De tempos em tempos me dá essa vontade louca de escrever sobre tudo qualquer Coisa. Vai crescendo e crescendo e vou escrevendo textos gigantes no facebook que ninguém vai ler.
Acontece que tem um nó no mei coração e na minha cabeça com coisas mirabolantes do que podem acontecer, do que acontecem, tudo ao mesmo tempo e em um looping constante.
Encontro a alegria em pequenas coisas, em repostas de mensagens, e lembranças me levando para mundos onde os problemas desaparecem e apenas sorrisos e olhares inebriantes enchem a alma.
Os planos deveriam ser sempre como imaginamos e não essa coisa maluca da realidade. Pelos meus planos não estaria aqui, não estaria lá, mas em todos os lugares e lugar nenhum. Paixões de uma noite durariam a vida inteira e a única coisa a ser levados a diante seriam os sorrisos.
Eu sorrio todo dia. Vendo o cachorro. O casal na rua. O tiozinho saindo com os pães na padaria, eu me stresso o tempo todo, com a mensagem não respondida, com o carro que bate depois de u a fechada e atrapalha os meus planos, com a falta de um amor e o tempo e o vento inquietantes que parecem sempre afastar quem eu quero mais perto.
Esses são pensamentos jogados em linhas, e palavras. A falta de sentido, faz o sentido ser o todo.
As palavras me fazem fechar a timeline das séries, deixar o livro do lado e ignorar as notícias da tv.
A vontade de tirar tudo de dentro da alma dá significado para as coisas, mas mesmo assim acabo não escrevendo tudo o que quero e preciso dando a sensação de que além de esconer as coisas para as letras quero esconder de mim.
Qual motivo nos levam a ser tão mentirosos com nossos sentimentos, o que esses juízes da sociedade fazem com a gente. Sim juízes, são eles que ditam não ame assim, saia curta demais alerta, felicidade edmais alerta, planos demais alerta, esse cara só quer transar com você, não corra muito atrás, não diga o que sinta, não sinta o que sente. Campinas pra que ir pra lá, fique em Ribeirão Preto, case, tenha filhos, não saia todas as noites, não escreva matérias assim, matérias negativas que vendem jornal, eles não fazem mais que a obrigação, virou assessora de imprensa deles, você naão serve para essa editoria, você não deveria ser jornalistz.
Por isso é mais fácil mentir por qualquer coisa, a verdade é desabilitada e desacreditada por nós todos os dias. Afinal, pra que serve a verdade? Ela magoa, não infla egos, não enche contas bancárias, não arrumam namorados.
De pequenas mentiras e inverdades somos obrigados a viver e vive de restos estagnado nos luxos dessa sociedade alcatraz que fazem do pouco tempo de terra serem infundos e inoportunos,
Meu deus quanta merda para uma pessoa só, mas são essas questões que me tiram o sono, acabam com os meus sonhos.
Ainda não descobri o que tem mais de gostos do que ir apertando as letrinhas do teclado e ir tirando tudo o que se passa na minha cabeça e ver formando textos incoerentes sem começo, meio e fim, sem preocupação se a sematica está certa, se é isso mesmo que poderia ser usado para descrevr, sem pensar se as palavras estão sendo escritas de acordo co o Aurélio e sem pensar se alguém vai ler.
Ainda tem muita merda nessa caxola, mas parti
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
Vontade loca de escrever
sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
Palavras apaixonantes
Tudo para ser mais um dia, mas nem sabia o que representaria aquele momento. Despediu-se do luxo dos eventos rechados de pessoas com falsa classe e sem argumentos próprios, apenas contextualizada com opiniões comprada de um site qualquer ou redes sociais. A procura era por um bom bate-papo, bons momentos com os amigos e com a irmã.
Foi por acaso, entre uma discussão e outra sobre um assunto qualquer que o interesse foi despertado, em tudo parecia haver sentido dos lábios que profanavam sabias palavras, ou seria apenas a luz interna e aquela face translucida de enloquencia sabedoria a fazer tudo ter sentido? Não sabia, não sabe e talvez nem irá saber!
