quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Medo

Tenho medo todos os dias e são medos diferente. Tenho medo de ser uma péssima jornalista, ser preguiçosa demais, péssima apuradora e me perder demais nas atualizações do feedly e deixar o meu dia escapar por entre os dedos. Nesse último, admito, sempre me deixo levar. A curiosidade em saber o que está acontecendo no universo das fofocas, política, esporte e moda são muito mais interessantes que o meu cotidiano. Sorte que dá para fazer isso durante a minha rotina de trabalho sem atrapalhar muito.
Um dia vão criar uma rehab para viciados em informação e eu vou me internar.
Outros medos é de ser complicada demais, dificultar a abertura de um novo amor e aí vem outro medo, de amar e ser amada. Isso intimamente ligado as minhas complicações. Não dá para postar a minha real opinião senão eu ia ter que censurar meu blog... rs...
Vou aprendendo com os meus medos. Não tenho mais medo de ser apenas mais uma de ninguém, ou de ser esquecida.
Meu maior defeito é ter essa memória de elefante. Vão se passar anos e ainda vou lembrar de detalhes que ninguém mais lembra, nomes que muitos esqueceram ou simplesmente não querem lembrar.
O duro, meus caros, é que com esse benefício, vem a merda da lembranças dos erros que sempre persistem em voltar. E aquele pensamento momentâneo que muitos têm de onde eu errei parece persistir nas minhas memórias. Eu quase que me acostumei.
Com o passar do tempo vai nascendo outros medos... Rugas, fôlego, pique para sair e paciência. E Claro, a morte! Quem não tem medo do desconhecido?
Medos são superados não por vontade, mas por necessidade. Quem iria aguentar pensar nos medos 24 horas por dia? Eu nunca aguentaria. não sou essa super heroína, tenho falhas que até a mim doem reconhecer, mas só de reconhecer isso já mostra outra característica.
Mesmo com essa coragem carrego no bolso todos os meu medos, pois são eles que me dão coragem e força para seguir adiante.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Um novo esporte, não tão novo assim!

Já viu alguma coisa que te impressionou, mesmo que por pouco tempo e você se perguntou como um ser humano poderia fazer tal coisa. Isso sempre me acontece, a curiosidade nos leva para alguns locais que querendo ou não nos marcam.
No final de semana conheci um pessoal alucinado por wakeboard. É um linguajar diferente e outros conceitos de se levar a vida. Parece loucura ver uma prancha deslizar de um lado para outro puxado por uma lancha, será que o homem pré-histórico pensou em alguma vez que teria a capacidade de fazer isso?
É um esporte fascinante. Aplausos para quem consegue fazer qualquer tipo de manobras, já que me deu calafrios só de pensar em ser puxada em cima qualquer coisa em uma represa, lago, rio, oceano. Pra mim, água é igual a natação. Aí começo a lembrar do ombro que desloca só de sair do carro, do pé quebrado depois da balada e nas dores que o esporte pode provocar no corpo. A idade está chegando e eu acredito estar ficando preguiçosa para novidades desse tipo, esportivas. Natação e bicicleta está ótimo para essa vida! Não vou cravar, pois quem me conhece sabe que não mudo de opinião facilmente e sou muito difícil de ser convencida, ao contrário.
Pra mim foi novidade, mas tem gente que está careca de saber. Curiosa e ávida por novas leituras, entrei nessa manhã em vários sites a respeito e fiquei completamente enlouquecida por fotos. As imagens são simplesmente lindas, deu vontade de virar especialista e parar de ficar só brincando de fotografia.
O texto é complexo, são muitos termos especializados e com origem gringa. É quase como assistir séries médicas com legenda em inglês, uma loucura sem fim com alívio imediato ao voltar para a legenda em português. Ou fazer a loucura de tentar dar uma olhada nos artigos de fonoaudiologia ou matemática das minhas irmãs.
Mas é um novo esporte para mim e não tão novo assim para os lunáticos. Fica a lembrança pra vida de que gostei de ver, mesmo que por duas horinhas só as maluquices!

