terça-feira, 22 de outubro de 2013

A força dos amores de uma semana

Estar apaixonada não é uma obrigação, mas uma sensação boa, que preenche a alma e ajuda a dar sentindo na vida.
Esse sentimento consegue reunir angústia, medo, esperança, prazer e um bando de outras coisas de uma só vez.
Dizem que me apaixono muito fácil, mas o que fazer se todo ser humano é apaixonante, na sua franqueza, na sua força ou até mesmo na galinhice!
Mulheres, não mintam para mim, eu sei exatamente. Ainda não sei se por conta de ter refinado no trato com esse sentimento ou por se outra coisa mesmo! Definam como quiser. O fato consumado é que sabemos quando a paixão da semana será de uma noite ou não, mas não temos subterfúgios para mentir a si mesma!
Minha opinião! Aproveite cada paixão, afinal... a do dia pode ser a da semana, do mês, do ano e ser recíproco!

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

A pirâmide onde todos perdem

Ele a acusou de usar máscaras para se defender e esqueceu que ele mesmo deveria retirar as suas. Foi fraco demais para perceber que tudo o que precisava era outra e não ela. Só percebeu quando perdeu o perdido e agora não sabia mais o que fazer para recupera-lá.
Tinha duas mulheres lindas, cultas e independentes nas mãos, mas não sou avaliar os sentimentos. Magoou uma, que sem saber o deixou magoar a outra. Tipo de coisa abominada por aquela que nada sabia, nesse caso ambas, já que nenhuma sabia de nada.
Tinha dois pássaros nas mãos e acabou sem nenhum!
Não soube parar e pensar o que realmente queria e desejava. São Paulo, Ribeirão Preto, Amapá ou Mato Grosso, Bahia? O que realmente precisava? Oiapoque ao Xui têm tantas opções, de mulheres, amores, medos e dúvidas.
Não soube decidir e acusou o uso do máscaras, dizendo que essa proteção não era necessária quando o escolhido era um homem e não um moleque, lendo engano de quem decidiu cair na lábia matuta.
A mascarada, que nada havia perdido e no final nada havia ganhado, escondeu dentro do coração mais uma mágoa. Nada fizera, nada desejará e o tempo que o esperava nem ao lado olhava. Pobre garota esquecida por quem deveria esquecer.
Seu único mau. Se entregar, não esconder! Sua punição, não entender!
Parar e pensar o que cargas d'água aprontará para como prêmio ter aquela recepção quando meses atrás tudo o que fizera era festa, beijos e estripulias. O posicionamento deveria ser outro pensava, ela faria assim, pois sempre o fez.
Pare e pense, quantas vezes mais retirará a máscara, será que ela ou a outra precisavam viver assim? Quem errou? Quem acertou?
Parou, pensou, refletiu e com o coração doido se entregou ao precipício da felicidade imediata que só quem sentiu o vento passando pelos cabelos durante uma queda podem analisar o que a mascarada decidiu. Um dia, uma companhia e a sensação triste de enxergar uma cara de quem percebeu que não tinha mais nada.
Sem saber entendeu o sinal daqueles olhos, apenas a observação que ele perderá ao mesmo tempo duas paixões, dois amores, duas prosas e de dois carinhos.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

O que mais fazer para melhorar?