A única coisa que entendia era a necessidade de ouvir mais, enebriar-se de cada palavra sendo conduzida a um universo onde nada fazia sentido e apenas os lábios se moviam. Fascinada só queria mais e mais.
sexta-feira, 4 de julho de 2014
Sorriso vago
Mesmo que não sejam só para mim, me levou para um caminho único e sem volta da admiração.
Aquele sorriso, vago e cheio de história, me deixou com vontade de fazer as minhas. Me lembro que eu também tenho meus sonhos e que não preciso apenas viver o dia-a-dia deixando para traz todos os meus sonhos.
Como pouca coisa faz tantas dúvidas acabarem, todos os projetos serem reacendidos.
Que poder tem certas pessoas que passam pela nossa vida. Que força nos dão. Que lição de vida.
Foi como um flash em um registro fotográfico. Iluminou o que estava na penumbra e acabou me lembrando quem eu era no meio da escuridão do medo de não ter um alguém do meu lado.
Com suas histórias, recheadas em sorrisos, me lembrou que o que mais preciso eu já tenho e não existe necessidade de mais nada. O que vier depois do que já tenho será um complemento. O sorriso vago somou, fez sua história e cumpriu a promessa que silenciosamente fiz a mim mesma: ser feliz.
Baixinho, entre um sorriso e outro, disse que tinha medo de me machucar. Aprendi com o tempo que apenas eu me machuco. De sorrisos misteriosos em sorrisos misteriosos cativou minha admiração e estará para sempre guardado com muito amor dentro do coração!
segunda-feira, 16 de junho de 2014
Uma simples busca no google
Se tiver paciência, sei que não tem, lerá alguns dos meus textos. Me julgarás como uma menina boba, apaixonada, fútil, frívola, sei lá. Talvez caia nesse texto e tente imaginar o que se passou na minha cabeça nesse momento.
Admito, busquei seu nome. Como faço com todo mundo! Pesquisa é uma das premissas do jornalismo querido! Li tanta coisa!
Sim eu disse adeus e vc não reparou. Sentada na cozinha, com cara de cachorro que caiu da mudança ouvi que nos veríamos de novo. Dentro da minha alma sabia que as palavras foram jogadas ao vento. Sabia que ia ser a última vez, mas achei melhor guardar só para mim!
Meu sexto sentido já tinha me alertado, mas mesmo assim quis me envolver. Como você mesmo disse: "a gente se envolve, mesmo quando teima em dizer que não quer." Até hoje não compreendo as palavras.
Realmente achei no começo que talvez, no meio daquele pântano em que havia jogado meu coração ele estivesse protegido, mas do seu jeito, sem querer, resgatou ele. Pisou em cima e jogou de volta.
Sei que não foi sua intenção. Que faz parte do seu ser e tudo mais.
Mas disse Adeus e vc não reparou! Quando reparar, quem sabe? quem viu? quem quer ver?
De volta pro pântano!
segunda-feira, 9 de junho de 2014
Para a Ariane
segunda-feira, 2 de junho de 2014
Um feliz ano novo pra você!
Esse ano, sem querer, mas querendo me fechei em minha concha, refleti sobre os meus 28 anos de vida. O que deu certo, o que deu errado. A minha ânsia imediata para que tudo saia dos planos imediatas que por fim são quase que eu autosabotagem.
Pensei, pensei, pensei e o medo me consumiu. Me afastei, me fechei e sofri com as loucuras que passam nas cabeças das mentes insanas.
Me aconcheguei em abraços protetores e depois fui ficando tristinha e com medo de nunca mais tê-los envolvendo meu corpo, me protegendo e me deixando sentir mais especial! Noiei, enlouqueci em silêncio, meu estômago revirou.
Pensei em trabalho, nos meus desejos e sonhos que parecem que nunca vão se concretizar e noiei, enlouqueci em silêncio, meu estômago revirou.