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Matérias boas de fazer: o furto do gnomo de jardim

Sempre tem uma reportagem que marca a gente. Traz dor e muitas vezes crisos de risos. Quando eu era repórter colaboradora da Folha de São Paulo fiz algumas que certamente marcaram a minha vida. Uma delas foi um roubo de anões de jardins que chegou a ser uma das mais lidas do www.folha.com e que me deu dores abdominais por conta dos comentários da mesma.
Hoje em um dos meus momentos de loucura, dei um google no meu nome. Não sei os motivos que me levam à isso, mas o fato é que eu sempre faço isso e achei uma comentário a citada matéria que mais uma vez me levou aos risos sem fim que colocam a minha personalidade maluca em primeiro plano.

A mesma foi publicada no site: http://oesquema.com.br/ e escrito pela também jornalista Ana Freitas

8 de fevereiro de 2011 às 18h12

Sequestro em Ribeirão Preto




Tem várias possibilidades. A primeira é o ladrão ter tomado um ácido ou comido uns cogumelos – isso explicaria a necessidade dele de resgatar o gnomo e seus companheiros de jardim, que há anos estão oprimidos pela grade (do jardim). A segunda é alguém ter assistido Amelie Poulain demais, e ai já viu, tem esse negócio de viajar com o gnomo de jardim, tirar foto com o gnomo de jardim…
Pode rolar do cara ser um louco que está lutando pela libertação de todos os gnomos de jardim. Nesse caso, nos resta aguardar e observar o noticiário ribeiro-pretano, em busca das próximas estátuas de cerâmica sortudas a ganharem o mundo. A propósito, eu mesma sou totalmente a favor da libertação dos gnomos de jardim, bem como dos cones de estacionamento. Acho inclusive absurdo chamar o responsável de ‘ladrão’; ele é um revolucionário, um libertário. Mas isso não vem ao caso.
Outra possibilidade é o cara querer sacanear alguém que claramente se importa muito com seus enfeites de jardim, porque só isso explica alguém ir até a delegacia para dar queixa de uma centopéia, um sapo e um gnomo de cerâmica. Não sou insensível, só realista.
Qualquer que sejam as motivações, fica claro que ele não é tão experiente quanto um profissional, e provavelmente não faz parte da Frente de Libertação dos Gnomos de Jardim, entidade francesa responsável pela libertação de muitos gnomos encarcerados. Nem tampouco é um justiceiro independente, como esse, que conseguiu dar liberdade a 170 gnomos na França.
Eu ia dizer que também é possível que os bonecos tenham criado vida e fugido por conta própria, mas isso claramente não aconteceu, e a própria polícia, pra não dar margem pra essa interpretação, deixa claro à reportagem que há marcas de pés sujos nas paredes. Agora, faro mesmo tem essa repórter aí, a Luiza Pellicani. Ter a presença de espírito de sacar que uma matéria de três parágrafos sobre um roubo de gnomos de jardim em Ribeirão Preto poderia ser comprada pela Folha de São Paulo (eu sei que ela foi comprada porque não é matéria da sucursal, é colaboração) exige muita perspicácia (e eu não tô zuando). Fosse eu a Luiza, no máximo riria da história e publicaria ela aqui. Por isso que eu tô pobre :/


segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Sensações

Já parou para pensar na primeira paixão da vida? Nas sensações desconhecidas do nosso imaginário, no platonismo alucinante de estar perto de uma pessoa? Crescemos e com o tempo vão havendo mudanças no nosso corpo, na nossa mentalidade, na forma de flertar, na forma de amar.
No passado o cruzar os olhos durante a sala de aula, intervalo ou qualquer outra coisa disparava o coração. Hoje, quando isso acontece só com o olhar, queremos guardar o momento e tentar levar para o resto da vida. Sorte de quem tem um amor cujo coração dispara apenas de ter, de te tocar.
Mas o começo de tudo é muito bom! Tudo dispara o coração, até uma resposta no Whats App e um papo meia boca do tipo... estou quebrando o gelo :)

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Mania de aumentar pequenos problemas

Eu não gosto que você use verde! Não gosto que fale palavrão! Não gosto das suas ideias sobre funk! Não gosto como fala da sua vida para todo mundo sem se importar!
Ninguém é obrigado a gostar de você 100%. Nem sua mãe vai aprovar completamente seu posicionamento durante a vida.

terça-feira, 23 de julho de 2013

Amor e Amar


 Eu amo o meu passado, tudo o que vivi, sofri, as pessoas que amei, conheci e briguei para ficar junto. Todos os dias vou agradecer, principalmente por todo o aprendizado.