Já joguei fora roupas e sentimentos que não me serviam mais. Já chorei tudo o que tinha para chorar e não olhar mais para o passado! Parei de me torturar por atitudes tomadas e por cagadas mau resolvidas. Literalmente virei a página.
Esqueci endereços, esqueci números de telefone, esqueci nomes, sobrenomes, parentescos. Esqueci aquilo que não me servia mais. Vez ou outra tento procurar roupas que não servem mais, lembrar nomes e atitudes passadas, numa espécie de ressaca moral, mas isso passa lentamente (não rapidamente como deveria!)
Continuo pensando o que mais fazer para melhorar? Não para os outros, para mim mesma.
Me encontrar e sair desse reino de máscaras do qual me afundei para não me desgastar! Será a terapia uma boa solução? Parar de ser muleque e aprender a ser menina? Guardar os comentários que eu sempre faço, sejam eles de conotação sexual ou não?
Estou em um outro momento da vida. Parando de me lamentar o que passou e questionando quem eu estou me tornando.
Assusto? Afasto? Expansiva demais? Autêntica demais? O que guardar? O que mostrar?
Beijo? Não beijo? Mordo? Assopro?
Qual a melhor conduta? Qual a melhor eu? O que fazer para espantar aquilo que acredito estar incorreto, ou será correto demais? Como conseguir focar nos meus objetivos que extrapolam os objetivos?
Terapia é a melhor resposta? Ou deixar trancado (já ia escrever palavrão, mas vou arrumar outro termo) nesse processo de raciocínio intermitente que pode ser comparado ao estimular os próprios órgão sexuais para obter prazer sexual ;)
Não sei. O que fazer mais para melhorar o já melhorado processo de melhorarização de Luiza Leonel Damasceno Pellicani (acho que vou incluir todos os sobrenomes dos meu antepassados para ficar bonito e quem sabe me ajudar no processo) Melhorar Luiza Leonel Moreno Damasceno dos Anjos Caetano Pellicani (esses são os que eu sei que tem).
Não sei, não sei e não sei! Aceito inbox ou comentários, rs

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Quão chata sou eu?

Essa reflexão não sai da minha cabeça nos últimos tempo!  Quão chata sou eu? Como as pessoas me enxergam? Nunca havia parado para pensar nisso!
Já haviam me dito que a minha animação pode ser contagiante ou irritante dependendo do dia. Mas será que isso acaba afastando aquele carinha interessante ou os amigos de todos os dias?
Não sei!
Por isso ando procurando não só uma pessoa que goste de mim, mas também que me aguente e me entenda nos meus momentos altos e baixos. Será que é pedir muito?

Eu sempre erro

Estou a todo momento fazendo coisas erradas e depois fico na ressaca moral. A pior parte é querer esquecer para seguir em frente e não conseguir.
Errei demais nos últimos dias, mas tenho certeza que se tivesse a oportunidade de voltar no tempo teria feito exatamente a mesma coisa!
Um oi mal dado, um sorriso bem dado! Diferenças que fazem os momentos acontecerem!
Esquecer um para conhecer outro e depois ficar pensando nos dois? Sem poder falar com ambos! Welcome to my life!
Em qual parte eu errei?

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Minha máscara

Depois de colocar sua máscara de proteção, tire-a com muito cuidado! Se ela está lá são para te proteger, defender de si mesmo e dos outros. Aprenda, cada um é cada um e você não é outro... é apenas você!

A proteção não pode ser esquecida, nem aquecida, nem dispensada por qualquer que seja. Os conselhos e comentários virão: "você não era assim antes!", "nossa deve ter sofrido muito para se tornar isso!" Mas não se importe.

Deu muito trabalho recolher os cacos, juntar, colar tudo e fazer essa nova máscara que você usa. Qual seria a melhor razão então para você jogar no chão, quebrar e fazer uma nova se parecendo com a antiga?

Nenhuma!

Nada, nem ninguém parecem ser suficientes para a retirada da proteção.

Mas fique tranquilo! O bom dessa máscara é que ela muda conforme o dia, por isso ela é tão útil. Só não espere ver a versão frágil, triste, indefesa e indecisa na minha face. Sei o que quero, sei o que preciso e o melhor, com essa máscara aprendi meus limites.

Poucos têm a oportunidade de ver o que tem debaixo dessa pele grossa de proteção, uns gostam do que vêem, outros mais medo, outros mais tristeza, mas o mais fraco apenas se assusta e foge! Máscaras são definitivamente a melhor opção de proteção!

Se houver o entendimento da função da sua máscara, aí sim você encontrou o que procurava e um novo traço se forma, sem imposições, apenas transformações! Transforme a sua vida e terá uma nova máscara!