Pensei em família, nas mudanças, no pai que viaja e volta, na mãe que está sempre lá por mim, na irmã indo pra outro Estado, na outra em outra cidade, o outro lá longe na faculdade e noiei, enlouqueci em silêncio, meu estômago revirou.
Antes de dormir, ontem, coloquei nas mãos dos sábios, dos deuses, do tempo e do destino todas as noias e hoje no colo macio da certeza de quem realmente me ama ouvi os puxões de orelha, os conselhos, a voz macia. E aí gritei a minha noia, destranquei minhas dúvidas, desrevirei meu estômago, li um email delicado e muito fofo e voltei a ser eu!
Por quanto tempo? não sei... Mas um feliz ano novo pra mim e pra você
sábado, 24 de maio de 2014
Ansiedade
Perdi noites inteiras relembrando pequenos gestos, toques e sorrisos.
Me perguntando se agora era a hora ou não de mergulhar e me deixar afogar pela pequena paixonite que está querendo nascer.
Não sei se deixo, se apenas deixo florescer e corto-lhe quando o botão for desabrochar ou deixo no jardim até que de repente morra.
Estarei eu nos seus planos, nos seus caminhos.
Em ti só vejo o sucesso, as conquistas e certezas. Será que tem um espacinho para mim nesse seu cotidiano atribulado.
Se entre um plantão e outro eu invado a sua lembrança, assim como você faz na minha rotina de trabalho?
Ansiedade que me toma a alma!
Ansiedade de ver seu sorriso!
Ansiedade de me aninhar no seu abraço!
Será que com você também é assim?
Ansiedade de saber isso também, mas quem sou eu para perguntar, né! Nada!
segunda-feira, 19 de maio de 2014
O que você quer de mim?
Há dias que quero flores, outros que provavelmente as jogarei no lixo quando o feminismo ridículo que vive dentro de cada mulher falar mais alto.
Dias que uma mensagem me derrete e outras que mensagens no mesmo sentido causam confusão sentimental.
Tem dias que quero ele só para mim, já outros desejo que ele descubra o mundo, mas que volte.
Do outro lado, a vários kms de mim não sei o que se passa naquela cabeça que carrega tantos cachinhos pendurados.
Tento entender do dia a dia, mas nossas conversas são vagas e pautadas em momentos que vivemos e vamos viver.
Sim eu não queria me envolver, mas acontece que quando acho que estou mandando em mim, não consigo mais. A grama ao lado não está tão verde e tudo parece empalecido sem notícias daquele ser. Estou lutando contra isso, é sempre mais fácil. Quando acho que estou conseguindo, vem uma mensagem fofinha, ou aquela sms não quero te deixar no vácuo ou outra caliente, e tudo vai por água abaixo.
Que bosta de vida, que bosta gostar de alguém com o mesmo perfil complicado que eu. Mas se nem eu sei o que quero, como vou saber o que quer de mim?
quarta-feira, 14 de maio de 2014
Luiza, o que você está querendo?
Os sorrisos são completados com migalhas de atenção
Será que eu realmente preciso dessas migalhinhas?
O pensamento fica o dia todo lá. Hora no trabalho, hora em outro lugar!
Não sei se precisa de mim apenas para as mensagens safadinhas, as de preocupação e as de lembranças.
E seu eu desaparecesse completamente das sms´s, lembraria de mim?
Sei, postagens positivas e apaixonadinhas são as mais fáceis de escrever do que as de dúvidas. Eu não quero um rótulo ou uma obrigação, quero alguém que acorde também pensando em mim e compartilhe esses momentos comigo
Mas se relacionar com outras Luiza´s não é fácil, a gente sabe o que tá rolando e percebe... aí mais gente
quarta-feira, 30 de abril de 2014
Acordar de um jeito bom
No dia anterior havia brigado, brincando, que ele me abandonará por dois dias seguidos pela manhã. Por conta disso fui obrigada a tomar café da máquina na pressa inoportuna das manhãs. Ele rirá, como sempre faz quando o incomodo com minhas queixas infantis.