Aprendi a amar, odiar e a superar! Eu me apeguei aquilo que eu tinha em mãos para passar por uma desilusão! Nunca critiquei o posicionamento de ninguém!

Fiz sim posts depressivos no Facebook, bebi até esquecer o meu passado... agora, o Face e o estomago  são meus e o mais importante a vida é minha.

O bom das redes sociais é que você pode bloquear a pessoa, tornar ela restrita e quando alguém for te falar... Nosssaa, como a Luiza tá depressiva... mande a pessoa olhar meu álbum de fotos, minha alegria de quando estou com a minha família ou com os meus amigos.

O meu passado eu faço questão de nunca esquecer. Agora eu sei que dor de amor não se supera apenas com tequila, mas com bons amigos, irmãos, paixões, diversão, carinho e amor!

E se vc diz que pra ele eu sou passado e que é um erro lamentar às vezes pelo término ou recordar os bons momentos nos anos junto, pelo fato dele poder estar noivo e talz, por mim tanto faz.

Continuo rezando como sempre fiz desde o dia que conheci para que ele tenha uma vida feliz, sonhos realizados, uma pessoa especial do lado... o relacionamento pode acabar, mas aprendi a amar essa pessoa e depois de todo o aprendizado tido, vou continuar a amar e a desejar uma vida feliz... isso é o significado do amor e de amar!

quarta-feira, 17 de julho de 2013

turbilhão

Tanta coisa passando pela cabeça, tantos dados a serem reportados, tanta coisa a analisar. Se eu fosse fazer uma manchete da minha vida seria "Luiza Pellicani está em busca de alguma coisa que não sabe". Não seria o melhor dos títulos, mas é a real verdade verdadeira do momento.
Nostalgia é uma coisa que eu sei que sentir muito bem. Tenho saudades da infância, do SESI, do Tomás Alberto, do Barão de Mauá, dos amores. As coisas mudam, as pessoas mudam (não na essência) e as afinidades mudam.
É como sentar na mesa de um bar com alguém que admira a muito tempo e se afligir por conta da falta de assunto. Passa pela cabeça: "Como poderíamos ter passado tanto tempo juntos se não temos assuntos."
Me vi nessa situação várias vezes na vida. Lembro de sentar em um bar durante 2 horas e a gente ficar se fitando sem ter nada o que dizer e nem ao menos vontade de conversar. Apenas a urgência de comer e ir embora.
Ou com um amigo de muito de tempo em que não faço a mínima ideia do que a pessoa está falando e fico naquela cara jornalisticamente programada de quem está dando atenção e entendendo palavra por palavra do que a pessoa está dizendo.
Em outras vezes, eu entro no meu infinito universo particular. Meu cérebro é demais, presto atenção mais não presto, sabe. Sei de cada linha que o outro ser está falando, mas estou em outro canto outro universo.
Nesse turbilhão que passa a minha vida, além de sentir falta de alguma pessoas, sinto dúvida. Será que vou conseguir voltar a amar algum dia da mesma forma desprendida que eu achava que eu amava no passado.
Parei para pensar, analisar o relacionamento e me vi presa num looping da mesmice. Será que isso vai acontecer sempre.
Outra coisa que não sai dessa cachola maluca que é a minha cabeça. Se eu me abrir para outro relacionamento será igual? Vou mais uma vez me emoldurar na tela da pessoa e me minguar minguar minguar até perder mais uma vez a afinidade com os amigos e me encontra sozinha no vale da solidão? #MEDO
É tô precisando de terapia.

