"Todo dia ela faz tudo sempre igual
Me sacode às seis horas da manhã
Me sorri um sorriso pontual"
A rotina pode ser massacrante ou fatigante, mas tem seus méritos de salpicar a alegrias. Ao acordar ainda sem forças de abrir os olhos, o primeiro despertar acontece ao ouvi-lo saindo da cama. O despertador que ainda teima em cantar aquela melodia de quem pediu quase em suplica dez ou 15 minutos a mais na cama.
Os olhos abrem, no celular a hora, 7h. Enquanto isso outros sons de despertar invadem a casa. Primeiro o chuveiro, minutos depois a cozinha começa a movimentar. Barulho de panelas, depois do fogo recebendo vida, a água na chaleira.
O levantar realmente acontece no primeiro cheiro do café. Um leve convite a sair da cama e sair do mundo de sonhos que a acompanhou durante a viagem noturna do descanso. Chuveiro. Agora é a sua vez.
Quando está pronta para levar o primeiro gole do líquido negro e despertador do café, já sente olhos alheios lhe instigando como será o seu dia. Sorri. Toca algumas palavras, olhares, não quer ir embora. A rua e a rotina a chamam.
Antes de partir uma gracinha. Lhe aperta as bochechas, cutucas os olhos e as entradas na sua teste provocada pelas falhar no cabelo.
Sorri e tem certeza de ter momento únicos só para ele e para ela! A consciência lhe dá a certeza. Quantos filhos, além de seus irmãos, têm essa sorte. De acompanhar a rotina de seu herói desde o despertar e ainda são agraciados com um café tão amoroso e cheio de afagos.
A sorte de poucos, com certeza
sexta-feira, 25 de abril de 2014
quinta-feira, 24 de abril de 2014
O tempo
A vida é um grande sei lá. Tenho as minhas dúvidas, os meus sonhos e os meus devaneios.
O tempo pde ser o grande aliado
O tempo pde ser o grande aliado
Adeus
Deitada no sofá já se despedindo de momentos mágicos, querendo guardar cada segundo vivido dentro da mente, refletindo sobre tudo o que passou e os riscos que viverá ao se entregar daquele jeito e em tão poucos dias, não queria acreditar que poucos minutos subsequentes lhe separavam da realidade.
De tempos em tempos os olhares se cruzavam e o pensamento lhe consumia: "será que ele pensa a mesma coisa, acho que não?"
Na sua cabeça o pensamento era só um. Já viverá aquela expectativa de rever alguém que mora longe e depois de desenhar várias vezes os momentos posteriores de dias tão bons, nunca o reencontro era tão bom como os primeiros dias vividos. Apenas a loucura na sua cabeça era boa.
A memória de beijos salpicados entre uma conversa e outra ainda estava quente naquele momento enquanto deitada no sofá afagava-lhe as mãos. Tentava decorar seus traços enquanto o assistia divagar sobre o futuro, comentar um vídeo ou simplesmente rir de alguma coisa que os amigos lhe falavam.
Estava absorta em seus pensamentos terríveis de um adeus ou na falta de datas de um reencontro, enquanto assistia inerte toda aquela cena como espectadora do momento e nesse mesmo tempo se crucificando por escolhas que ainda seria obrigada a fazer e as quais ele sem saber a ajudará.
Foram poucos minutos deitada antes de entrar em um carro e tortuosamente remoer sobre a volta a rotina, sabendo que sofreria com a falta de seus beijos, do calor do seu corpo, e sabendo que a cada sms da operadora de celular lembraria dele.
Afinal, nos poucos dias juntos, poucas coisas ficaram de suspense para mensagens de saudades ou vontades que ainda não haviam sido concretizadas.
Levantar daquele aconchego foi extenuante. Sentiu que um pedaço de um sentimento, aquele que tanto podou para que não crescesse e invadisse a alma, ficará ali deitado para deixar parte sua ao seu lado.
No quarto, enquanto pegava o resto de suas coisas para a viagem de volta a surpresa de um bom um abraço e uma promessa: "Não se trata de um adeus, quero deixar claro!" Dentro de sua cabeça respondeu, "duvido"
Duvidará e continua duvidando. Apesar dos dias subsequentes terem sido regados de mensagens, sentia e sente que aos poucos tudo irá minguar. Insolentes os pensamentos que surrupiavam os toques no teclado que deveriam ser destinados a outros textos, mas que não paravam de lhe atormentar.
Mas ainda era atormentada pelo quanto daquele "não é adeus" deveria acreditar. Não ficaram datas, só ficaram sonhos e lembranças.
Depois destrinchando todos os momentos sabia que nada lhe havia prometido, a frase quero apenas a minha independência e outras pontuações que deixavam claros as vontades de falta de qualquer ato mais íntimos deixava apenas o óbvio. Aquele colo no sofá, o abraço surpresa dentro do quanto e o beijo antes de partir foram sim uma forma velada de dizer Adeus.
De tempos em tempos os olhares se cruzavam e o pensamento lhe consumia: "será que ele pensa a mesma coisa, acho que não?"
Na sua cabeça o pensamento era só um. Já viverá aquela expectativa de rever alguém que mora longe e depois de desenhar várias vezes os momentos posteriores de dias tão bons, nunca o reencontro era tão bom como os primeiros dias vividos. Apenas a loucura na sua cabeça era boa.
A memória de beijos salpicados entre uma conversa e outra ainda estava quente naquele momento enquanto deitada no sofá afagava-lhe as mãos. Tentava decorar seus traços enquanto o assistia divagar sobre o futuro, comentar um vídeo ou simplesmente rir de alguma coisa que os amigos lhe falavam.
Estava absorta em seus pensamentos terríveis de um adeus ou na falta de datas de um reencontro, enquanto assistia inerte toda aquela cena como espectadora do momento e nesse mesmo tempo se crucificando por escolhas que ainda seria obrigada a fazer e as quais ele sem saber a ajudará.
Foram poucos minutos deitada antes de entrar em um carro e tortuosamente remoer sobre a volta a rotina, sabendo que sofreria com a falta de seus beijos, do calor do seu corpo, e sabendo que a cada sms da operadora de celular lembraria dele.
Afinal, nos poucos dias juntos, poucas coisas ficaram de suspense para mensagens de saudades ou vontades que ainda não haviam sido concretizadas.
Levantar daquele aconchego foi extenuante. Sentiu que um pedaço de um sentimento, aquele que tanto podou para que não crescesse e invadisse a alma, ficará ali deitado para deixar parte sua ao seu lado.
No quarto, enquanto pegava o resto de suas coisas para a viagem de volta a surpresa de um bom um abraço e uma promessa: "Não se trata de um adeus, quero deixar claro!" Dentro de sua cabeça respondeu, "duvido"
Duvidará e continua duvidando. Apesar dos dias subsequentes terem sido regados de mensagens, sentia e sente que aos poucos tudo irá minguar. Insolentes os pensamentos que surrupiavam os toques no teclado que deveriam ser destinados a outros textos, mas que não paravam de lhe atormentar.
