quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Sem amarras, sem pudor

Meu nome você sabe, meu estilo de vida também não é novidade, assim como as máscaras que uso e as que deixei de usar. Falo tudo o que passa pela mente sem amarras, sem pudor... pudor eu tenho, afinal sabemos que mesmo no século 21, mulheres ainda são recriminadas pelo pensamento independente.
Qual o problema em falar um palavrão, escrever um se naquele momento você quis fazê-lo? Já ouvi tanta coisa em casa, na rua, na roda de amigos! Onde está a originalidade da coisa meu povo? Dercy Gonçalves não rompeu barreiras com seu jeito porra louca em uma época onde tudo era proibido?
A gente ainda sente as amarras do nosso tempo a ferro e fogo. Duvida? Homens e mulheres, tentem realmente fazer tudo o que querem e o que der na telha.
Já posso ir adiantando...
Mulheres, se beijarem ou saírem com todos os caras serão rotuladas de vagabunda, homens cafajestes ou no melhor dos casos os galinhas. De qualquer forma... quem vai ser a pessoa direita, de família, que vai querer essas espécies. Hipocrisia.
Se sair todos os dias, será o pobre coitado baladeiro que sonha em ser o rei do camarote e está com o cartão de crédito cancelado, conta corrente no vermelho e o cheque especial gritando. Ou o bon vivant que não tem nada para fazer e torra a grana do papai.
Se quiser ser o contrário de tudo isso, será o encalhado que não pega ninguém e provavelmente ouvirá: "coitado, tá com teia de aranha!". Caso o fator grana for o impedidor, será o insucedido que ganha uma miséria ou aquele do escorpião do bolso.
Ainda tem os trouxas que namoram e não aproveitam nada disso. Ou pior, os Game Over que casaram e agora estão gastando grana com fralda ou com a conta do mês da casa e deixaram os amigos de lado.
Não existe dessa sem amarras, sem pudor, sem paradigmas. Estaremos sempre fadados as críticas alheias.
Viver é fechar os olhos para as críticas e tentar ouvir o seu "grilho falante interior", apesar do próprio também estar contagiado com esses conceitos de vida enraizados em uma sociedade que ainda não consegue quebrar paradigmas. Decidir por você e não por outros o certo e errado.
Mas uma coisa é fato, quanto mais tentamos ter opiniões próprias e buscar independência no nosso raciocínio e modo de ser, mais estaremos fadados às críticas. Nos resta tentar viver e não cometer loucuras como suicídio (já li muita coisa sobre isso) para tentar passar por essa vida com o que pensamos que somos.