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Entre esperanças e sonhos

Um caminho sem volta, que poucos sabem caminhar. Na música "Quem vai dizer tchau!" Nando Reis diz, Tornar o amor real é expulsá-lo de você, prá que ele possa ser de alguém!
Quantos amores são necessários para conseguir expulsar um amor real? Não é tão simples deixar um passado feliz, onde mesmo com alguns percalços no caminho nunca diminuíram o amor. Sempre refleti sobre tudo muitas vezes sem externar o meu pensamento. Quantas vezes não errei ou me deixei induzir ao erro. Não sou, nem almejo ser perfeita.
Um caminho quando trilhado deixa marcas, tem dias que tudo o que queria era poder apagar todas essas marcas. Ainda me pego procurando alguns daqueles trejeitos em outro alguém, um sorriso, uma forma de falar ou de conduzir a vida, só assim consigo me deixar envolver, canso contrário é só mais um.
Sou para você só uma coisa que passou, um relacionamento que existiu e não durou. Vai ver que nem para amiga eu sirvo.
Sinto falta das conversas e de ter alguém para me entender. Tem histórias que reprisam nos meus pensamentos em looping como se minha alma teimasse em não me deixar te esquecer. Nesses momentos repito várias vezes a mim mesma "Ele já te esqueceu e ele não te quer mais". Não ando me convencendo muito. Eu sou tão boba que só de saber que está bem e feliz, já fico bem.
Um caminho sem volta, sei bem deixei me envolver em uma amargura tenebrosa em tudo envolvendo aquele nome. Deixe um sentimento tão bonito se transformar em ódio e nascer o desejo de uma vingança que ficou apenas no desejo e prejudicou apenas a mim mesmo. Mas nada melhor que o tempo e muita reflexão para analisarmos nossos próprios erros.
Eu tive meu momento de infantilidade da mesma forma que ele teve naquela ligação. A minha reação foi a forma que eu encontrei de superar tudo. Pode ter melhor forma, outra forma, qualquer forma. Mas o ódio fez com que as lágrimas sanassem e aos poucos pudesse deixar os meus vizinhos dormirem em paz, já que o meu sofrimento foi bem barulhento.
Tive orgulho, muito orgulho. E tive o meu orgulho ferido ao ver aquela foto da atual no colo que era meu. Como superar? Com mais ódio. O ar naquele dia não foi suficiente, assim como as lágrimas.Mas vou viver normalmente, não vou viver mais pensando o que poderia ter sido e tentar esquecer essa parte do filme que fica na minha cabeça.
Quero seguir a vida com o sorriso sincero e não com a máscara para esconder tudo aquilo que sinto no coração. Afinal, aquele que eu amei é só meu. Cada amor de por cada pessoa é um sentimento único, o que teve comigo será pra sempre o meu amor nosso, o que está tendo agora será apenas de vocês e de mais ninguém.
Vou continuar rezando pela saúde de todos que você ama. Para que tenha uma vida plena., cheio de filhos e sucessos.
A mim, vou trabalhar para poder conseguir amar alguém novamente. Eu ando tentando, até me obrigando a me amar, entro em cada furada, mas não vou me obrigar a envolver mais machuca mais ainda, fere mais profundo que qualquer um pode imagina. Não tem feridas a olhos nus, mas no coração fica aquele pedido de lágrimas a cada carinho.
Não vou mais ficar pensando em nada, vou continuar feliz e sozinha até que esteja preparada a não procurar mais seu sorriso, seus trejeitos e seus sonhos em outro alguém!

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Eu em Araraquara no Carro da Gisele :)


sexta-feira, 28 de junho de 2013

Qual a sua necessidade?

A minha no momento é uma alegria para as manhã. Um sorriso que adoce toda a face amarga da vida, uma boca a ser beijada quando as mazelas da vida começarem a pesar, um ouvido para dividir o lado bom e ruim durante o dia.
Não quero rótulos, ainda estou tentando descobrir quem eu sou!
Quero um amigo, um ombro para chorar, descansar, assistir televisão. Um corpo quente para as noites fria, mas que tenha inteligência para discutir desde os desenhos da TV até manifestações políticas.
Não quero dinheiro, claro que isso é uma parte importante. Mas ainda estou preferindo o sorriso sincero nas manhãs mais cinzentas da minha vida do que qualquer outra coisa. Aprendi que conquistas a dois, são muito boas.
Quero liberdade para festas com as minhas garotas, quero ver o dia amanhecer sem ter que dar satisfação para ninguém. Mas a bipolaridade pede que eu tenha alguém para contar como a festa foi divertida, contar sobre os drinks, sobre as músicas ou qualquer bizarrice das poucas horas de loucura.
Quero sair ao lado desse alguém, quero dançar ao seu lado. Enlouquecer ao perceber que outra te paquera. Morrer se corresponder, ou simplesmente me sentir poderosa ao saber que diante de todas as beldades de uma casa noturna ele ainda prefira a mim.
Mas ainda não quero rótulos, não preciso de rótulos. Prefiro no momento lealdade a fidelidade, acho que na verdade sempre preferi. Não quero um namorado, no momento quero e desejo um parceiro, um amigo, um confidente e alguém para perturbar nas horas vagas ou nas horas sem tempo via WhatsApp.
Essa é a minha necessidade, qual é a sua?

terça-feira, 25 de junho de 2013

ISS, CIde e manifestações

Os municípios estão abrindo mão do ISS (Imposto Sobre Servições) das concessionárias de ônibus para sempre, com isso reduzem o valor do passe em R$ 0,10 ou R$0,20 para esse ano, mas não garantem um aumento em 2014.

