tristeza em seus olhos
De te ajudar a encontrar o caminho

Eu vivo o que quero, as pedras no caminho sou eu quem escolho se devo ou não carregar
O papel de outro nisso tudo?
Mero expectador

Eu vivo pois meu coração é vibrante, pulsante, carente e emocionante
Eu vivo seguindo o caminho que é meu

Um dia ele será mais brando, mais doce, mais alguém, mais uma família
Mas hoje ele é feito das minhas escolhas

Vivo, o que quero viver
Sinto o que quero sentir
Dor, amor, sofrimento, platonismo
Mas é tudo meu e eu

Vivo, pois ainda estou me conhecendo
Traçando os caminhos dessa nova jornada do que começou

Você é só o expectador
A passagem
O riso doce
A música confortável

Vivo
Ao seu lado ou sozinha
Vivo! E era só isso que eu desejava!

Foi sem querer.

Foi sem querer... encontrei dançando, bebendo bajulando! Fugi!
Carisma, encanto e pouca afinidade.
Acabei sedendo aos teus encantos, mesmo quando disseram que era o melhor o contrário.

Cabeça dizia não
Corpo e coração diziam sim

A primeira investida foi fácil recusar
A segunda não deu
Teu calor, tuas lamentações, tua leseira provocada pela bebida

Quebrei uma promessa
Duas
Três

Conversamos
Disse meus pontos
Pode ser qualquer coisa
Não quero nada, quero tudo, mas não me ignore

Amizade!
Isso sim é o que eu preciso
Beijos também preciso
Mas amizade primeiro resto depois

Foi sem querer... encontrei dançando, bebendo, bajulando!
Fugi, mas não resisti e sei que nada posso fazer!


Quando a música acaba

A minha impressão é que a vida é um grande cubo mágico, quando termino de arrumar um lado, o outro está todo bagunçado. Enquanto a música ainda está tocando e o álcool ainda está fazendo efeito a alegria ainda permanece no corpo, pouco tempo depois o silêncio dos meus pensamentos vou encontrando as angústias que deixei no meio do caminho enquanto tentava esquecer.
Nossos sonhos, nossos beijos, nossas mãos se tocando. Isso tudo agora mais parecem fantasmas rondando meu pouco sono na madrugada. Mas parando para pensar, eles me rondam até nos meus  momentos de pouca alegria, ouça as músicas que toco, as que eu peço e as que canto com mais avidez.
São tantas dúvidas antigas e novas ao mesmo tempo. Como esquecer, como não ferir outro coração?  Não tem receita.
A vida seria muito mais fácil se fosse um cubo mágico, mas quando a música acaba as dúvidas me perseguem, ñ posso enganar o coração

terça-feira, 26 de março de 2013

Eu e a chuva

Amo chuva, digo isso sempre pra quem quiser ouvir! Não importa a quantidade, o local ou os transtornos, simplesmente amo chuva!

A água do céu parece vir para limpar qualquer pensamento negativo que eu tenha, limpa a alma e traz uma sensação mais leve.

Quando inclino a face sentir a brisa aconchegante ou o vento furioso, não penso em mais nada. Mas só nas pequenas gotas que tilintam na face e vão levando embora qualquer rusga de frustração.

Já passei nervoso com a chuva, muitas vezes, ela já atrapalhou festas, idas ao trabalho e me levou ao choro quando estava sozinha e sem a quem recorrer em busca de carona e atrasada.

Mas sempre que penso na chuva, penso com carinho, com sorrisos e na sensação de liberdade.

Quantas vezes não coloquei as mãos para fora do carro, ônibus ou casa só para sentir sua refrescância e a forma como as gotas batem na pele. Quantas vezes não foi o convite para a pedalada ou caminhada. Inúmeras.