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Ame

Ame até falar chega
Ame a cada respiração
Ame a cada segundo
Apenas ame

A si mesmo
Ao próximo
O vizinho
O amante
O atual e o antigo

Ame com distância
Ame na esquina de casa
Em outra cidade
Outro bairro
pode ser até outro país
Ame

Quando o amor acabar
Deixe-o ir
Você vai sentir falta quando partir
O amor vai também

O sorriso será outro
O amor outro
O desejo outro

Apenas ame!
A 2, 90 ou 1.200 km!
Ame um por dia
Um por hora
Uma semana
Só não esqueça nunca de amar!

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Conselho

Lembre-se o passado nos moldou para que nos tornássemos aquilo que somos hoje. Muitas vezes nos lembramos apenas dos momentos bons, mas se no passado não deu certo, agora no presente ou no futuro seria o suficiente para você? Os mesmos erros e problemas não viriam a tona?
Quanto uma passada de tempo pode modificar velhos vícios, anseios, medos e outras tantas coisas!
Será que vale a pena deixar o passado no passado ou tentar trazer para o presente.

São tantas variáveis meu caro, muitas!!!!

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Um telefonema

O dia começou com uma promessa. A de que na hora do almoço uma ligação seria feita. Depois de vários dias de mensagens para lá e para cá, whats app e facebook, a expectativa de ouvir a voz gerou ansiosidade.
Medo chegou a aflorar e questionamentos de que se a promessa não fosse cumprida qual sentimento iria envolve-la. E se ficasse apenas na expectativa do momento. Sentimento quinta série, admitiu para si mesma. Mas por fazer tempo que não sentia algo do tipo por ninguém, se deixou levar
O coração sambou, salpicou, brincou de diversos ritmos dentro do peito quando o celular notificava mensagens, imagina quando se espera um telefona.
Como acontece em dias assim, na espera de um telefonema, até o Papa ousou ligar, assim como o Banco, o amigo, desconhecidos e conhecidos e a manobra de vida muda para despachar logo o ser para liberar logo a linha.
Esperar foi quase um martírio e trouxe a sensação gostosa de viver cada gota de felicidade da vida e surpresa, mas valeu a pena!
Quando ligou, o arroz estava no fogo, a mãe gritava por ajuda e a irmã anunciava onde estava o celular. Foram poucos minutos de conversas triviais, planos e a sensação de que a saudade não era só dela, mas compartilhada.
O dia passou a ficar mais bonito e a memória repetia várias vezes os momentos bons juntos, sem tanta distância.
Depois veio o medo, pois tudo o que sentiu como a saudade compartilhada e a sensação de que os planos não eram só seus fossem coisas apenas dela e de sua cabeça, poucas vezes derá brecha depois que se enganará te levantado sozinha alguns tombos, foi assim que colocou a máscara criticada por uns e desejada por outras de quem não quer nada, apenas danças e sentir o doce saber da juventude que esvai a cada gota de suor gasto em uma dança e a cada palavra trocada com um desconhecido para saber o que pode render um sorriso descomprometido.
Enquanto não sabe-se se é erro ou acerto ela deixar-se martelar pelo sorriso de orelha a orelha provocado por aquele do outro lado da linha, deixa se envolver na felicidade, no prazer de poucas coisas como o som da voz, a leitura de uma mensagem de saudade ou por saber um pouco da rotina.
Um telefonema é quase nada, não dá para sentir pele, tocar as mãos, mas traz a sensação de proximidade e não deixa que o tempo mate algo que ainda a nascer. É um telefonema, mas é uma promessa cumprida, é um desejo e uma vontade.
O futuro ninguém sabe, mas os pequenos prazeres do presente não a assusta, nem causa medo, traz apenas leveza.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Quando não dói mais