Hoje, tudo o que desejará era algum tempo a mais de sono. Depois de dias, voltei a dormir no meu quarto já que pesadelos me consumiam e o mais indicado era causar transtornos à Ariane, fazendo-a dividir a cama e o quarto comigo.
Mais cinco minutinhos, pensa, mas os dedinhos não parava. Na ponta da língua estava o famigerado "pai, já estou grandinha e sei dos meus compromissos, me deixe", no mau humor que tomava tentava invadir o despertar obrigado.
A ação foi interrompida por uma voz que não ouvia há tempos. "Não sabia que eu vinha pra cá?".
O coração entrou em turbilhão! O sorriso tomou conta da face e o despertar outrora obrigado acabou por ser cheio de emoção. Depois de algum tempo acordando com a Ariane, me vi sendo acordada pela Aline. A outra parte. De surpresa.
A alegria percorreu a alma e me acordou! Pulei da cama, beijei, abracei, ri, abracei de novo. Na eloquência da saudade. Se algum desconhecido visse a cena acharia que havia eternidade que não a via, mas foram apenas poucos dias afastadas.
A minha alma tem esse aspecto carente e saudades imediatas.
A minha birrinha infantil com o pai no dia anterior deve ter surtido efeito. Ou pode ter sido o efeito Aline, mesmo. Só sei que depois do afago e de apertá-la por alguns minutos os cheiros e sabores do café já invadiam a casa. Só faltava a nossa presença a mesa.
Com visita boa até a madame do sono, a Loirão, resolveu acordar. Antes também nos acomodamos na cama dela e perdemos algum tempo divagando sobre o cotidiano, o futuro e salpicando um pouco do passado.
Café tomado, abraços abraçados, foi hora de caminhar para a rotina. Mas com a sensação na alma que tive o prazer de acordar de um jeito bom.
terça-feira, 29 de abril de 2014
Sai da minha cabeça, faz favor?
O que me atraiu foi a criatividade no papo, um ar intelectual arteiro que convivo muito bem. Meu irmão tem uma aure assim. E pessoas assim são divertidas, me fazem rir, pensar, me estimulam e me levam a sonhar.
Primeiro a ânsia do primeiro beijo, sai de perto da família, puxa no canto, duas ou três palavras que nunca lembrarei e o coração na boca, quase que querendo sair e ir para outro lugar. Talvez se esconder e ficar protegido.
Não sei explicar quando a química bate. Foi aquela sensação de estou me sentido bem, de línguas cruzando caminhos desconhecidos e se descobrindo. Uma explosão de sabores, sentimentos, vontade de quero mais e aquele pedido para Deus que a pressa do relógio desapressasse um pouquinho.
Coisa boba de se pensar durante um beijo com um desconhecido.
Mas a alma acalmou, difícil encontrar alguém que faça o meu tornado interno querer sossegar por um minuto e parar de destruir toda a paisagem em volta.
Mas a noite acabou, com a certeza de um novo beijo no dia seguinte, que emendou-se no mesmo mar de sensações. Primeiro sentindo o terreno, vendo se ainda era propriedade minha e depois deixando-me naufragar no mar de encantos que nem sei listar, mas sei que existem por lá.
Sei, parece coisa de menina. Mas eu sou uma menina. Com a diferença que eu tenho a loucura de tirar tudo da minha cabeça e escrever para ver se eu paro de pensar nisso.
Desde o começo foi tudo tão perfeito, poucas semanas de muita alegria, mas uma distância que parece ser o novo encalço da minha vida. Quais os motivos que os anjos não me deixam ver estrelinhas quando conheço alguém que more mais perto de mim? O que eu preciso aprender tentando conhecer uma pessoa que mora tão tão tão distante que deve morar no reino da princesa Fiona e seu amado Shrek?
Não sei, a única coisa que sei é que vou morrendo de agonia a cada mensagem que não chega, de alegria a cada mensagem que chega e incertezas a cada tempo que passo.