Mas para isso precisam de recursos e pedem a municipalização da Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico), imposto sobre o combustível.

Tudo bem que de alguma forma esses milhões que estão deixando de entrar nos cofres públicos precisam de alguma forma estar lá... mas não estamos trocando seis por meia dúzia?

Se me disser que deixado o imposto de lado e que com a municipalização da Cide o transporte público será para todo o sempre gratuito, eu aceito, caso contrário podem ir se preparando para etanol acima de R$ 2 e gasolina R$ 4 e vale transporte com tarifa centavos mais barata e aumentando anualmente!

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Aprendizado


A única coisa  que sei é que me sinto confortável ao seu lado. Parece simples, mas depois de tanto ódio, tanta dor, medos e angústias no meu coração você chegou trazendo um sorriso e deixando tudo mais leve e um peso mais ameno para carregar os fardos da vida.
Cada homem que passou na minha vida nos últimos 1 ano e 6 meses me ajudou de alguma forma a suportar um luto que me pareceu um dia não ter fim.
Mas aprendi que tudo vem para nos ensinar alguma coisa para ter forças, seguir adiante e assim não ceifar o meu próprio destino.
Vim para esse mundo para trilhar os caminhos pré destinado, hoje já sei qual era a minha missão no passado.
Sei que poderia sim ter desfrutado do comprimento dela e viver uma vida mais calma. Mas talvez o meu destino e a minha missão por mim mesma seja trilhar o caminho que estou desbravando para conhecer os meu limites sem precisar de ninguém para segurar nas minhas mãos.
Caminho com mais medo, mais inseguranças rumo aquilo que não está plenamente certo ou formado. Apenas caminho para entender quem sabe um dia se estive certa ou errada em tudo o que fiz.
Não sei o que vai acontecer com comigo a partir de agora, não sei se vou ter menos medo de me envolver com alguém, mas faz um pouco de tempo que estou me permitindo isso. Errando nas escolhas, mas aprendendo a me deixar viver poucas centelhas de segundo longe da escuridão em que se encontrava o meu coração.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Medo


Ando com uns medos bobos, estou com medo de sofrer de amor de novo, como se fosse possível determinar essas coisas na vida. Vou andando pelo lamaçal da vida tentando não me afundar, não me machucar mais.
Eu sei que isso é quase impossível, mas quando me lembro do meu sofrimento do passado e a dor que é perder um grande amor, sinto vontade de continuar nesse mundo furtivo da falta de compromisso.
Mas tenho um defeito muito grande, amo amar. Ainda não estou conseguindo me jogar de cabeça por esse desfiladeiro, mas depois que deixei a porta se abrir no começo do ano tudo até que me pareceu mais leve.
Esse medo vem acompanhado de uma alegria boa. Tem coisa melhor do que receber uma ligação ou mensagem de uma pessoa que estamos aprendendo a conhecer. Esperar para saber o seu dia ou o que está programando para os próximos minutos.
Rezar para te convidar para ir junto ou para pelo menos te contar sobre frações de momentos. Essas sensações são todas boas.
Mas dá um tempo o medo volta, assim como os questionamentos de se dará certo, se dará errado, se é uma paixão passageira, se é um relacionamento de meses, anos ou qualquer centelha de tempo.
Eu tenho medo do medo que tenho, mas vou lutando contra esse sentimento. Uma hora ou outra vou ter que começar a lidar comigo mesma, lidar com esses sentimentos. Talvez essa seja a hora de esquecer a parte ruim que passou.
O engraçado é que cada pessoa que passa pela minha vida me ensina a lidar com um sentimento. Já teve aquele que veio para me libertar da tristeza, mas me fez sentir o que uma pessoa sem iniciativa pode fazer na minha vida, aquele que veio abrir a porta de que eu poderia sim amar de novo e agora estou aprendendo que posso ter medo e me entregar. A melhor parte é que ainda estou aprendendo, me deixando envolver, meus Deuses quanto tempo que isso não acontecia? Quanto tempo eu não me permitia isso? Aprender com alguém!
Não sei o que esse novo momento trará para mim, só sei que estou gostando, apesar do medo latente de um novo sofrimento. Tenho aquela máxima, se me dá frio na barriga, se me dá medo é porque talvez valha a pena.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Meu aniversário