Mas ainda era atormentada pelo quanto daquele "não é adeus" deveria acreditar. Não ficaram datas, só ficaram sonhos e lembranças.
Depois destrinchando todos os momentos sabia que nada lhe havia prometido, a frase quero apenas a minha independência e outras pontuações que deixavam claros as vontades de falta de qualquer ato mais íntimos deixava apenas o óbvio. Aquele colo no sofá, o abraço surpresa dentro do quanto e o beijo antes de partir foram sim uma forma velada de dizer Adeus.
quarta-feira, 23 de abril de 2014
maluquinha
Acordar e ver cachinhos amontoados do seu lado. Ouvir aquela respiração do sono sem fim. Ter vontade de tirar-lhe o sono só para envolver no meu abraço e sentir o sono saindo do corpo aos poucos e sem pressa.
Cutucar quando desejava o sono e eu o despertar. Sorrindo e sem a grosseria que podia acompanhar.
Futuro não sei, não quero saber.
Sabe quando passamos por dias tão gostosos e aconchegantes perto de uma pessoa que quando nos separamos a alegria teima em não sair da alma, parece estar costurado na alma como a sombra de Peter Pan foi costurado na sua sola pela meiga Wendy.
Tudo anda parecendo tão mágico, problemas antigos, novos parecem ter nenhuma importância assim que recebo a primeira mensagem do dia, a resposta dos emails inconsequentes.
Esse tipo de relacionamento que é o bom de ser ter na vida, aquele que te traz sorrisos, vontade de estar junto e pouca cobrança. Tá a incerteza incomoda, afinal o hoje pode estar gostoso, já que mesmo com a distância o intervalo do primeiro e segundo encontro foram de pouco mais de duas semanas.
Mas quem se importa com incertezas quando o que sente é uma alma levinha levinha?
Vim de uma fase difícil, de poucos sonhos, zero de mistérios, zero de perturbações de como seria o futuro se ficasse assim ou assado. Agora, está bem mais gostoso.
Graças aos cachinhos amontoados e os beijos silenciosos pela manhã ^^
Cutucar quando desejava o sono e eu o despertar. Sorrindo e sem a grosseria que podia acompanhar.
Futuro não sei, não quero saber.
Sabe quando passamos por dias tão gostosos e aconchegantes perto de uma pessoa que quando nos separamos a alegria teima em não sair da alma, parece estar costurado na alma como a sombra de Peter Pan foi costurado na sua sola pela meiga Wendy.
Tudo anda parecendo tão mágico, problemas antigos, novos parecem ter nenhuma importância assim que recebo a primeira mensagem do dia, a resposta dos emails inconsequentes.
Esse tipo de relacionamento que é o bom de ser ter na vida, aquele que te traz sorrisos, vontade de estar junto e pouca cobrança. Tá a incerteza incomoda, afinal o hoje pode estar gostoso, já que mesmo com a distância o intervalo do primeiro e segundo encontro foram de pouco mais de duas semanas.
Mas quem se importa com incertezas quando o que sente é uma alma levinha levinha?
Vim de uma fase difícil, de poucos sonhos, zero de mistérios, zero de perturbações de como seria o futuro se ficasse assim ou assado. Agora, está bem mais gostoso.
Graças aos cachinhos amontoados e os beijos silenciosos pela manhã ^^
terça-feira, 22 de abril de 2014
Balança
A dança das balanças é e pode ser uma coisa impressionante, migalhas podem fazê-la pender-se de um lado para o outro! Por hora é pesada tão demasiadamente que não consegue danças, não consegue fazer nada, só ficar em uma mesma posição.
Um certo óculos quadradinho cuja inteligência e um pouco de safadeza fizeram a minha balança ficar mais leve e voltar a dançar! Amo quando de tempos aparece alguém para me ludibriar, me mostrar outras faces, me rechear de sonhos e desejar a amar!
terça-feira, 15 de abril de 2014
dá muita vontade de você, o tempo todo!
A felicidade se esvai de uma ponta a outra do meu começo e do meu fim. Por conta de tanta felicidade a tristeza simplesmente perde o sentido, assim como as outras futilidades antes tão cultuadas.
O sorriso já não é mais tão vazio é cheio de coisa: esperanças e planos que havia matado durante a jornada sem fim de reconstrução do que me tornei.
Olhar para trás já não dói tanto mais, não faz falta. Não tem mais cheiro que remeta a insanidade dos atos.
O tempo todo vejo motivo para sorrir, me dedicar ao trabalho, aos conflitos internos de mim mesma. A ansiosidade foi direcionada para outros motivos, não mais para a balada vazia para o esquecimento dos problemas e fracasso.
Mensagens da operadora têm outro tom, outro sentimento, agora sempre dão raiva, acho que é outra coisa, outra pessoa, outro nome, outro motivo.
O duro é escolher por distância, amá-la, odiá-la. Fica o questionamento, seria a mesma coisa se ao invés de vários quilômetros, que parecem ser a distância percorrida para chegar a lua, fossem poucos outros. Seria essa a mesma sensação de que o coração está na garganta e que as pernas parecem não te compreender?
Na verdade isso tudo é uma grande interrogação.
Como sempre, nem tudo é certo. Apesar dos emails graciosos chegando, nunca sabemos qual o ponto de destino, mas mesmo quando sabemos ainda não entendemos qual será o destino dessa jornada.
Algumas vezes durante essa minha jornada chamada vida, algumas paradas acrescentaram, entre alegrias e tristezas, sonhos que foram semeados e não germinaram.
Já escrevi por aqui antes, aprendi a viver a vida de sentimentos em sentimentos. Passei pela tristeza, raiva, fúria, divertimento, sonhos, esperanças, desanimo, medo, ressentimento, platonismo. Acredito que agora vou cultivar esse sorriso. Dos primeiros acordes do celular para o despertar, até o fechar dos olhos de cansaço e dentro do pensamento confabulações de desejos que parecem não querer deixar o corpo e a mente, vou cultivando o sorriso.
Muita vontade de você, o tempo todo! Parece pouco, mas é uma pequena frase que foi capaz de mudar a minha áurea e esquecer um pouco de toda a tristeza que parecia estar enraizada até a última centelha de fragmento da minha alma.
O sorriso já não é mais tão vazio é cheio de coisa: esperanças e planos que havia matado durante a jornada sem fim de reconstrução do que me tornei.
Olhar para trás já não dói tanto mais, não faz falta. Não tem mais cheiro que remeta a insanidade dos atos.
O tempo todo vejo motivo para sorrir, me dedicar ao trabalho, aos conflitos internos de mim mesma. A ansiosidade foi direcionada para outros motivos, não mais para a balada vazia para o esquecimento dos problemas e fracasso.
Mensagens da operadora têm outro tom, outro sentimento, agora sempre dão raiva, acho que é outra coisa, outra pessoa, outro nome, outro motivo.