terça-feira, 10 de dezembro de 2013

2013 ano de formatação da Nova Luiza

2012 foi um ano conturbado... me perdi completamente! Esqueci quem eu era desde a essência até a outra extremidade da minha alma. Definitivamente coloquei a louca na rua, matei as minhas vontade e curiosidades para talvez uma metade da minha vida, outras coisas, simplesmente não tive coragem de executar, apesar de planejar.
2013 foi quase semelhante, continuei morrendo de raiva, tendo pena de mim, me colocando de castigo, odiando as escolhas de 2012, amando as escolhas de 2012, adquirindo vícios terríveis e outros nem tanto.
2012 foi o ano que pedalei e deixei de pedalar... 2013 foi o ano que ensaiei a volta de pedalar, quem sabe 2014, apesar de atualmente as manhãs estarem mais convidativas às pedaladas.
Criei uma nova família de amigos em Ribeirão Preto, esqueci a antiga, me afastei. Sofri por isso, mas depois percebi que não dependia apenas de mim, se houve a separação foi por mudar de cidade e por apenas alguns terem vindo me visitar. E definitivamente nessa formatação me cansei da via de mão única.
Esse ano eu tive três amores, o que é uma vitória, já que em 2012 não tive nenhum. Um cafajeste, um maluquinho e um perdidaço que me deu de presente a outro por conta de dúvidas.
Paixões foram tantas que nem sei como contar. Apaixono-me em um segundo e me desapaixono em meio. Mas como definir, como explicar... teve ilusões, platonismo, aquela torcida pro amor do passado largar da namorada (não é quem vocês estão pensando) , aquele da noite inesquecível, aquele do papo incrível e o que paguei o cachorro quente e nem lembra mais que existo de tão bêbados que a gente estava (será que ele lembra? Dúvida da vida...rs)
Tive festas intermináveis, beijos infundados, fundados e aqueles outros do tipo “Não acredito que fiz isso”, “Cagada”, “Foi bom, mas vamos fazer de conta que nada aconteceu” e claro bebidas de todos os tipos.
Nas amizades encontrei conforto e decepção e também fui motivo de decepção. No carnaval tive uma briga digna de irmã com a Aliny do Leo (que não é a Aline minha sister casada com outro Leo... RS). Ficamos quase uns três meses sem conversar, sofri que nem uma camela, fiquei triste, chorei, refleti, profanei o álcool, mas no final, amizades verdadeiras vencem! O que tem que ser... graças aos deuses... é, nossa amizade está cada dia mais forte e mais maluca.
Decepcionei, pois fiquei com o amorzinho de uma amiga de Araraquara. Cagada eu sei, nem valeu a pena, mas fazer o que! Perdi a amiga, mas ganhei o aprendizado! Quem sabe o tempo resolve tudo.
A Fernanda Testa entrou definitivamente na minha vida, perdi meu canto no Rio de Janeiro com a chegada do Venceslau Borlina em Ribeirão Preto, mas ganhei em ter ele mais presente todos os dias na querida e quente Ribeirão Preto (SEM PRAIA L). Vi a Juliana CC’s indo para São Paulo, chorei, chorei e chorei, mas amei ir visita-lá esse mês. SENSACIONAL rever quem a gente ama.
Ri horrores com a Vanessa Oishi, a minha japa doida! Conseguimos histórias hilárias e finais de semana incríveis de muitas risadas. E tantos outros amigos que marcaram 2013 como a Bru, Amanda, Carlos, Adriano e gente querida que nunca vai sair da minha vida como o Alison, Fer, Pamela, Isabela, Esportinho, Hanna, Maria Carolina, Jac, Gab, e tantos outros amigos queridos.
A parte profissional, entretanto, foi a maissssssssss divertida da vida. Não sabia que poderia me divertir tanto em política, além de gostar estou aprendendo pacas e todos os dias é um desafio.
Aprendi o que é CPI, CEE, inversão de pauta, o nome de todos os vereadores, pra que serve base e oposição. Dei reportagens em primeira mão, recuperei intermináveis furos, reaprendi como é bom ser jornalista de uma cidade do porte de Ribeirão e tive certeza de que se for para sair tem que ser para uma cidade maior.
Ainda não me tornei uma Monize, Juliana, um Wesley ou um Guto, mas quem sabe no próximo ano.
Dezembro ainda não terminou, haverá ainda mais lembranças deste ano, mas quem sabe outro texto dia 31.


quinta-feira, 28 de novembro de 2013

sei lá o motivo

Te amei por verões inteiros
Por tempestades turbulentas
Por sonhos incompreensivos
Amei, pois queria amar

Te amei pelas suas indecisões
Por temperos nossos
Por sonhos reais e banais
Amei, pois queria amar

Deixei de te amar
Pelo olhar vazio
Pelas dúvidas
Pelos Menos

Deixei de amar devagarzinho
Sem pressa e com dor
Fui deixando
Fui seguindo

Te amei por verões inteiros
Não deixo de amar
Deixei de amar
Não perdi suas marcas

Te amei por verões inteiros
Deixei de amar devagarzinho
Tem devagarzinho que ainda não desaprendi a te amar
E só a pressa iniciei desejar!

Black out e bosta!

E aí que está tudo na sua cabeça e na hora de escrever dá um branco total. Essa síndrome é muito comum.

E aí que você tem a informação, mas não a faz por falta de provas. Isso é uma bosta

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Como matar um pai em uma palavra

Tem coisas que só acontecem com o meu nome envolvido. Isso é um fato e já aprendi a lidar com ele. Como sabem sou uma menina travessa, com opiniões muito fortes e vontades mais fortes ainda.
Sou consumidora de revistas e portais de fofocas, adoro criticar, rir e procurar os erros. O que seria da minha vida se eu não soubesse que a atriz Carolina Dieckmann tem a habilidade absurda de atravessar a rua degustando uma mexerica ou o que a Bruna Marquezine anda postando no instaram. O melhor mesmo são os casos dos detetivões postados pela colunista Fabiola Reipert.
Isso nada tem a ver com a história envolvendo meu pai, mas esse consumo originou o fato então me vi na obrigação de explicar.
Dias atrás, comentei com a mamys que a atriz Luma Costa, a Odete Roitman do Pé na Cova, está grávida do seu primeiro filho. Expliquei, depois de questionada, que os autores vão fazer a personagem engravidar por meio de inseminação, já que ela mantem um casamento lésbico e tal.
Meu pai está na Colômbia, Panamá, Chile... sei lá. Aprendi a desaprender onde ele está e quanto tempo vai ficar fora. Mesmo fora do país, é personagem frequente da nossa sala de TV ou das discussões na cozinha graças ao Skype.
Algumas vezes ficamos conectados só para ouvir os barulhos do outro lado e assim ter companhia.
Essa semana, enquanto a Ariane e a minha mãe assistiam a série. Veio o comentário. Distraído, trabalhando, ouvindo a série e as conversas... a única coisa que meu pai ouviu foi: “A Luiza disse que ela está grávida!”
Depois do comentário o grito: “Como assim a Luiza grávida, o pai do meu neto vai ser a balada! Como vocês me esperam viajar para me falar uma coisa dessas?”
Uma verdadeira rádio peão, com certeza!