terça-feira, 19 de março de 2013

Lugar

Fugir, sem olhar pra trás, esquecer pessoas, problemas, nomes, vidas, pensamento, ruas, esquinas, bancos de praça, apartamentos.
Era isso o que eu queria.
Me reinventar do zero, tirar a ferida ardida que nasce dos desentendimento, que nasce das decepções e que transborda com o medo de qualquer coisa que seja.
Vontade de estar sozinha esquecer o que é ouvir o som de uma voz e vagar na loucura do meu próprio pensamento.
Andar desnorteada em busca de um rumo, do auto descobrimento, do que eu sou.
Ter a certeza do que eu gosto de fazer! Se é andar para frente, trás, esquerda, direita ou em sentidos que ainda nem mesmo sei qual poderia ser e simplesmente inventá-los.
Mudar
Ser outra pessoa nesse universo onde ser apenas o razoável é o suficiente, mas ser só isso não é bom para mim.
Tenho uma agonia que vem de dentro, tenho vontades que não são só minhas.
Não preciso de afagos, não preciso de alguém fazendo comida, escolhendo o vinho, me esperando terminar o próximo parágrafo. Preciso de algo que ainda não tem sentido, não tem nome, não tem formas.
Algo que parece estar esperando por mim em alguma outra parte do mundo, que às vezes parece que eu não tive tempo ou vontade de procurar.
Onde está essa parte, o que é essa parte e o que ela representa. Por tanto tempo tive a certeza de que a tivesse encontrado, mas agora vejo que foi apenas uma brincadeira do oasis que me levou para um paraíso em ruínas, sem sonhos e apenas servidão.
Onde está o meu lugar, onde devo encontrar os meus sonhos, onde está meu porto seguro.
Olhei tanto para o mar, que ludibriada pelo vai e vem das ondas, me esqueci por um ou dois segundos quem eu era. Nome, sobrenome, carne, osso, respiração, tudo sumiu, me senti apenas uma onda que aproveitava das travessuras do vento.
Onde é o meu lugar, qual o meu objetivo, qual o meu propósito? Tantos questionamentos para uma pessoa só, mas sei que no interior todo mundo se faz a mesma pergunta.
Tem outros questionamentos também. Quando amamos ns questionamento se estamos nos doando para a pessoa certa e outras coisa!
Qualquer lugar é o lugar, qualquer reflexão é qualquer reflexão

quarta-feira, 13 de março de 2013

Nada a dizer


É difícil tentar não se encaixar na descrição que grita aos quatro ventos do mundo e não querer ser essa pessoa, mesmo sabendo a mim cabe apenas o papel de alguém que chegou, deixou sua marca ou talvez nem isso e se foi.
Quisera eu ler nas páginas da vida que um desses momentos fosse destinados a mim, talvez apenas um e talvez já me fosse suficiente!
A felicidade sempre está mais distante, nem mesmo quando acreditamos estar mais felizes assim verdadeiramente estamos. Sempre uma dúvida, sempre um caminho a percorrer. Deixei-me envolver pela felicidade, conheci do melhor ao pior de ser alguém para alguém. A angústia de tudo poder fazer e ao mesmo tempo nada.
Por incrível que pareça, as melhores lembranças de um relacionamento longo eram videogame e livro, revista, jornal ou sono! Mas agora são só lembranças.
Me joguei numa vida maluca só para esquecer, mas será que isso vale a pena novamente? Não vale comparar, não dá para comparar, mas será que é só assim que as coisas funcionam para mim?
Só eu sei das minhas qualidades e dos meus defeitos, talvez por acreditar que a minha vida pode ser lida pelos demais sem ter nenhuma atrocidade discrepante da vida quem está sozinho e acompanhado pelos companheiros de noitada. Me expus, mostrei o meu pior, um erro, assim se ausentou e sumiu do mapa. Doeu, mas ainda estou aqui, certo?
Como disse a minha irmã, amores e relações sérias posso ter um monte, mas como voltar aquele ritmo de pego e não apego se estou apegada.
Não volto aquele rumo para não trombar com a sua fala fácil pelo breu da noite, das festas e da bebida, a última vez foi sacrificante demais apesar do sorriso ficar mantido na minha face.
Nesse emaranhado de pensamentos que me corroem nesse momento e me tira a tranqüilidade e me tira da política...rs... o único deles mais publicável martela no meu discernimento para não meter os pés pelas mãos.

Do mestre e sábio Carlos Drummond Andrade, Quadrilha.

João amava Teresa que amava Raimundo
que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili
que não amava ninguém.

Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,
Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes
que não tinha entrado na história

sábado, 9 de março de 2013

novo brinquedo

 de repente me deu uma vontade súbita de compra um tablet para mim... Pensei, vi que poderia substituir tranquilamente no meu notebook. Dá uma dor no coração gastar uma grana num brinquedinho... Mas como o viado do Caio roubou a fonte do meu notebook, antigo pra caramba e cheio de tchutchs que estavam me deixando nervosa, resolvi fazer o investimento. A coragem só nasceu mesmo depois de fuçar no tablet do meu cunhado. Achei que de repente daria certo para o que eu estava precisando. Afinal o que mais faço com o computador é ficar escrevendo, no facebbok e ler no google reader. Depois que inventaram esse aplicativo de feeds de noticias vamos combinar que não precisamos de mais nada, bobo daquele que ainda não se rendeu ao aplicativo e ainda fica entrando site por site só para ver notícias ou qualquer besteira na internet. A única coisa que eu ainda não consegui confirmar é se vou conseguir plugar o meu HD externo nesse novo brinquedo. Só não o fiz por conta do calor infernal de Ribeirão Preto. Eu estava na rua com todas as coisas de clube no meu porta malas e pensei... Por quê não? Tavares suando como uma camélia dentro do meu carro, apelidado carinhosamente de Bianco.