O duro é escolher por distância, amá-la, odiá-la. Fica o questionamento, seria a mesma coisa se ao invés de vários quilômetros, que parecem ser a distância percorrida para chegar a lua, fossem poucos outros. Seria essa a mesma sensação de que o coração está na garganta e que as pernas parecem não te compreender?
Na verdade isso tudo é uma grande interrogação.
Como sempre, nem tudo é certo. Apesar dos emails graciosos chegando, nunca sabemos qual o ponto de destino, mas mesmo quando sabemos ainda não entendemos qual será o destino dessa jornada.
Algumas vezes durante essa minha jornada chamada vida, algumas paradas acrescentaram, entre alegrias e tristezas, sonhos que foram semeados e não germinaram.
Já escrevi por aqui antes, aprendi a viver a vida de sentimentos em sentimentos. Passei pela tristeza, raiva, fúria, divertimento, sonhos, esperanças, desanimo, medo, ressentimento, platonismo. Acredito que agora vou cultivar esse sorriso. Dos primeiros acordes do celular para o despertar, até o fechar dos olhos de cansaço e dentro do pensamento confabulações de desejos que parecem não querer deixar o corpo e a mente, vou cultivando o sorriso.
Muita vontade de você, o tempo todo! Parece pouco, mas é uma pequena frase que foi capaz de mudar a minha áurea e esquecer um pouco de toda a tristeza que parecia estar enraizada até a última centelha de fragmento da minha alma.
quinta-feira, 10 de abril de 2014
Off-line por escolha
Não, não desejo fica off-line, sou a pessoa mais online que possa existir. Se meu whats app ficar fora do ar entro em desespero e não consigo funcionar se a aba do meu facebook e twitter não estiverem abertas e na minha vista.
Quando o contrário tromba na minha frente, é quase um mundo de fascínio, meio que chamada do Globo Repórter ou aquelas matérias especiais do Profissão Repórter! "Pessoas off-line, quem são, como são e aonde vivem?" Essa frase meio que vem imediatamente na minha cabeça.
Essa vida conectada, nos roubam sensações. Esperar um sms, um email, que vem junto naquela aflição gostosa dos questionamentos do será que vai responder e vai demorar quanto tempo.
Nesse pensamento maluco me peguei pensando em Donwton Abbey, aquela série britânica dos anos 20 ou se lá o que (eu assisti a série inteira e não sei, vergonha). Imagina como devia ser angustiante trocar cartas com uma pessoa e demorar dias para obter alguma resposta ou sinal de vida, ou pior, a dita cuja se perder pelo caminho.
Mas ando dando valor a essa espera, que anda aquecendo o coração. Saber quanto tempo mais vai me dar essa sensação, não sei. Mas sempre será muito interessante e vai tirando aquela coisa podre envolta do meu coração. Trazendo a esperança perdida de um pouco do romantismo de volta.
Sei lá, mulher devaneia nas coisas! Eu sou muito moleca, mas todas nós temos o pensamento lúdico quando alguma coisa mostra que talvez de certo.
A realidade vem chegando aos poucos, levantando os problemas, trazendo as frustrações e o sofrimento do que pode ou não ter sido!
Mas o simples fato de poder fechar os olhos, nesse mundo off-line, esquecer que as probabilidades são mais não do que sim, e sorrir. Isso nada mais paga!
Vou esperando as sms´s, quem sabe uma ligação, quem sabe um email, uma flor, um benção, uma visita e até mesmo uma lágrima quando o então sonho for apenas um sonho e só isso.
Quando o contrário tromba na minha frente, é quase um mundo de fascínio, meio que chamada do Globo Repórter ou aquelas matérias especiais do Profissão Repórter! "Pessoas off-line, quem são, como são e aonde vivem?" Essa frase meio que vem imediatamente na minha cabeça.
Essa vida conectada, nos roubam sensações. Esperar um sms, um email, que vem junto naquela aflição gostosa dos questionamentos do será que vai responder e vai demorar quanto tempo.
Nesse pensamento maluco me peguei pensando em Donwton Abbey, aquela série britânica dos anos 20 ou se lá o que (eu assisti a série inteira e não sei, vergonha). Imagina como devia ser angustiante trocar cartas com uma pessoa e demorar dias para obter alguma resposta ou sinal de vida, ou pior, a dita cuja se perder pelo caminho.
Mas ando dando valor a essa espera, que anda aquecendo o coração. Saber quanto tempo mais vai me dar essa sensação, não sei. Mas sempre será muito interessante e vai tirando aquela coisa podre envolta do meu coração. Trazendo a esperança perdida de um pouco do romantismo de volta.
Sei lá, mulher devaneia nas coisas! Eu sou muito moleca, mas todas nós temos o pensamento lúdico quando alguma coisa mostra que talvez de certo.
A realidade vem chegando aos poucos, levantando os problemas, trazendo as frustrações e o sofrimento do que pode ou não ter sido!
Mas o simples fato de poder fechar os olhos, nesse mundo off-line, esquecer que as probabilidades são mais não do que sim, e sorrir. Isso nada mais paga!
Vou esperando as sms´s, quem sabe uma ligação, quem sabe um email, uma flor, um benção, uma visita e até mesmo uma lágrima quando o então sonho for apenas um sonho e só isso.
quarta-feira, 9 de abril de 2014
Um momento para congelar
Se você pudesse escolher um único momento para congelar. Qual seria ele? Aquele momento para ficar passando em looping durante toda a eternidade? Tem algum?
Tenho vários, mas provavelmente entre um dos momentos escolheria o último final de semana! Tenho me desprendido de coisas tristes. A mania de me agarrar a momentos infelizes do momento e tentar reviver algo que não existe mais é uma coisa permanente do meu ser. Esquecer para ser feliz. Um momento para congelar e deixar no replay como aquela música recém descoberta no youtube ou aquela mensagem que a gente teima em ler todos os dias para aumentar os sorrisos.
Eu sempre escolho pessoas que podem contribuir para meus sorrisos o mais longe possível, me parece que os entretenimentos na minha localidade não são tão bons o suficiente para contribuir com aquele sorriso matuto. Vai ver que o fácil de mais não causa a mesma impressão!
Sorriso, momentos para congelar, pessoas, nomes, frases, mensagens!
Eu congelaria todos os momentos, mas acho que congelaria o último final de semana também. O casamento da Andréia e do Márcio trouxe muito mais do que sorrisos, trouxe também mensaginhas gostosas de ler e reler de um ser inteligente e que aparentemente sabe escrever!
Tenho vários, mas provavelmente entre um dos momentos escolheria o último final de semana! Tenho me desprendido de coisas tristes. A mania de me agarrar a momentos infelizes do momento e tentar reviver algo que não existe mais é uma coisa permanente do meu ser. Esquecer para ser feliz. Um momento para congelar e deixar no replay como aquela música recém descoberta no youtube ou aquela mensagem que a gente teima em ler todos os dias para aumentar os sorrisos.