Em 365 dias, o que podemos aprender? Quantas vezes caímos para nos levantar, sozinhos ou com ajuda?
Um ano representa tanta coisa, tantos medos, tantas desilusões.
Quantos amores passaram nesses trezentos dias, quantas dores tive que esquecer, quantas vezes olhei para traz a fim de buscar um vislumbre do que eu já fui?
Aniversário é para mim recomeço. Meu irmão disse que aniversário e ano novo são duas datas que não tem sentido algum. Ele tem razão, mas é tão bom acordar com o afago dos pais, mensagens de amigos queridos, da minha madrinha. Tudo isso deixa o dia mais florido, mais perfeito.
Ainda que nada do que eu tenha planejado para esta vida esteja dando certo, a certeza do futuro me consola.. não sei quais os motivos 100%, mas estou aprendendo a viver de uma forma mais leve, sem me dar tantas expectativas, sem tantos medos.
Vivendo um dia após o outro.
Medo, ainda tenho, morro de medo de amar de novo. Morro de medo de cair de novo. Morro de medo de quebrar o pé de novo. Morro de medo de não ser feliz. Tenho medos dentro de mim que estou careca de saber que já existem dentro do meu ser e outros que ainda vou descobrir que tenho, mas aí é que está a graça de viver.
O medo de não saber o que vem pela frente e desbravar esse conhecimento inexato é que me faz seguir em frente!

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Medo

Medo de se jogar de cabeça, medo de me entregar! Só vejo medo, mas vejo também um pouco de diversão!

terça-feira, 21 de maio de 2013

Pare de comentar!

Quando eu decido cortar um laço, eu simplesmente decido! Você é insistente, chato e muito mala... não te desbloqueio do Face e agora vou monitorar os comentários... 0 de você por aqui na minha vida online e na minha vida real! Então, vai viver... beijar na boca, fazer sexo, conhecer puta... me esquece e troca de calçada quando me ver!!!

GRATA

segunda-feira, 20 de maio de 2013

aprender a aprender

O primeiro a pedir desculpas é o mais corajoso. 
O primeiro a perdoar é o mais forte. 
Mas o primeiro a esquecer, é o mais feliz.


Roubei a frase do FB de uma amiga. É a mais pura verdade. 
Me grave problema é me doar demais, amar demais, sofrer demais!
Sinto como se o restante do mundo não sentisse o mesmo por mim. Quanta coisa já não fiz pelo outro sem pedir nada em troca além de amizade. Tenho zelo com quem amo, respeito por quem não amo... infelizmente não sou um ser perfeito. Tenho minhas mesquinharias, meus ódios mortais por determinadas pessoas e em alguns momentos inveja.
Mas, 95% do tempo exijo que quem esteja perto de mim se divirta, sorria. Não peço por nada falso, aceito as verdades, os tempos de cada um. Ninguém é obrigado a andar no meu ritmo, nem eu sou obrigada a andar no seu.
Odeio mentiras e meias verdades. Houve um tempo que mentiras me interessavam e aliviavam a alma, mas eu sou esse ser alucinante que ama uma verdade e odeia desculpas infundadas.
Quando posso ir, eu vou. Quando não posso, não posso e os motivos são escancarados. Já ouvi... vai me trocar por isso? E sempre respondi sim ou não!
A verdade entristece menos que uma mentira e uma desculpa esfarrapada.