Demorei algumas várias horas antes de dormir na noite passada para refletir sobre a vida. Confesso que as nuances na parede do meu quarto causadas pela luz acessa do vizinho também ganharam um minuto do meu tempo, que deveria ser usado para o descanso.
Por algumas poucas horas, ouvindo o barulho não esgotante da fonte no jardim de inverno, parei para pensar como estaria a minha vida se nada tivesse mudado nos últimos meses. Como seria se não tivesse tido a oportunidade de conhecer as pessoas que conheci, as paixões que vivi, assim como as decepções e novas descobertas sobre a minha pessoa.
Tive medo a cada dia e a cada noite que a mudança viesse a me fazer mal e me transformasse em um ser odioso do qual o meu eu do passado não gostaria.
Mas daí realizei que eu gostaria muito dessa pessoa que me transformei e mesmo naquela minha rotina e na vida morna eu iria olhar a mim mesma com aquele sentimento de inveja e orgulho, semelhante ao qual sinto com amigos queridos e suas conquistas naquelas quais eu mesma queria ter tido ou ao menos fazer parte.
A pessoa que sou hoje passou da tristeza absoluta, ódio, raiva, dificuldades de ficar em casa aos sábados à noite, as relações mal resolvidas e sentimentos indeterminado por uma pessoa mais serena que não precisa se embriagar desesperadamente para esquecer os problemas, flertar e seguir a vida.
A "eu" de hoje não precisa de tantos casos dos quais ela mesma não lembra o nome para ser feliz e não se sentir sozinha. Encontrei muitos amores pelo caminho, alguns homens e moleques que passaram pela minha vida e deixaram conhecimento. Esse aprendizado, com certeza não teria vivido se nada tivesse mudado na minha vida. Já escrevi isso aqui uma vez, cada qual que entra em nossa vida, traz um aprendizado para que possamos ser uma pessoa melhor.
Já dava valor ao sorriso verdadeiro, ao elogio sincero, agora dou muito mais valor. Como quem não quer nada, às vezes chega um alguém em nossa vida que traz todos os sentimentos vividos com pessoas diferentes de uma vez só. O sorriso acolhedor, o abraço confortador, o beijo tentador, a disponibilidade de te ouvir e tentar entender. Quem sabe trazer novamente o significado da vida e trazendo o desejo de retribuir a tudo isso.
Esse olhar brilhante, essa alegria sem desejo de dar brechas para tristeza, esse sorriso que não sai do rosto, pode ser que daqui 10, 20 ou 100 dias mude, mas por enquanto está me fazendo bem.
Sim, esses sentimentos sempre nascem com um nome, com algum acontecimento e sim aconteceu... ou melhor, vem acontecendo.
Estou me tornando outra pessoas, mas uma nova pessoa somada àquela que já fui muito tempo atrás, aquela dedicada, apaixonada e calma; com a de hoje, a baladeira, maluca e extrovertida. A espera é ver qual resultado será dessa soma.
Um dos resultados eu já sei, agora para ferir os meus sentimentos agora será muito mais difícil, assim como me abalar, ou me fazer sentir que mesmo estando com uma pessoa eu seja esquecida e deixada para trás. Nunca mais vai acontecer de amar sozinha, de batalhar lutas perdidas sozinhas. Depois de tanto pensar sei o que mais me doeu e agora já não dói mais e está esquecido no passado.


Distância

Ódio dessa palavra que leva todo mundo pra longe de mim!
A distância pode ser provocada pelo tempo.
Pelo conformismo
Pelas mudanças
Pelos Estados
Pela Vida mesmo

Mas ela está sempre ali para te tirar algo que mais gosta
O mundo está sempre em movimento
Passado mixa com o futuro muito rapidamente e muitas vezes  nem conseguimos mensurar sobre o presente

Essa simbiose vai deixando a maluquice pelo ar
Questionamentos sem explicação
Relacionamentos sem ponto final

A distância nasce sabe-se lá como
Sabe-se lá por onde
Ela só está ali

Pode se estar distante na mesma casa, na mesma rua e no mesmo prédio
A proximidade pode acontecer mesmo sem a presença física