Eu sempre escolho pessoas que podem contribuir para meus sorrisos o mais longe possível, me parece que os entretenimentos na minha localidade não são tão bons o suficiente para contribuir com aquele sorriso matuto. Vai ver que o fácil de mais não causa a mesma impressão!
Sorriso, momentos para congelar, pessoas, nomes, frases, mensagens!
Eu congelaria todos os momentos, mas acho que congelaria o último final de semana também. O casamento da Andréia e do Márcio trouxe muito mais do que sorrisos, trouxe também mensaginhas gostosas de ler e reler de um ser inteligente e que aparentemente sabe escrever!
segunda-feira, 31 de março de 2014
Não sei o que será, só sei que não vou mais esperar!
Amar, esse sim é um sentimento maluco que supera o desejo, o medo e o desconforto! Ver os olhos de quem sofre de amor nos leva a refletir a tudo o que acontece e mensurar os desejo de uma vida encaixotados dentro do nosso ser.
Amar sem contato físico, olhar e entender o que o outro está sentindo, sorrir, chorar! Estar longe e ainda estar perto.
Vi esse final aquele olhar, de luto e de tristeza que não parecia ter fim! Me levou ao passado, me pôs a imaginar o outro lado dessa minha história que não me deixa em paz e nem seguir em frente! E se eu tivesse tido a mesma atitude dela de ligar, mandar sms´s, whats app, inbox no facebook com medo de perder aquele sentimento que foi esvaindo!
Sei que perderia muita coisa, mas perderia quem importa? Será que o elo fraco dessa história também não fui eu que não tive forças para admitir que não queria perder?
O orgulho foi maior, o medo das brigas constantes foi maior? A minha culpa comigo mesma foi maior?
Perguntas que vez ou outra circulam em volta da minha cabeça como um sinal de alerta!
O sonho é que ou aqueles olhos voltem para mim ou eu encontre olhos novos para me guiar! Não sei o que será, só sei que não vou mais esperar!
Amar sem contato físico, olhar e entender o que o outro está sentindo, sorrir, chorar! Estar longe e ainda estar perto.
Vi esse final aquele olhar, de luto e de tristeza que não parecia ter fim! Me levou ao passado, me pôs a imaginar o outro lado dessa minha história que não me deixa em paz e nem seguir em frente! E se eu tivesse tido a mesma atitude dela de ligar, mandar sms´s, whats app, inbox no facebook com medo de perder aquele sentimento que foi esvaindo!
Sei que perderia muita coisa, mas perderia quem importa? Será que o elo fraco dessa história também não fui eu que não tive forças para admitir que não queria perder?
O orgulho foi maior, o medo das brigas constantes foi maior? A minha culpa comigo mesma foi maior?
Perguntas que vez ou outra circulam em volta da minha cabeça como um sinal de alerta!
O sonho é que ou aqueles olhos voltem para mim ou eu encontre olhos novos para me guiar! Não sei o que será, só sei que não vou mais esperar!
sexta-feira, 21 de março de 2014
O encontro com a morte
De tempos em tempos nos encontramos com a morte, seja em sonhos ou em devaneios. Devo dizer que andamos nos esbarrando muito nas duas esferas, principalmente numa forma unificada das duas situações.
Ontem fiquei imaginando naquele simulacro de vida a qual os espíritas se referem aos suicidas, que são obrigados a viver numa esfera de aprendizado tudo o que deveria ter experimentado durante a vida, preso em seu próprio ciclo como espectador do que seria seu destino.
Cheguei a me questionar dentro do meu próprio sonho onde teria dado fim a minha própria vida a fim de estar presa nesse simulacro. Vieram inúmeras situações em que isto poderia ter acontecido, mas três realmente me marcaram.
O primeiro quando o meu antigo relacionamento terminou, outro voltando de eventos alcoolizada e outro simplesmente por conta de um furo no pneu.
Me vi no sonho presa a tristeza de meus familiares e de alguns amigos, e, por conta disso não encontrava os caminhos para enfim traçar o meu novo eu. Me senti presa aquele momento e tenebrosa por de repente acordar percebendo ser aquela realidade onde meu ser se encontrava. Fiquei aflita ao imaginar que tudo o que acontece agora pudesse ser apenas uma sobra da minha vida.
Acordei com medo, sozinha da eloquência da divagação. Meu cérebro não parava de pensar, racionalizar e buscando encontrar verdades.
Por fim me lembrei de uma cena do filme Origem, cuja retórica é sonhos, e no qual o personagem do Leonardo de Caprio segurava um amuleto para lhe dar certeza de que estava na vida real. Não tive dúvidas, me levantei e na ponta dos pés parti para dividir cama com minha irmã mais velha.
Dormi feito criança segurando a ponta do lençol que envolvia o corpo dela e condensando o pensamento na respiração leve e tranquila dela. Assim me encontrei no mundo real. Tendo a certeza de que apesar de ter passado perto da morte algumas vezes por conta da minha falta de zelo por mim mesma, mas com a sensação de que nunca poderia tirar aquela tranquilidade das pessoas que amo.
A morte tem dessas coisas. Traz a reflexão do que realmente importa para a nossa vida. O ensinamento pode vir até mesmo por sonho, por devaneios. E me levou a me desculpar por qualquer medo, dúvida e frustração que fiz quem amo passar!
E assim eu vou aprendendo e mudando esse eterno rascunho que sou! Mas não nego! Tenho medo e muito medo desse que querendo ou não é destino de todos nós.
Ontem fiquei imaginando naquele simulacro de vida a qual os espíritas se referem aos suicidas, que são obrigados a viver numa esfera de aprendizado tudo o que deveria ter experimentado durante a vida, preso em seu próprio ciclo como espectador do que seria seu destino.
Cheguei a me questionar dentro do meu próprio sonho onde teria dado fim a minha própria vida a fim de estar presa nesse simulacro. Vieram inúmeras situações em que isto poderia ter acontecido, mas três realmente me marcaram.
O primeiro quando o meu antigo relacionamento terminou, outro voltando de eventos alcoolizada e outro simplesmente por conta de um furo no pneu.
Me vi no sonho presa a tristeza de meus familiares e de alguns amigos, e, por conta disso não encontrava os caminhos para enfim traçar o meu novo eu. Me senti presa aquele momento e tenebrosa por de repente acordar percebendo ser aquela realidade onde meu ser se encontrava. Fiquei aflita ao imaginar que tudo o que acontece agora pudesse ser apenas uma sobra da minha vida.
Acordei com medo, sozinha da eloquência da divagação. Meu cérebro não parava de pensar, racionalizar e buscando encontrar verdades.
Por fim me lembrei de uma cena do filme Origem, cuja retórica é sonhos, e no qual o personagem do Leonardo de Caprio segurava um amuleto para lhe dar certeza de que estava na vida real. Não tive dúvidas, me levantei e na ponta dos pés parti para dividir cama com minha irmã mais velha.