quinta-feira, 7 de março de 2013

Dia internacional da mulher


Amanhã é dia da internacional da mulher! Temos que agradecer as mulheres que através da história lutam para que possamos ter uma vida profissional e para que nosso intelecto seja levado em consideração.
Elas queimaram soutiens, morrem queimadas em fábricas ou foram assassinadas, por denunciar péssimas condições de trabalho e serem hostilizadas por pedir para que fossemos apitas a votar.
Conquistamos nosso espaço como figura representativa, de opinião forte e de que podem sim levantar as mangas e construir um futuro melhor para as nações sem sair do salto alto ou perder a feminilidade.
Hoje, graças a muitas mulheres que perderam a vida por seus ideais políticos, vemos mulheres em prefeituras, presidências, cargos máximos de organizações políticas e empresariais.
Sou grata a tudo o que conquistaram para que eu, nesse século, pudesse escolher ser pedreira, maquiadora, dona de casa, educadora, ou a função que exerço hoje de jornalista. Sei que por conta dessa luta, não precisarei apenas ter uma vida com as mulheres de outros séculos que tinham apenas que servir ao marido, a educação dos filhos, a casa, ao bordado, piano e outros tra lá lás que só tenho conhecimento graças aos filmes, literatura e história, sei que tenho escolha de ser o que quiser.
Sabemos que ainda há um grande caminho, já que a violência entre as mulheres ainda é um mal a ser combatido, mas estou aqui, dando a minha opinião e isso é um grande avanço...

8 de março, será um dia como outro qualquer, mas que merece pelo menos um pouco de reflexão e agradecimento por quem lutou e ainda luta para que possamos ter a "boa vida" que levamos em 2013

segunda-feira, 4 de março de 2013

Em quem acreditar?


As palavras quando jogadas ao vento tem força!

Desde que fiquei solteira tenho aprendido cada vez mais a força da palavra falada. Eu tenho o costume de falar demais, escrever demais, sem importar com o que os outros pensam, afinal, ninguém paga minhas contas. Sentada na Pão da Terra (padaria que amo em Araraquara) um amigo me instruiu, depois de dizer várias coisas que deveria ter guardado, a refletir antes de falar. (Esses homens, sempre com a sabedoria em mãos).
Outro defeito grave, que a Isabela vive falando, é que eu conheço as pessoas e já as transformo em amigos de infância, abro a minha vida, minhas fraquezas e essas pessoas aproveitam para sambar, literalmente, na minha cara.
Numa dessas me senti como um ventríloquo. Ainda não sei em quem acreditar, se toda a história que me foi contada foi verdadeira ou não. São muitas partes envolvidas! Não tenho opinião definida, mas o lado onde às peças teimam em não se encaixar é sempre o mais prejudicado.
Sempre desconfio de pessoas que tem histórias maldosas de outras mesmo sentido alguma afinidade, se falou mal de um pode muito bem falar de mim, por conta disso, a partir do momento que falou da pessoa que gosto e que não reconheci nas histórias a pessoa que julgo conhecer, a minha confiança inocente de pouco tempo de convivência foi quebrada.
Não importa qual é a verdade, se apronta ou não apronta, se flerta com Deus, mundo e me ignora. O que importa é a forma como as histórias são contadas. Eu pelo menos não consigo transmitir essas fofocas maldosas, é sempre muito delicado e fica aquela dúvida... Em quem acreditar?
Eu tenho um nome e um sobrenome a cuidar, não que isso ainda seja coisa importante para outras pessoas, mas para mim representa o que eu sou e o que venho construindo durante essa breve passagem. Eu espero que quando eu falar, as pessoas confiem em mim e não o contrário.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

O que eu realmente quero?