É, acho que é mais um devaneio
Mas a loucura pode ser afastada também
E assim cria-se uma distância entre sanidade e loucura.
Bem a sanidade no momento está mais longe...rs

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Medo

Tenho medo todos os dias e são medos diferente. Tenho medo de ser uma péssima jornalista, ser preguiçosa demais, péssima apuradora e me perder demais nas atualizações do feedly e deixar o meu dia escapar por entre os dedos. Nesse último, admito, sempre me deixo levar. A curiosidade em saber o que está acontecendo no universo das fofocas, política, esporte e moda são muito mais interessantes que o meu cotidiano. Sorte que dá para fazer isso durante a minha rotina de trabalho sem atrapalhar muito.
Um dia vão criar uma rehab para viciados em informação e eu vou me internar.
Outros medos é de ser complicada demais, dificultar a abertura de um novo amor e aí vem outro medo, de amar e ser amada. Isso intimamente ligado as minhas complicações. Não dá para postar a minha real opinião senão eu ia ter que censurar meu blog... rs...
Vou aprendendo com os meus medos. Não tenho mais medo de ser apenas mais uma de ninguém, ou de ser esquecida.
Meu maior defeito é ter essa memória de elefante. Vão se passar anos e ainda vou lembrar de detalhes que ninguém mais lembra, nomes que muitos esqueceram ou simplesmente não querem lembrar.
O duro, meus caros, é que com esse benefício, vem a merda da lembranças dos erros que sempre persistem em voltar. E aquele pensamento momentâneo que muitos têm de onde eu errei parece persistir nas minhas memórias. Eu quase que me acostumei.
Com o passar do tempo vai nascendo outros medos... Rugas, fôlego, pique para sair e paciência. E Claro, a morte! Quem não tem medo do desconhecido?
Medos são superados não por vontade, mas por necessidade. Quem iria aguentar pensar nos medos 24 horas por dia? Eu nunca aguentaria. não sou essa super heroína, tenho falhas que até a mim doem reconhecer, mas só de reconhecer isso já mostra outra característica.
Mesmo com essa coragem carrego no bolso todos os meu medos, pois são eles que me dão coragem e força para seguir adiante.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Um novo esporte, não tão novo assim!

Já viu alguma coisa que te impressionou, mesmo que por pouco tempo e você se perguntou como um ser humano poderia fazer tal coisa. Isso sempre me acontece, a curiosidade nos leva para alguns locais que querendo ou não nos marcam.
No final de semana conheci um pessoal alucinado por wakeboard. É um linguajar diferente e outros conceitos de se levar a vida. Parece loucura ver uma prancha deslizar de um lado para outro puxado por uma lancha, será que o homem pré-histórico pensou em alguma vez que teria a capacidade de fazer isso?
É um esporte fascinante. Aplausos para quem consegue fazer qualquer tipo de manobras, já que me deu calafrios só de pensar em ser puxada em cima qualquer coisa em uma represa, lago, rio, oceano. Pra mim, água é igual a natação. Aí começo a lembrar do ombro que desloca só de sair do carro, do pé quebrado depois da balada e nas dores que o esporte pode provocar no corpo. A idade está chegando e eu acredito estar ficando preguiçosa para novidades desse tipo, esportivas. Natação e bicicleta está ótimo para essa vida! Não vou cravar, pois quem me conhece sabe que não mudo de opinião facilmente e sou muito difícil de ser convencida, ao contrário.
Pra mim foi novidade, mas tem gente que está careca de saber. Curiosa e ávida por novas leituras, entrei nessa manhã em vários sites a respeito e fiquei completamente enlouquecida por fotos. As imagens são simplesmente lindas, deu vontade de virar especialista e parar de ficar só brincando de fotografia.
O texto é complexo, são muitos termos especializados e com origem gringa. É quase como assistir séries médicas com legenda em inglês, uma loucura sem fim com alívio imediato ao voltar para a legenda em português. Ou fazer a loucura de tentar dar uma olhada nos artigos de fonoaudiologia ou matemática das minhas irmãs.
Mas é um novo esporte para mim e não tão novo assim para os lunáticos. Fica a lembrança pra vida de que gostei de ver, mesmo que por duas horinhas só as maluquices!