Dormi feito criança segurando a ponta do lençol que envolvia o corpo dela e condensando o pensamento na respiração leve e tranquila dela. Assim me encontrei no mundo real. Tendo a certeza de que apesar de ter passado perto da morte algumas vezes por conta da minha falta de zelo por mim mesma, mas com a sensação de que nunca poderia tirar aquela tranquilidade das pessoas que amo.
A morte tem dessas coisas. Traz a reflexão do que realmente importa para a nossa vida. O ensinamento pode vir até mesmo por sonho, por devaneios. E me levou a me desculpar por qualquer medo, dúvida e frustração que fiz quem amo passar!
E assim eu vou aprendendo e mudando esse eterno rascunho que sou! Mas não nego! Tenho medo e muito medo desse que querendo ou não é destino de todos nós.
quinta-feira, 13 de março de 2014
O retorno de saturno e brisa do norte
Quando nos damos conta que nunca mais vamos esquecer e isso é absolutamente normal o peso das ideias de meses simplesmente saltam dos ombros e com a cabeça mais calma os sonhos são mais apaziguadores.
A pressão da sociedade em amar, as postagens nas redes sociais de encontrar o amor. Tudo isso já fazia pouco sentido, agora fazem menos ainda.
Os sentimentos aos poucos vão fazendo mais sentido. Aquela frustração de erros e mágoas vai minguando.
Pela frente apenas um universo a ser desbravado.
Essa alma leve e mais adocicada abre caminhos antes poucos desbravados, enaltecidos e esperados.
O retorno de saturno e brisa do norte que lentamente anunciam mudança têm trazido boas novidades, novos sorrisos e amores.
Nos amigos encontrei a fagulha que mais incentivou a deixar o meu inconstante e feroz animal interno mais dócil. Fez sorrisos quando tudo que queria era lágrimas e deu esquecimento a tortura da lembrança que me tiravam do centro, do foco e do caminho correto.
Errei mais do que acertei enquanto me dava conta, aprendi com cada queda, cada gole de bebida e a cada sorriso forçado.
Construí novos muros de proteção em volta do coração, destruí alguns tijolos e coloquei um ou dois tijolos novamente pelo caminho. Não considero mais forte, mais neutra nem nada. Me conheço, sei que me entrego de cabeça quando algo que valha a pena surgir. Esse novo pensamento reflete a mudança dentro do meu ser.
Tempos atrás nem isso iria me permitir ou assumir. Vivo nessa inconstância por ter me visto obrigada a viver assim. Sem ver luz no fim do túnel, sem ver amores em beijos desconhecidos. Aos poucos, vou me descobrindo novamente e tendo a certeza que ainda ei de encontrar que me ame, me suporte e segure a minha mão através dos desafios da vida nessa encarnação.
A pressão da sociedade em amar, as postagens nas redes sociais de encontrar o amor. Tudo isso já fazia pouco sentido, agora fazem menos ainda.
Os sentimentos aos poucos vão fazendo mais sentido. Aquela frustração de erros e mágoas vai minguando.
Pela frente apenas um universo a ser desbravado.
Essa alma leve e mais adocicada abre caminhos antes poucos desbravados, enaltecidos e esperados.
O retorno de saturno e brisa do norte que lentamente anunciam mudança têm trazido boas novidades, novos sorrisos e amores.
Nos amigos encontrei a fagulha que mais incentivou a deixar o meu inconstante e feroz animal interno mais dócil. Fez sorrisos quando tudo que queria era lágrimas e deu esquecimento a tortura da lembrança que me tiravam do centro, do foco e do caminho correto.
Errei mais do que acertei enquanto me dava conta, aprendi com cada queda, cada gole de bebida e a cada sorriso forçado.
Construí novos muros de proteção em volta do coração, destruí alguns tijolos e coloquei um ou dois tijolos novamente pelo caminho. Não considero mais forte, mais neutra nem nada. Me conheço, sei que me entrego de cabeça quando algo que valha a pena surgir. Esse novo pensamento reflete a mudança dentro do meu ser.
Tempos atrás nem isso iria me permitir ou assumir. Vivo nessa inconstância por ter me visto obrigada a viver assim. Sem ver luz no fim do túnel, sem ver amores em beijos desconhecidos. Aos poucos, vou me descobrindo novamente e tendo a certeza que ainda ei de encontrar que me ame, me suporte e segure a minha mão através dos desafios da vida nessa encarnação.
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
COmo cheguei aqui
Quem não cria histórias para si mesmo? Sonhos, anseios e medos estão todos lá.
Damos continuidade a histórias que realmente existiram na nossa vida apenas para tentar destrinchar o que teria acontecido se tivesse ou não tomado a decisão do momento. Essa elipse maluca da vida pode levar alguns a loucura, mas as variações estão aí, certo?
Como seria a minha vida se não tivesse me decidido trabalhar no CNA aos 16 anos, não teria me vestido de palhaça e feito panfletagem na rua, não teria namorado, não teria conhecido a Thathy, Cris, Renata, Poly, Rick. Provavelmente não teríamos feito cachorros quentes na cozinha da escola.
Mas decidi trilhar esse caminho!
Como seria minha vida senão tivesse ido para Araraquara. Como viver sem a Isabela, Pamela, Alison, Fernando, Hanna, Maria Carolina, Heitor, Mariana abandonadora e tantos outros queridos? As noites no Almanaque Bar, na On Off, as risadas na redação da Tribuna Araraquara, as comilanças, são tantas histórias. Meus ombros para chorar a partida de um amor. Aprender a se virar sem ter papai e mamãe a 20 quilômetros apenas para dar apoio.
Tem outras situações que não podemos controlar, como a minha demissão. Mas se ela não acontecesse voltar realmente para Ribeirão Preto e numa tarde de solidão seguir a postagem da Ester Maria no Foursquare e conhece a Aliny que trouxe para a minha vida pessoas que não sei ficar sem como o Nenelson, Gisele, Leo, Guigui, Carlos, Amanda, Bruna e por aí vai.
Quem seria a Luiza hoje? O que ela estaria fazendo?
Muito difícil ficar pensando nessas variáveis que os filmes de ficção cientifica vivem explorando para aguçar ainda mais a minha curiosidade.
Esses loopings malucos que são dados durante a nossa vida são as melhores coisas, nos dão ferramentas para sonhar, investir e criar!
Obrigada vida
Damos continuidade a histórias que realmente existiram na nossa vida apenas para tentar destrinchar o que teria acontecido se tivesse ou não tomado a decisão do momento. Essa elipse maluca da vida pode levar alguns a loucura, mas as variações estão aí, certo?
Como seria a minha vida se não tivesse me decidido trabalhar no CNA aos 16 anos, não teria me vestido de palhaça e feito panfletagem na rua, não teria namorado, não teria conhecido a Thathy, Cris, Renata, Poly, Rick. Provavelmente não teríamos feito cachorros quentes na cozinha da escola.