A resposta dessa pergunta vem martelando na minha cabeça desde que a Carol me perguntou na segunda-feira. O que eu realmente quero?Eu não sei mais responder a essa pergunta, quanto mais penso, mais dúvidas me surgem.Ninguém nunca decidiu por mim, eu sempre fui muito bem resoluta de todas as minhas ações e raramente pedia conselhos sobre qualquer coisa. Desbravava o mar da vida sem fazer questionamentos, me deixava levar pela brisa leve do dia-a-dia ou com o enfurecimento das tempestades das decisões erradas, paguei o preço e talvez ainda pague.Essa pergunta me parece com aquelas das de entrevista de emprego e querem saber como se vê dentro de dez anos. Mas nem mesmo essa pergunta sei responder ao certo.Tenho quase certeza que a época das certezas na minha vida já passou, não sei se era o correto estar solteira agora ou se eu deveria ter sufocado o sentimento de prisão e ter mantido a qualquer custo aquele relacionamento duradouro. Amei tanto e depois vi que amei sozinha, isso que dói de mais até hoje.Quanto aquele outro amor que apareceu pela penumbra das relações cotidianas, a falta de esperanças de qualquer coisa me deixou embarcada em uma dúvida da qual acredito não ser merecedora, não é mais fácil me doar a qualquer sentimento como ocorreu no passado e se o senti vou encubar na alma e quem sabe um dia desencubar (se é que essa palavra existe!).Entre algumas coisas que sei e tenho certeza é de estar cansada das relações vazias que em nada me complementam, do beijo sem gosto, sem paixão. Sei que não mereço estar ao lado de ninguém que não demonstre qualquer tipo de sentimento por mim e que só me faz ignorar mesmo estando ao seu lado clamando por atenção.Não gosto quando estou do lado de alguém que me ignora mesmo sabendo as verdades sobre meu sorriso enganador. Não faço isso com ninguém, qual o motivo de ser merecedora disso.Além do que eu realmente quero, não sei quais planos foram traçados para mim nesta vida, tenho a certeza dentro de mim que parte dele foi concluída quando ajudei quem precisava. Durante o tempo que mais precisou eu estava lá. Já a parte dele, era me ajudar quando estava enfraquecida espiritualmente e precisava apenas de compreensão, mas isso terá que se resolver em outra vida.O que realmente quero, ainda não sei! Estou perdida na encruzilhada dos meus próprios pensamentos cuja estrada não vê o fim nem o começo. A vida começa a me cansar e quanto mais eu penso menos eu tenho certeza de qualquer coisa. Tenho dúvida sobre os amigos de verdade, dos amigos mochila e quem realmente quer me ver longe e não tem coragem de dizer.Não sei de nada, nada saberei ou será que algum dia vou saber? O que realmente quero? Quando vou entender? Essas perguntas martelam no meu inconsciente todos os dias.Peço que rezem por mim, para quem sabe elucidar esses sentimentos confusos que moram dentro dessa cabeça oca. Eu pareço não ligar para nada, mas ligo para muita coisa e sou uma ótima observadora.Melhor parar de pensar, pois o texto já está confuso!

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

A verdade

A gente cria expectativas de tudo nessa vida, mulher então a gente cria expectativa até para conhecer o batente da porta.
Então não é bem melhor deixar as coisas claras? Falar a verdade e não deixar no subentendido!
Eu que converso com todos os cantos vazios, preenchidos, com os chatos, bêbados, cultos e xucros, tenho dificuldades de falar com algumas pessoas. É difícil puxar um assunto quando na verdade se quer outro.
A gente fala que gostou de conhecer alguém em comum, do dia divertido ou tentamos mudar todo o ambiente pedindo para procurar o resto do pessoal que está em outro lado. Qualquer motivo é motivo!

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Você pode desaparecer?

Quantos palavrões seriam necessários para xingar a mim mesma? Me diz os motivos para não conseguir te tirar da minha cabeça, vai ver que é porque me conseguiu na bandeja sem esforço e sem dúvidas. Pra ajudar mais pro meu lado fui estúpida ao falar o que verdadeiramente sentia. O que posso fazer se eu sou assim.
Não consigo me esconder atrás do pano da dúvida. Não consigo ser outra pessoa além de mim durante 24 horas por dia. Consigo colocar um sorriso no rosto enquanto na verdade o que mais quero é chorar, consigo chorar enquanto na verdade quero é colocar um sorriso, mas pode ter certeza de uma coisa, eu vou te contar isso!
Quantas vezes não o fiz, quantas vezes não  o vou fazer.
Não tenho vergonha da vida que levo, mas palavras ditas por outro martelam na minha cabeça. "Acho que você errou quando disse tal e tal coisa." Dá para curtir o meu eu verdadeiro.
Não tem muito segredo. Odeio mensagens de 20 em 20 minutos, odeio quando dá atenção para outra mulher ao meu lado, odeio quando dá as respostas as minhas perguntas olhado para outra pessoa, odeio o seu silêncio constrangido quando está ao seu lado, odeio quando não me coloca nas suas marcações no Facebook mesmo sabendo  que eu estarei aí.
Gosto o seu sorriso, seu jeito liberto com os seus amigos, suas preocupações e sua chatice de ficar mandando todo mundo para outro lugar, a forma como trata com carinho as pessoas próximas de você, sua opinião para tudo, seu português certinho, a forma esquisita de dançar, o jeito macho alfa e quando está perto de mim!