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Matérias boas de fazer: o furto do gnomo de jardim

Sempre tem uma reportagem que marca a gente. Traz dor e muitas vezes crisos de risos. Quando eu era repórter colaboradora da Folha de São Paulo fiz algumas que certamente marcaram a minha vida. Uma delas foi um roubo de anões de jardins que chegou a ser uma das mais lidas do www.folha.com e que me deu dores abdominais por conta dos comentários da mesma.
Hoje em um dos meus momentos de loucura, dei um google no meu nome. Não sei os motivos que me levam à isso, mas o fato é que eu sempre faço isso e achei uma comentário a citada matéria que mais uma vez me levou aos risos sem fim que colocam a minha personalidade maluca em primeiro plano.

A mesma foi publicada no site: http://oesquema.com.br/ e escrito pela também jornalista Ana Freitas

8 de fevereiro de 2011 às 18h12

Sequestro em Ribeirão Preto




Tem várias possibilidades. A primeira é o ladrão ter tomado um ácido ou comido uns cogumelos – isso explicaria a necessidade dele de resgatar o gnomo e seus companheiros de jardim, que há anos estão oprimidos pela grade (do jardim). A segunda é alguém ter assistido Amelie Poulain demais, e ai já viu, tem esse negócio de viajar com o gnomo de jardim, tirar foto com o gnomo de jardim…
Pode rolar do cara ser um louco que está lutando pela libertação de todos os gnomos de jardim. Nesse caso, nos resta aguardar e observar o noticiário ribeiro-pretano, em busca das próximas estátuas de cerâmica sortudas a ganharem o mundo. A propósito, eu mesma sou totalmente a favor da libertação dos gnomos de jardim, bem como dos cones de estacionamento. Acho inclusive absurdo chamar o responsável de ‘ladrão’; ele é um revolucionário, um libertário. Mas isso não vem ao caso.
Outra possibilidade é o cara querer sacanear alguém que claramente se importa muito com seus enfeites de jardim, porque só isso explica alguém ir até a delegacia para dar queixa de uma centopéia, um sapo e um gnomo de cerâmica. Não sou insensível, só realista.
Qualquer que sejam as motivações, fica claro que ele não é tão experiente quanto um profissional, e provavelmente não faz parte da Frente de Libertação dos Gnomos de Jardim, entidade francesa responsável pela libertação de muitos gnomos encarcerados. Nem tampouco é um justiceiro independente, como esse, que conseguiu dar liberdade a 170 gnomos na França.
Eu ia dizer que também é possível que os bonecos tenham criado vida e fugido por conta própria, mas isso claramente não aconteceu, e a própria polícia, pra não dar margem pra essa interpretação, deixa claro à reportagem que há marcas de pés sujos nas paredes. Agora, faro mesmo tem essa repórter aí, a Luiza Pellicani. Ter a presença de espírito de sacar que uma matéria de três parágrafos sobre um roubo de gnomos de jardim em Ribeirão Preto poderia ser comprada pela Folha de São Paulo (eu sei que ela foi comprada porque não é matéria da sucursal, é colaboração) exige muita perspicácia (e eu não tô zuando). Fosse eu a Luiza, no máximo riria da história e publicaria ela aqui. Por isso que eu tô pobre :/


segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Sensações

Já parou para pensar na primeira paixão da vida? Nas sensações desconhecidas do nosso imaginário, no platonismo alucinante de estar perto de uma pessoa? Crescemos e com o tempo vão havendo mudanças no nosso corpo, na nossa mentalidade, na forma de flertar, na forma de amar.
No passado o cruzar os olhos durante a sala de aula, intervalo ou qualquer outra coisa disparava o coração. Hoje, quando isso acontece só com o olhar, queremos guardar o momento e tentar levar para o resto da vida. Sorte de quem tem um amor cujo coração dispara apenas de ter, de te tocar.
Mas o começo de tudo é muito bom! Tudo dispara o coração, até uma resposta no Whats App e um papo meia boca do tipo... estou quebrando o gelo :)