Mas decidi trilhar esse caminho!
Como seria minha vida senão tivesse ido para Araraquara. Como viver sem a Isabela, Pamela, Alison, Fernando, Hanna, Maria Carolina, Heitor, Mariana abandonadora e tantos outros queridos? As noites no Almanaque Bar, na On Off, as risadas na redação da Tribuna Araraquara, as comilanças, são tantas histórias. Meus ombros para chorar a partida de um amor. Aprender a se virar sem ter papai e mamãe a 20 quilômetros apenas para dar apoio.
Tem outras situações que não podemos controlar, como a minha demissão. Mas se ela não acontecesse voltar realmente para Ribeirão Preto e numa tarde de solidão seguir a postagem da Ester Maria no Foursquare e conhece a Aliny que trouxe para a minha vida pessoas que não sei ficar sem como o Nenelson, Gisele, Leo, Guigui, Carlos, Amanda, Bruna e por aí vai.
Quem seria a Luiza hoje? O que ela estaria fazendo?
Muito difícil ficar pensando nessas variáveis que os filmes de ficção cientifica vivem explorando para aguçar ainda mais a minha curiosidade.
Esses loopings malucos que são dados durante a nossa vida são as melhores coisas, nos dão ferramentas para sonhar, investir e criar!
Obrigada vida
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
Não estou sempre certa, nem sempre disposta
As pessoas têm medo do meu comportamento, dos assuntos que eu falo e isso as incomoda. Sou inconstante, tenho meus medos e as minhas angustias muito bem guardadas. Não mostro isso para ninguém
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
Amigos
Quando apareceu pra mim estava perdida no vale da imensidão da tristeza, sem alguém que segurasse a minha mão e sussurrasse entre lágrimas que tudo ficaria bem. Tinha colo de mãe, pai, irmãos, tios e primos, mas no final nunca levamos realmente em consideração cada conselho que parecem vir mais por obrigação.
O vale da sombra da saudade parecia recheados de alegrias que não mais voltariam, de risos fáceis esquecidos e um sorriso obrigatório de "estou bem e vou sair dessa".
De repente aparecem anjos que te mostram que não é bem assim, apoiam suas loucuras, te tiram de casa do final de semana e com o passado do tempo vai tornando aquela negritude de tristeza em arco-íris de alegrias.
Tristeza tem sim seu momento de fim.
A gente supera muitas coisas sozinhos, mas o aconchego de um abraço caloroso descompromissado muitas vezes deixam a leveza no ar e tudo se torna mais bonito e sorridente.
Nunca saberei o que é de verdade ou não.
Quanto tempo o tempo será capaz de destruir algo tão bom ou nos jogar de novo naquela imensidão da tristeza. A dúvida que fica, será que eles ainda estarão ali para jogar a corda e nos resgatar novamente sem precisar usar aquela cara de "tudo bem?" quando na verdade tudo estiver desmoronando?
Já errei de ler amigos, amores e paixões.
Vamos aprendendo a levar em consideração tudo e a todos até aqueles que achamos que o fazem por obrigação. Dá-se um tempo e vemos que na verdade tudo, absolutamente tudo... família e amigos... nos falam do coração.
O vale da sombra da saudade parecia recheados de alegrias que não mais voltariam, de risos fáceis esquecidos e um sorriso obrigatório de "estou bem e vou sair dessa".
De repente aparecem anjos que te mostram que não é bem assim, apoiam suas loucuras, te tiram de casa do final de semana e com o passado do tempo vai tornando aquela negritude de tristeza em arco-íris de alegrias.
Tristeza tem sim seu momento de fim.
A gente supera muitas coisas sozinhos, mas o aconchego de um abraço caloroso descompromissado muitas vezes deixam a leveza no ar e tudo se torna mais bonito e sorridente.
Nunca saberei o que é de verdade ou não.
Quanto tempo o tempo será capaz de destruir algo tão bom ou nos jogar de novo naquela imensidão da tristeza. A dúvida que fica, será que eles ainda estarão ali para jogar a corda e nos resgatar novamente sem precisar usar aquela cara de "tudo bem?" quando na verdade tudo estiver desmoronando?
Já errei de ler amigos, amores e paixões.
Vamos aprendendo a levar em consideração tudo e a todos até aqueles que achamos que o fazem por obrigação. Dá-se um tempo e vemos que na verdade tudo, absolutamente tudo... família e amigos... nos falam do coração.
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
Aprenda naturalmente ou com duras verdades
Na ânsia do bem querer ao mundo e transformar desconhecidos
em melhores amigos transbordou-se de falsos sentimentos que encheram a alma e
depois lhe corroeu por dentro.
Dessa vontade, cultivou boas histórias, ignorou as más
qualidades, más famas e os alertas de quem verdadeiramente lhe queria bem.
Não se viu afogar naquela trama de meias verdades, muitas
mentiras e uma vontade de deixar o passado. Correu com os braços abertos
arrematados de saudades. Encontraram respostas vagas, meias orientações. Mesmo
assim, mesmo sabendo, mesmo o grilo falante imaginário que todos têm guardado
em suas próprias concepções alertando, foi.
Foi, pois o passado era bom demais. As histórias vinham recheadas
de riso fácil, brincadeiras infantis e relações sérias demais para serem
tomadas como verdade.
Não se arrependeu, pois é na calada da noite, na calada das
informações que se conhecem a real face e áurea de outros que tanto lhe
acompanharam e que lhe ajudaram a colocar novamente os óculos cor-de-rosa da
vida.
Trouxeram-lhe sonhos, trouxeram-lhe tardes e noites
inesquecíveis! Mas às vezes alguns fatos, pessoas, assim como os amores devem
ficar na gaveta do esquecimento da vida.
Antes de ir embora, após ter suprido a saudade que morava
apenas no seu coração, fechou os olhos. Gravou o momento e aqueles rostos.
Despediu-se.
Não disse até logo, disse um adeus que passou despercebido,
mas um adeus tardio.
Ouviu: Quando você volta para ver a sua família?
Respondeu em voz alta, sem tristeza, sem sentimentos:
Demorará.
A real resposta, entretanto deverá ser um alivio, pois a
verdade é que só voltará a ver aqueles antigos sonhos por acaso do destino, será
apenas de passagem, sem querer transformá-los em melhores amigos e desfazendo
laços que foram fracos ou falsos demais para serem estabelecidos realmente.
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
Irmãs de alma
Eu tenho a sorte de nesse mar de gente, entre casos de família que se odeiam, brigam por qualquer coisa em poder contar com três pessoinhas que fazem a minha vida ter total sentido. Do amor e do relacionamento dos meus pais nasceram quatro pessoas de bem.
Meus irmãos e minha família são tudo para mim, a mim podem denegrir, xingar, ofender, perseguir e qualquer outra coisa para me prejudicar, mas nunca mexam com os meus anjos. Eles me aguentaram pela minha chatice na infância, me apoiaram nas minhas decisões, limparam as minhas lágrimas e me ajudaram a me reerguer em todos os momentos que precisei.