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Perca de tempo

Eu nunca sei para onde vou, com quem vou e se quero ficar. Sou perdida no meu tempo, no meu desenvolvimento e nas minhas estratégias. Faço o que quero, quando quero e se precisar repito.
A vida já é demasiada complexa para que eu fique pensando ato por ato da minha história. Uma coisa é fato, quando coloco na minha cabeça que quero ou que não quero, não há nada que possa mudar.
Descobri também que posso ser má e sentimento é uma coisa que não se pode explicar nem definir, só se pode sentir. Ou tem ou não tem.
A gente perde tempo com muita coisa nessa vida, eu não quero perder tempo tentando colocar na minha cabeça coisas que não tem por lá!
Vou continuar essa coisa maluca, cheia de coisas sem explicação. Hora ou outra a gente aprende, a alma é nossa palma, e o que tiver de errado ela vai nos educar!

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Me senti viva de novo!


Os sentimentos (raiva, amor, carinho, admiração) nascem e morrem do nada. Eu simplesmente não sei de onde vem e para onde vão.
Tenho amores guardados até hoje na memória que às vezes quando estou olhando para o nada e preciso uma inspiração para continuar vivendo brotam na minha frente me arrancando sorrisos.
Fazemos nascer e morrer tais sentimento? Queria ter mais força, mais vontade e menos expectativas.
Um sábio e jovem amigo me disse nesse final de semana. "A gente começa a amar, pois começamos a vislumbrar as possibilidades de um futuro junto com a pessoa. Mas temos que analisar se devemos levar esse sentimento adiante."
Eu, que me prometi nunca mais amar mesmo sendo uma pessoa cheia de explosão de sentimento (devo dizer que essa promessa nasceu enquanto eu chorava abraçada a um amigo querido por conta de um cara que eu fiz me prometer que nunca se apaixonaria por mim, não queria envolvimento, tinha acabado de sair de um relacionamento de uma década e o mix de sentimentos dentro da minha alma me deixava confusa) consegui manter a promessa por um tempo, mas me vi novamente capaz de amar.
Beijei bocas, mas nunca me deixei envolver. Sobre relacionamentos sérios, acho muito mais práticos do que essa vida desenfreada da solteirice, mas admito que tenho medo de me doar de corpo e alma mais uma vez a um sentimento e ter ferimentos que não são visíveis aos olhos, mas que tiram a alegria do meu olhar.
Me deixei mais uma vez me envolver não sei como, não sei por onde. Não é o cara mais lindo do mundo,  o mais  inteligente ou o mais rico. Em algum momento, assistindo-o no cotidiano de sua rotina achei que poderia encontrar nele algo que perdi no caminho. Eu achei, mas ele não. Sentimento é uma coisa esquisita.
Sei, só de olhar, meio que por instinto, que sou vista apenas com carinho de uma bela e doce amizade e que não passará disso. (O que já é muito bom! Amizades verdadeiras são sempre bem-vindas!)
Um abraço caloroso passa tanto significado pra gente. Sei que se fosse amor correria até mim e não daria um abraço, mas talvez um beijo ou uma palavra que sinalizasse alguma coisa, me lembro dos tempos que amei até doer, das visitas no meio da semana que simplesmente me sufocavam de alegria. Eu sei o que é se sentir amada, mesmo sabendo que esse sentimento virou outro.
A gente aprende até a bloquear o sentimento para então poder voltar a respirar, voltar a viver e voltar a achar o foco. Ainda não sei onde está o foco, não consigo achar em mim a melhor e mais responsável profissional por falta dele.
O sentimento tem dessas coisas, não mexem só com parte da gente, mas mexem com o nosso todo.
O que aprendi com esse sentimento é que mesmo fazendo essa promessa maluca, que eu posso sim voltar a amar e eu sou grata a você por isso!

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

O pulo

Tanta coisa na cabeça ao mesmo tempo que não consigo distinguir quem eu era, do que eu sou e do que ainda vou ser. Me perdi no paraíso dos sonhos e nem sei mais quem eu sou!
Me deixei perder e vou ter que arcar com as consequências do meu ato.
O que amo, amo de verdade?
O que me tornei, sou de verdade?
Como redescobrir quem eu sou?
São tantas perguntas que tem simplesmente um nó na minha cabeça que não sei como desarmar.
Será que me arrependi e não percebi?

Respira
Respira
Respira

Todo ato tem uma consequência e foca