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Mania de aumentar pequenos problemas

Eu não gosto que você use verde! Não gosto que fale palavrão! Não gosto das suas ideias sobre funk! Não gosto como fala da sua vida para todo mundo sem se importar!
Ninguém é obrigado a gostar de você 100%. Nem sua mãe vai aprovar completamente seu posicionamento durante a vida.

terça-feira, 23 de julho de 2013

Amor e Amar


 Eu amo o meu passado, tudo o que vivi, sofri, as pessoas que amei, conheci e briguei para ficar junto. Todos os dias vou agradecer, principalmente por todo o aprendizado.

Aprendi a amar, odiar e a superar! Eu me apeguei aquilo que eu tinha em mãos para passar por uma desilusão! Nunca critiquei o posicionamento de ninguém!

Fiz sim posts depressivos no Facebook, bebi até esquecer o meu passado... agora, o Face e o estomago  são meus e o mais importante a vida é minha.

O bom das redes sociais é que você pode bloquear a pessoa, tornar ela restrita e quando alguém for te falar... Nosssaa, como a Luiza tá depressiva... mande a pessoa olhar meu álbum de fotos, minha alegria de quando estou com a minha família ou com os meus amigos.

O meu passado eu faço questão de nunca esquecer. Agora eu sei que dor de amor não se supera apenas com tequila, mas com bons amigos, irmãos, paixões, diversão, carinho e amor!

E se vc diz que pra ele eu sou passado e que é um erro lamentar às vezes pelo término ou recordar os bons momentos nos anos junto, pelo fato dele poder estar noivo e talz, por mim tanto faz.

Continuo rezando como sempre fiz desde o dia que conheci para que ele tenha uma vida feliz, sonhos realizados, uma pessoa especial do lado... o relacionamento pode acabar, mas aprendi a amar essa pessoa e depois de todo o aprendizado tido, vou continuar a amar e a desejar uma vida feliz... isso é o significado do amor e de amar!

quarta-feira, 17 de julho de 2013

turbilhão

Tanta coisa passando pela cabeça, tantos dados a serem reportados, tanta coisa a analisar. Se eu fosse fazer uma manchete da minha vida seria "Luiza Pellicani está em busca de alguma coisa que não sabe". Não seria o melhor dos títulos, mas é a real verdade verdadeira do momento.
Nostalgia é uma coisa que eu sei que sentir muito bem. Tenho saudades da infância, do SESI, do Tomás Alberto, do Barão de Mauá, dos amores. As coisas mudam, as pessoas mudam (não na essência) e as afinidades mudam.
É como sentar na mesa de um bar com alguém que admira a muito tempo e se afligir por conta da falta de assunto. Passa pela cabeça: "Como poderíamos ter passado tanto tempo juntos se não temos assuntos."
Me vi nessa situação várias vezes na vida. Lembro de sentar em um bar durante 2 horas e a gente ficar se fitando sem ter nada o que dizer e nem ao menos vontade de conversar. Apenas a urgência de comer e ir embora.
Ou com um amigo de muito de tempo em que não faço a mínima ideia do que a pessoa está falando e fico naquela cara jornalisticamente programada de quem está dando atenção e entendendo palavra por palavra do que a pessoa está dizendo.
Em outras vezes, eu entro no meu infinito universo particular. Meu cérebro é demais, presto atenção mais não presto, sabe. Sei de cada linha que o outro ser está falando, mas estou em outro canto outro universo.
Nesse turbilhão que passa a minha vida, além de sentir falta de alguma pessoas, sinto dúvida. Será que vou conseguir voltar a amar algum dia da mesma forma desprendida que eu achava que eu amava no passado.
Parei para pensar, analisar o relacionamento e me vi presa num looping da mesmice. Será que isso vai acontecer sempre.
Outra coisa que não sai dessa cachola maluca que é a minha cabeça. Se eu me abrir para outro relacionamento será igual? Vou mais uma vez me emoldurar na tela da pessoa e me minguar minguar minguar até perder mais uma vez a afinidade com os amigos e me encontra sozinha no vale da solidão? #MEDO
É tô precisando de terapia.