Tivemos nossas fases de amor e ódio, eu sei, mas quando olho para trás vejo que só foram momentos bons.
Mas sou uma garota de sorte. Nessa jornada que já dura... um tempo... conheci pessoas especiais que considero minhas irmãs como a Daniela Ribeiro e a Aliny Martins.
Pessoas que com um olhar sabem me definir melhor que a mim mesma. Que me dão puxões de orelha sempre que necessário, o que é quase sempre e que me dão afagos quando preciso.
Não sei os motivos que levaram Deus a colocá-las no meu caminho, mas delas guardo momento marcantes. A Dani mais na fase de escola e a Aliny nessa fase mais maluquinha. Elas vieram para me dar eixo, eu acho.
Me peguei pensando nessas relações hoje enquanto estava no silêncio da piscina e vi que sou uma garota de sorte
Meus irmãos e minha família são tudo para mim, a mim podem denegrir, xingar, ofender, perseguir e qualquer outra coisa para me prejudicar, mas nunca mexam com os meus anjos. Eles me aguentaram pela minha chatice na infância, me apoiaram nas minhas decisões, limparam as minhas lágrimas e me ajudaram a me reerguer em todos os momentos que precisei.
Tivemos nossas fases de amor e ódio, eu sei, mas quando olho para trás vejo que só foram momentos bons.
Mas sou uma garota de sorte. Nessa jornada que já dura... um tempo... conheci pessoas especiais que considero minhas irmãs como a Daniela Ribeiro e a Aliny Martins.
Pessoas que com um olhar sabem me definir melhor que a mim mesma. Que me dão puxões de orelha sempre que necessário, o que é quase sempre e que me dão afagos quando preciso.
Não sei os motivos que levaram Deus a colocá-las no meu caminho, mas delas guardo momento marcantes. A Dani mais na fase de escola e a Aliny nessa fase mais maluquinha. Elas vieram para me dar eixo, eu acho.
Me peguei pensando nessas relações hoje enquanto estava no silêncio da piscina e vi que sou uma garota de sorte
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
Eu e meus passeios de bicicleta
Se tem uma coisa que eu aprendi a amar é a sensação de poder em estar numa bicicleta! O vento, a intensidade da pedalada, os caminhos, são apenas escolhas suas. Tá eu não ando pedalando com muita intensidade. Venho mais fazendo manutenção na bicicleta do que fazendo a atividade.
No sábado consegui finalmente pedalar, mas a umidade está angustiante a ponto de deixar a respiração quase que uma tarefa impossível. Mas pedalei míseros 25 kms.
Eu até pedalaria mais, tudo culpa da Xl, que me ligou no meio do caminho me convidando a parar no Casemirus. Não sou de ferro e não resisto uma boa cerveja gelada, ainda mais em um dia tão quente!
Resumindo, o término da pedalada não foi em casa, foi no bar! E a coitada da minha bicicleta terminou o sábado dentro do carro da Xl. Morou lá até domingo, mas antes passeou por Ribeirão Preto e foi para Jardinópolis com cinto de seguranças no porta malas
Foi um final de semana até que divertido para mim e para a minha amora mor da vida!
No sábado consegui finalmente pedalar, mas a umidade está angustiante a ponto de deixar a respiração quase que uma tarefa impossível. Mas pedalei míseros 25 kms.
Eu até pedalaria mais, tudo culpa da Xl, que me ligou no meio do caminho me convidando a parar no Casemirus. Não sou de ferro e não resisto uma boa cerveja gelada, ainda mais em um dia tão quente!
Resumindo, o término da pedalada não foi em casa, foi no bar! E a coitada da minha bicicleta terminou o sábado dentro do carro da Xl. Morou lá até domingo, mas antes passeou por Ribeirão Preto e foi para Jardinópolis com cinto de seguranças no porta malas
Foi um final de semana até que divertido para mim e para a minha amora mor da vida!
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
Qual a sua necessidade de dizer eu te amo?
Dizem que viemos ao mundo obter aprendizado, mas acho que viemos mesmo caçar o amor!
Têm aqueles seres que tiveram a sorte de encontrar o seu amor aos 12 anos de idade e agora já estão casados e com filhos ou planejando os filhos.
Têm as pessoas como eu. Encontraram o amor, mas por acreditar que ele não se ajustava mais e não completava outros amores (jornalismo, planos, viagens e sonhos maluco) decidi deixá-lo partir ou abrir mão dele (quase a mesma coisa).
Têm os desafortunados, que nunca o encontram. Talvez as pessoas mais tristes.
O ser humano tem esse fomento, essa vontade. A sensação de dizer eu te amo com o olhar, preencher a alma, o coração e o cotidiano maluco pelo simples fato de estar com alguém.
Eu tenho necessidade de amar todos os dias! Não uma pessoa específica, um caso específico, nem nada! Só amar!
Tento do jeito que posso e com as ferramentas que tenho me manter apaixonada. A paixão te deixa menos medrosa, menos vazia, dá mais sentido, apego e esperança de coisas melhores.
Abri mão do amor, mas não da paixão!
A minha necessidade de dizer eu te amo é diária. Digo a frase as flores, aos ventos, aos amigos, aos irmão, para meus pais e para Deus todos os dias.
Penso também como faz falta de um amor, homem e mulher, um relacionamento, de olho no olho que te deixa tonta e preenchida todas as manhãs! Se eu sinto falta, todos os dias... por isso amo quem merece. Para o amor a um homem, no momento deixei a porta aberta por um pequena fresta. Meu terapeuta disse que isso é um grande avanço, já que no ano passado eu acreditava que todo que conhecia era um energúmeno indigno de atenção depois de dois ou três dias.Mas o que eu posso fazer se não aguento mais pessoas descapacitadas intelectualmente?
E você qual a sua necessidade de dizer eu te amo?
Têm aqueles seres que tiveram a sorte de encontrar o seu amor aos 12 anos de idade e agora já estão casados e com filhos ou planejando os filhos.
Têm as pessoas como eu. Encontraram o amor, mas por acreditar que ele não se ajustava mais e não completava outros amores (jornalismo, planos, viagens e sonhos maluco) decidi deixá-lo partir ou abrir mão dele (quase a mesma coisa).
Têm os desafortunados, que nunca o encontram. Talvez as pessoas mais tristes.
O ser humano tem esse fomento, essa vontade. A sensação de dizer eu te amo com o olhar, preencher a alma, o coração e o cotidiano maluco pelo simples fato de estar com alguém.
Eu tenho necessidade de amar todos os dias! Não uma pessoa específica, um caso específico, nem nada! Só amar!
Tento do jeito que posso e com as ferramentas que tenho me manter apaixonada. A paixão te deixa menos medrosa, menos vazia, dá mais sentido, apego e esperança de coisas melhores.