Queria mesmo é aquela loucura que rege a mente feminina, que nem mesmo eu com cujos amigos dizem ter um certo que de masculino no pensamento consegue mudar. O desejo é só um de ficar perto daqueles cachinhos, dos óculos quadrados e dos olhos caídos até ver o que realmente pode dar. Louca, completamente maluca.
O meu eu masculino fica me gritando em alerta. "O maluca, desencana, volta pra night, volta pro fácil e esquece o difícil", enquanto o feminino grita do outro lado: "Não ouça, pule da ponte, aproveite cada momento, cada sentimento."
Nessa dualidade de pensamentos, fico no meio. Hora sonhando, hora lutando, hora sofrendo, hora querendo, hora desquerendo.
Mas chega uma hora que a única coisa que quero é que saia da minha cabeça, faz favor? No segundo seguinte, me recordo das alegrias tão boas e grito, volteeeeeeee!
segunda-feira, 28 de abril de 2014
sexta-feira, 25 de abril de 2014
Com café e com afagos
Me sacode às seis horas da manhã
Me sorri um sorriso pontual"
A rotina pode ser massacrante ou fatigante, mas tem seus méritos de salpicar a alegrias. Ao acordar ainda sem forças de abrir os olhos, o primeiro despertar acontece ao ouvi-lo saindo da cama. O despertador que ainda teima em cantar aquela melodia de quem pediu quase em suplica dez ou 15 minutos a mais na cama.
Os olhos abrem, no celular a hora, 7h. Enquanto isso outros sons de despertar invadem a casa. Primeiro o chuveiro, minutos depois a cozinha começa a movimentar. Barulho de panelas, depois do fogo recebendo vida, a água na chaleira.
O levantar realmente acontece no primeiro cheiro do café. Um leve convite a sair da cama e sair do mundo de sonhos que a acompanhou durante a viagem noturna do descanso. Chuveiro. Agora é a sua vez.
Quando está pronta para levar o primeiro gole do líquido negro e despertador do café, já sente olhos alheios lhe instigando como será o seu dia. Sorri. Toca algumas palavras, olhares, não quer ir embora. A rua e a rotina a chamam.
Antes de partir uma gracinha. Lhe aperta as bochechas, cutucas os olhos e as entradas na sua teste provocada pelas falhar no cabelo.
Sorri e tem certeza de ter momento únicos só para ele e para ela! A consciência lhe dá a certeza. Quantos filhos, além de seus irmãos, têm essa sorte. De acompanhar a rotina de seu herói desde o despertar e ainda são agraciados com um café tão amoroso e cheio de afagos.
A sorte de poucos, com certeza
quinta-feira, 24 de abril de 2014
O tempo
O tempo pde ser o grande aliado
Adeus
De tempos em tempos os olhares se cruzavam e o pensamento lhe consumia: "será que ele pensa a mesma coisa, acho que não?"
Na sua cabeça o pensamento era só um. Já viverá aquela expectativa de rever alguém que mora longe e depois de desenhar várias vezes os momentos posteriores de dias tão bons, nunca o reencontro era tão bom como os primeiros dias vividos. Apenas a loucura na sua cabeça era boa.
A memória de beijos salpicados entre uma conversa e outra ainda estava quente naquele momento enquanto deitada no sofá afagava-lhe as mãos. Tentava decorar seus traços enquanto o assistia divagar sobre o futuro, comentar um vídeo ou simplesmente rir de alguma coisa que os amigos lhe falavam.
Estava absorta em seus pensamentos terríveis de um adeus ou na falta de datas de um reencontro, enquanto assistia inerte toda aquela cena como espectadora do momento e nesse mesmo tempo se crucificando por escolhas que ainda seria obrigada a fazer e as quais ele sem saber a ajudará.
Foram poucos minutos deitada antes de entrar em um carro e tortuosamente remoer sobre a volta a rotina, sabendo que sofreria com a falta de seus beijos, do calor do seu corpo, e sabendo que a cada sms da operadora de celular lembraria dele.