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Entre esperanças e sonhos

Um caminho sem volta, que poucos sabem caminhar. Na música "Quem vai dizer tchau!" Nando Reis diz, Tornar o amor real é expulsá-lo de você, prá que ele possa ser de alguém!
Quantos amores são necessários para conseguir expulsar um amor real? Não é tão simples deixar um passado feliz, onde mesmo com alguns percalços no caminho nunca diminuíram o amor. Sempre refleti sobre tudo muitas vezes sem externar o meu pensamento. Quantas vezes não errei ou me deixei induzir ao erro. Não sou, nem almejo ser perfeita.
Um caminho quando trilhado deixa marcas, tem dias que tudo o que queria era poder apagar todas essas marcas. Ainda me pego procurando alguns daqueles trejeitos em outro alguém, um sorriso, uma forma de falar ou de conduzir a vida, só assim consigo me deixar envolver, canso contrário é só mais um.
Sou para você só uma coisa que passou, um relacionamento que existiu e não durou. Vai ver que nem para amiga eu sirvo.
Sinto falta das conversas e de ter alguém para me entender. Tem histórias que reprisam nos meus pensamentos em looping como se minha alma teimasse em não me deixar te esquecer. Nesses momentos repito várias vezes a mim mesma "Ele já te esqueceu e ele não te quer mais". Não ando me convencendo muito. Eu sou tão boba que só de saber que está bem e feliz, já fico bem.
Um caminho sem volta, sei bem deixei me envolver em uma amargura tenebrosa em tudo envolvendo aquele nome. Deixe um sentimento tão bonito se transformar em ódio e nascer o desejo de uma vingança que ficou apenas no desejo e prejudicou apenas a mim mesmo. Mas nada melhor que o tempo e muita reflexão para analisarmos nossos próprios erros.
Eu tive meu momento de infantilidade da mesma forma que ele teve naquela ligação. A minha reação foi a forma que eu encontrei de superar tudo. Pode ter melhor forma, outra forma, qualquer forma. Mas o ódio fez com que as lágrimas sanassem e aos poucos pudesse deixar os meus vizinhos dormirem em paz, já que o meu sofrimento foi bem barulhento.
Tive orgulho, muito orgulho. E tive o meu orgulho ferido ao ver aquela foto da atual no colo que era meu. Como superar? Com mais ódio. O ar naquele dia não foi suficiente, assim como as lágrimas.Mas vou viver normalmente, não vou viver mais pensando o que poderia ter sido e tentar esquecer essa parte do filme que fica na minha cabeça.
Quero seguir a vida com o sorriso sincero e não com a máscara para esconder tudo aquilo que sinto no coração. Afinal, aquele que eu amei é só meu. Cada amor de por cada pessoa é um sentimento único, o que teve comigo será pra sempre o meu amor nosso, o que está tendo agora será apenas de vocês e de mais ninguém.
Vou continuar rezando pela saúde de todos que você ama. Para que tenha uma vida plena., cheio de filhos e sucessos.
A mim, vou trabalhar para poder conseguir amar alguém novamente. Eu ando tentando, até me obrigando a me amar, entro em cada furada, mas não vou me obrigar a envolver mais machuca mais ainda, fere mais profundo que qualquer um pode imagina. Não tem feridas a olhos nus, mas no coração fica aquele pedido de lágrimas a cada carinho.
Não vou mais ficar pensando em nada, vou continuar feliz e sozinha até que esteja preparada a não procurar mais seu sorriso, seus trejeitos e seus sonhos em outro alguém!

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Eu em Araraquara no Carro da Gisele :)