Mas eu sempre perdoo, eu sempre esqueço e eu sempre vou me preocupar mesmo que para você querida amiga, não faça diferença e você não dê valor. Já aprendi que o tempo ou brigas bobas afastam amigos, mas no meu coração as amizades nunca morrem e quando encontro qualquer um desses queridos é como se sempre estivéssemos juntos.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Um nome

Tem um nome apenas que me derruba. A sonoridade, a melodia de suas letras, retira as armaduras que contruí pra mim e me deixa nua diante a imutabilidade do presente. Presente esse que eu contruí.
Estou onde estou por conta dos meus próprios passos e honestamente, não sei onde esses mesmos passos poderão me levar.
O sorriso, o jeito de arrumar o cabelo e olhar perdido conquistador. Ainda hoje tiram o meu sono.
Tento esfumaçar esse sentimento entre outras paixões. Tento fortalecer relações.
Mesmo assim me pego comparando.
O destino cruel que desenhei para mim mesma.
Pelo menos aos poucos vou abrindo as portas. Me jogando, mesmo na certeza que relacionamentos são precipícios que a gente se joga apenas na expectativa de flutuar e nunca encontrar o solo.
Mas como já encontrei o solo uma vez, me vejo sentada apenas na ponta do precipício tentando desvendar o que estará no meio do caminho, se tenho um paraquedas para suavizar a queda ou se será uma queda tão seca com a de uma pedra atirada.
Mesmo assim, apenas ouvir seu nome, me despedaça, deixa sem rumo e me deixa sem paz. A merda toda é que é um nome comum.
Espero de verdade ter encontrado a felicidade, isso só o tempo dirá

Ser feliz

E de repente vem o medo ser chata, de pegar no pé e deixar a felicidade passar por conta da insistência.
O medo vira riso, o passado vira história e quando a gente se dá conta esquece as amarras e vive a felicidade.
Estou querendo abrir o coração, apesar dele ter ficado ferido por muito tempo e por eu mesma ter aberto as portas da minha vida de forma desenfreada para pessoas que não valiam a pena, mas que me ensinaram a dar valor ao momento que se segue.
Mesmo que esse momento seja marcado por decepções, mesmo que mais uma vez eu fique em frangalhos, mesmo que as lamentações voltem a permear esse blog, voto em arriscar em me dar essa chance.
Quero um amor sem cobraça, mais leve, mais divertido.
Quero romance, questão de pele.
Quero de novo não me imaginar sem.
Sei que nada será como antes, que será mais difícil de me entregar, mas vou tentar.
Vou aprender de novo comigo mesma, já aprendi tanta coisa, desbravei tantos medos.
Cultivei inimigos, amigos e falsos amigos nessa jornada. Graças a alertas sei quem eu devo ou não confiar. Sem falar que a gente sente quando é uma coisa falsa, mas mesmo assim, não sei mudar minha essência  sempre serei essa pessoa prestativa.
Fiz várias promessas nessa vida, quebrei outras tantas, mas só assim quem eu consigo me  sentir viva, só assim sinto que tenho as rédeas do que verdadeiramente sou.
Vou procurar uma desculpa para ser mais menina, mais mulher e razões para amar. Com as forças que me restam, com as forças que eu sei que tenho.
Vou desbravar meu mundo. Abrir portas, janelas e ligar as luzes para mostrar que estou de coração aberto. Se vou me arrepender, nem eu sei e muito menos você sabe.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Devaneio

Todo momento de felicidade traz uma lembrança impregnada sua.
É como se saísse das minhas entranhas os sentimentos mais escondidos ainda guardados.
Aos poucos vai esvaindo.

Amor
Ódio

Carinho
Medo
Repugnância

Aos pouco vai indo com a brisa leve da manhã
Com o sabor doce de um novo beijo

As lembranças antes machucavam
Calavam o sorriso triste
Envenenava momentos alegres
Agora estão sendo o que somente são, lembranças

Vai agora
Sai da carne
Pare de ser a unha encravada

Ser eu
Me encontrar
Ser de novo o amor de alguém
Ter alguém para amar

Devanear passados, presentes e futuros
Sozinha, junto, separado, misturado e feliz

Pula sozinha no vento
Cai de cabeça no precipício

Todo momento de felicidade traz uma lembrança impregnada sua
Todo momento de felicidade traz uma lembrança só minha

Meus sonhos, meu eu, minhas verdades
Com esses poucos meus
Vou aprendendo a ser eu
Vou esquecendo ser a eu de você
E vou sendo somente Luiza

Vai, vai e não volte
Estou bem como estou
Os pequenos prazeres me trazem a felicidade que antes morava no seu nome
Vá e não olhe pra trás
Pois, todo momento de felicidade traz uma lembrança impregnada sua
E lembrança é passado