Afinal, nos poucos dias juntos, poucas coisas ficaram de suspense para mensagens de saudades ou vontades que ainda não haviam sido concretizadas.
Levantar daquele aconchego foi extenuante. Sentiu que um pedaço de um sentimento, aquele que tanto podou para que não crescesse e invadisse a alma, ficará ali deitado para deixar parte sua ao seu lado.
No quarto, enquanto pegava o resto de suas coisas para a viagem de volta a surpresa de um bom um abraço e uma promessa: "Não se trata de um adeus, quero deixar claro!" Dentro de sua cabeça respondeu, "duvido"
Duvidará e continua duvidando. Apesar dos dias subsequentes terem sido regados de mensagens, sentia e sente que aos poucos tudo irá minguar. Insolentes os pensamentos que surrupiavam os toques no teclado que deveriam ser destinados a outros textos, mas que não paravam de lhe atormentar.
Mas ainda era atormentada pelo quanto daquele "não é adeus" deveria acreditar. Não ficaram datas, só ficaram sonhos e lembranças.
Depois destrinchando todos os momentos sabia que nada lhe havia prometido, a frase quero apenas a minha independência e outras pontuações que deixavam claros as vontades de falta de qualquer ato mais íntimos deixava apenas o óbvio. Aquele colo no sofá, o abraço surpresa dentro do quanto e o beijo antes de partir foram sim uma forma velada de dizer Adeus.
quarta-feira, 23 de abril de 2014
maluquinha
Cutucar quando desejava o sono e eu o despertar. Sorrindo e sem a grosseria que podia acompanhar.
Futuro não sei, não quero saber.
Sabe quando passamos por dias tão gostosos e aconchegantes perto de uma pessoa que quando nos separamos a alegria teima em não sair da alma, parece estar costurado na alma como a sombra de Peter Pan foi costurado na sua sola pela meiga Wendy.
Tudo anda parecendo tão mágico, problemas antigos, novos parecem ter nenhuma importância assim que recebo a primeira mensagem do dia, a resposta dos emails inconsequentes.
Esse tipo de relacionamento que é o bom de ser ter na vida, aquele que te traz sorrisos, vontade de estar junto e pouca cobrança. Tá a incerteza incomoda, afinal o hoje pode estar gostoso, já que mesmo com a distância o intervalo do primeiro e segundo encontro foram de pouco mais de duas semanas.
Mas quem se importa com incertezas quando o que sente é uma alma levinha levinha?
Vim de uma fase difícil, de poucos sonhos, zero de mistérios, zero de perturbações de como seria o futuro se ficasse assim ou assado. Agora, está bem mais gostoso.
Graças aos cachinhos amontoados e os beijos silenciosos pela manhã ^^
terça-feira, 22 de abril de 2014
Balança
terça-feira, 15 de abril de 2014
dá muita vontade de você, o tempo todo!
O sorriso já não é mais tão vazio é cheio de coisa: esperanças e planos que havia matado durante a jornada sem fim de reconstrução do que me tornei.
Olhar para trás já não dói tanto mais, não faz falta. Não tem mais cheiro que remeta a insanidade dos atos.
O tempo todo vejo motivo para sorrir, me dedicar ao trabalho, aos conflitos internos de mim mesma. A ansiosidade foi direcionada para outros motivos, não mais para a balada vazia para o esquecimento dos problemas e fracasso.
Mensagens da operadora têm outro tom, outro sentimento, agora sempre dão raiva, acho que é outra coisa, outra pessoa, outro nome, outro motivo.
O duro é escolher por distância, amá-la, odiá-la. Fica o questionamento, seria a mesma coisa se ao invés de vários quilômetros, que parecem ser a distância percorrida para chegar a lua, fossem poucos outros. Seria essa a mesma sensação de que o coração está na garganta e que as pernas parecem não te compreender?
Na verdade isso tudo é uma grande interrogação.