Abri mão do amor, mas não da paixão!
A minha necessidade de dizer eu te amo é diária. Digo a frase as flores, aos ventos, aos amigos, aos irmão, para meus pais e para Deus todos os dias.
Penso também como faz falta de um amor, homem e mulher, um relacionamento, de olho no olho que te deixa tonta e preenchida todas as manhãs! Se eu sinto falta, todos os dias... por isso amo quem merece. Para o amor a um homem, no momento deixei a porta aberta por um pequena fresta. Meu terapeuta disse que isso é um grande avanço, já que no ano passado eu acreditava que todo que conhecia era um energúmeno indigno de atenção depois de dois ou três dias.Mas o que eu posso fazer se não aguento mais pessoas descapacitadas intelectualmente?
E você qual a sua necessidade de dizer eu te amo?
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
O silêncio e o ato
Ficou velada a vontade, ficaram nítidos as horas agradáveis... pode ser que novos momentos aconteçam ou tudo pode ter acontecido naquele momento único, naquele instante. Tanto faz.
Quantas caraminholas e noias podem nascer na cabeça de uma pessoa em poucos minutos e muitas horas. Raciocinar o que pode estar por vir e querer apenas sair correndo podendo apagar momentos bons por conta de uma dúvida ou um medo, não é uma tarefa fácil. Quantas vezes é possível passar na vida por esses tempos que determinam o que possam vir no futuro? São muitos?
A resposta mais acertada seria partir, mas como se joga na loteria em busca de uma felicidade financeira, lançou-se a jogar mais uma vez com o destino e pagar para ver o que daria daquela busca ínfima de liberdade e falta de medo. O resultado ainda é uma incógnita.
A julgar pelo pensamento revelado de tempos em tempos pela lembrança, o medo ainda corrói a alma e dilacera a reflexão com uma possível repercussão negativa, enquanto o aspecto exterior nada pensa apenas quer e deseja repetir aqueles momentos não de apenas vontades, mas também liberdade.
Quantas caraminholas e noias podem nascer na cabeça de uma pessoa em poucos minutos e muitas horas. Raciocinar o que pode estar por vir e querer apenas sair correndo podendo apagar momentos bons por conta de uma dúvida ou um medo, não é uma tarefa fácil. Quantas vezes é possível passar na vida por esses tempos que determinam o que possam vir no futuro? São muitos?
A resposta mais acertada seria partir, mas como se joga na loteria em busca de uma felicidade financeira, lançou-se a jogar mais uma vez com o destino e pagar para ver o que daria daquela busca ínfima de liberdade e falta de medo. O resultado ainda é uma incógnita.
A julgar pelo pensamento revelado de tempos em tempos pela lembrança, o medo ainda corrói a alma e dilacera a reflexão com uma possível repercussão negativa, enquanto o aspecto exterior nada pensa apenas quer e deseja repetir aqueles momentos não de apenas vontades, mas também liberdade.
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Fogos, praia, cubinha e felicidade
Tá! O ano de 2014 já tem nove dias e eu ainda estou pensando no Ano Novo, foram poucos dias de extrema felicidade, é recordar e se sentir plena. Bom a fatura do cartão de crédito ainda não chegou, então por enquanto só tenho boas recordações do réveillon.
Demorei uma eternidade para cravar o lugar que passaria a virada do ano. Tinha a possibilidade de ser Buenos Aires, mas ainda não descobri que meu pai na verdade é laranja do Eike Batista, então depois de ver os preços das passagens cada dia mais no nível das nuvens.
Depois cogitei Rifaina, mas blah, não queria! Não estava animada e a sensação de que me arrependeria me corroía. Sendo assim já falei para mim mesma: "Com família sera!"
Estava tudo decidido quando a Mariana Bruno me chama no inbox e pergunta: "Topa ir para a Bertioga, se topar vamos amanhã!"
Praia, caindo no colo... não nego, vou na hora!
Lá encontramos a alegria, o riso fácil e as lágrimas de felicidade. Amigos que gostaríamos de ter trazido com a gente e a certeza de ter acertado no tempo, no período e no ponto para ficar.
A vida tem essa beleza chamado de destino muito interessante, os novos amigos fizeram parte desses momentos especiais que se tiver sorte poderei contar aos sobrinhos ou quem sabe filhos (não sei o que vem por ai!).
Luais noturno com a brisa do mar, cubinhas (coca-cola e run) para aquecer e alegrar e horas livres para fazer absolutamente nada! Isso se resume janeiro.
Rolar na areia com um desconhecido e novo conhecido foi a cereja do bolo, tem coisa mais divertida do que fazer coisas espontâneas sem medos de qualquer consequência. Isso é liberdade! E liberdade hoje graças a internet, horários pré-determinados, falta de grana, se torna um artigo cada vez mais escasso!
A verdade nua e crua de janeiro, é que ele começou com um semblante mais leve, graças a vários fatores que deram errados e um apenas que deu certo.
Felicidade, obrigada por dar o ar da graça nos primeiros dias do ano e não se acanhe, pode vir mais dias desse 2014 que está nascendo agora.
Demorei uma eternidade para cravar o lugar que passaria a virada do ano. Tinha a possibilidade de ser Buenos Aires, mas ainda não descobri que meu pai na verdade é laranja do Eike Batista, então depois de ver os preços das passagens cada dia mais no nível das nuvens.
Depois cogitei Rifaina, mas blah, não queria! Não estava animada e a sensação de que me arrependeria me corroía. Sendo assim já falei para mim mesma: "Com família sera!"
Estava tudo decidido quando a Mariana Bruno me chama no inbox e pergunta: "Topa ir para a Bertioga, se topar vamos amanhã!"
Praia, caindo no colo... não nego, vou na hora!
Lá encontramos a alegria, o riso fácil e as lágrimas de felicidade. Amigos que gostaríamos de ter trazido com a gente e a certeza de ter acertado no tempo, no período e no ponto para ficar.
A vida tem essa beleza chamado de destino muito interessante, os novos amigos fizeram parte desses momentos especiais que se tiver sorte poderei contar aos sobrinhos ou quem sabe filhos (não sei o que vem por ai!).
Luais noturno com a brisa do mar, cubinhas (coca-cola e run) para aquecer e alegrar e horas livres para fazer absolutamente nada! Isso se resume janeiro.
Rolar na areia com um desconhecido e novo conhecido foi a cereja do bolo, tem coisa mais divertida do que fazer coisas espontâneas sem medos de qualquer consequência. Isso é liberdade! E liberdade hoje graças a internet, horários pré-determinados, falta de grana, se torna um artigo cada vez mais escasso!
A verdade nua e crua de janeiro, é que ele começou com um semblante mais leve, graças a vários fatores que deram errados e um apenas que deu certo.
Felicidade, obrigada por dar o ar da graça nos primeiros dias do ano e não se acanhe, pode vir mais dias desse 2014 que está nascendo agora.