Como sempre, nem tudo é certo. Apesar dos emails graciosos chegando, nunca sabemos qual o ponto de destino, mas mesmo quando sabemos ainda não entendemos qual será o destino dessa jornada.
Algumas vezes durante essa minha jornada chamada vida, algumas paradas acrescentaram, entre alegrias e tristezas, sonhos que foram semeados e não germinaram.
Já escrevi por aqui antes, aprendi a viver a vida de sentimentos em sentimentos. Passei pela tristeza, raiva, fúria, divertimento, sonhos, esperanças, desanimo, medo, ressentimento, platonismo. Acredito que agora vou cultivar esse sorriso. Dos primeiros acordes do celular para o despertar, até o fechar dos olhos de cansaço e dentro do pensamento confabulações de desejos que parecem não querer deixar o corpo e a mente, vou cultivando o sorriso.
Muita vontade de você, o tempo todo! Parece pouco, mas é uma pequena frase que foi capaz de mudar a minha áurea e esquecer um pouco de toda a tristeza que parecia estar enraizada até a última centelha de fragmento da minha alma.
quinta-feira, 10 de abril de 2014
Off-line por escolha
Quando o contrário tromba na minha frente, é quase um mundo de fascínio, meio que chamada do Globo Repórter ou aquelas matérias especiais do Profissão Repórter! "Pessoas off-line, quem são, como são e aonde vivem?" Essa frase meio que vem imediatamente na minha cabeça.
Essa vida conectada, nos roubam sensações. Esperar um sms, um email, que vem junto naquela aflição gostosa dos questionamentos do será que vai responder e vai demorar quanto tempo.
Nesse pensamento maluco me peguei pensando em Donwton Abbey, aquela série britânica dos anos 20 ou se lá o que (eu assisti a série inteira e não sei, vergonha). Imagina como devia ser angustiante trocar cartas com uma pessoa e demorar dias para obter alguma resposta ou sinal de vida, ou pior, a dita cuja se perder pelo caminho.
Mas ando dando valor a essa espera, que anda aquecendo o coração. Saber quanto tempo mais vai me dar essa sensação, não sei. Mas sempre será muito interessante e vai tirando aquela coisa podre envolta do meu coração. Trazendo a esperança perdida de um pouco do romantismo de volta.
Sei lá, mulher devaneia nas coisas! Eu sou muito moleca, mas todas nós temos o pensamento lúdico quando alguma coisa mostra que talvez de certo.
A realidade vem chegando aos poucos, levantando os problemas, trazendo as frustrações e o sofrimento do que pode ou não ter sido!
Mas o simples fato de poder fechar os olhos, nesse mundo off-line, esquecer que as probabilidades são mais não do que sim, e sorrir. Isso nada mais paga!
Vou esperando as sms´s, quem sabe uma ligação, quem sabe um email, uma flor, um benção, uma visita e até mesmo uma lágrima quando o então sonho for apenas um sonho e só isso.
quarta-feira, 9 de abril de 2014
Um momento para congelar
Tenho vários, mas provavelmente entre um dos momentos escolheria o último final de semana! Tenho me desprendido de coisas tristes. A mania de me agarrar a momentos infelizes do momento e tentar reviver algo que não existe mais é uma coisa permanente do meu ser. Esquecer para ser feliz. Um momento para congelar e deixar no replay como aquela música recém descoberta no youtube ou aquela mensagem que a gente teima em ler todos os dias para aumentar os sorrisos.
Eu sempre escolho pessoas que podem contribuir para meus sorrisos o mais longe possível, me parece que os entretenimentos na minha localidade não são tão bons o suficiente para contribuir com aquele sorriso matuto. Vai ver que o fácil de mais não causa a mesma impressão!
Sorriso, momentos para congelar, pessoas, nomes, frases, mensagens!
Eu congelaria todos os momentos, mas acho que congelaria o último final de semana também. O casamento da Andréia e do Márcio trouxe muito mais do que sorrisos, trouxe também mensaginhas gostosas de ler e reler de um ser inteligente e que aparentemente sabe escrever!