Depois de rir muito, devem ter ficado com dor de barriga. A Ariane e minha mãe explicaram o entendimento errado da frase. E meu pai finalmente conseguiu respirar aliviado!

Quando erro

Tenho a pressa dentro de mim que me move e me deixa impaciente. Essa estranha mania do imediatismo me causa problemas pessoas e profissionais. Afinal, quantas vezes não fiquei impaciente com um ligação rapidamente atendida, quantas horas de ódio por conta de uma resposta por email que não chega?
Costumo brinca que nasci de cinco meses, que esse imediatismo nasceu comigo e o furação da minha pressa para chegar a conclusão de tudo me trouxe prejuízos.
Nessa caminhada que se chama vida, já abandonei alguns vícios como me estressar por coisas que não deram certo ou que não saíram das formas como me programei. Entretanto, ainda não me libertei dessa famigerada pressa.
A pressa está quando não tenho paciência de reler calmamente um texto, analisar previamente a grafia e a execução das palavras em busca de concordâncias ou erros de digitação que ocorrem simplesmente pela mania de digitar não olhando para o teclado nem para o monitor e deixando a imaginação afogar pela grande tela da janela ao lado ou a movimentação de um ou outro colega.
Não sei de onde nasceu isso. Talvez da escola, quando sem motivação anotava os ensinamentos dos professores sem prestar atenção e sem olhar no caderno me perdendo no vazio do nada em branco dentro dentro do meu ser.
Seria esse um distúrbio só meu que eu criei? Não sei!
A única coisa que tenho certeza é que qualquer coisa parece ser mais interessante ao invés do que estou fazendo! Se estou lendo as folhas são mais interessantes, se estou olhando as folhas a leitura parece mais interessante.
E assim vou suprindo essa minha necessidade intermitente de afundar nas tarefas que crio para conseguir fazer que meu cérebro tente prestar atenção em várias coisas para poder ao menos desempenhar uma.
Isso está suscetível ao erro, admito. Mas quem não erra não aprende. Quem sabe errar admite o erro, abaixa a cabeça e segue para a próxima fase trabalhando a concentração, inexistente, para desempenhar uma ou múltiplas funções.

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Casa comigo?

Casa comigo?  estrelado pelos lindos Amy Adams e  Matthew Goode é uma bela comédia romântica com direito a tudo o que o gênero pede, inclusive os clichês.  Suspiros, romantismo, situações engraçadas, casamentos, declarações… mas apesar disso em nenhum minuto você fica entediado, muito pelo contrário! 
Seja pelos atores (química perfeita), pela história (divertida), pelas belas imagens (Irlanda), por uma ou outra mensagem que nos leva a refletir, pela trilha sonora (destaque para “Never Forget You” - The Noisettes e “You Got Me” - Colbie Caillat)… ou por tudo isso junto,  o filme é encantador, cativante e vale super a pena.




Assisti o filme e peguei a descrição em um blog, mas fechei a aba e não lembro agora qual é a fonte :(

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Maluquices jornalisticas

Estava na frente do computador havia várias horas. Suava frio. Mordia as unhas dando sinais de pura tensão.
Não sabia qual palavra usar ou pior, como começar a escrever aquela frase.
Como reagiria ele ao ler o que tinha para dizer?
Haveria uma resposta positiva ou negativa?
Enquanto pensava o cursos do Word piscava quase que exigindo que as letras fossem escolhidas no teclado.
Mas parecia que a tela em branco nunca seria preenchida e respostas nunca seriam dadas.
Ao poucos dedilhou algumas poucas centelhas de palavras e formou o primeiro lead, depois o sub lead e por fim vieram outras informações.
Quando acabou, novamente suava frio, um novo texto, um novo desafio e novas informações. Mas a noite não terminaria ali, havia ainda muito à escrever.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Aquele ou outro

Não, não era um cara bonito. Talvez seria um descartado nas muitas páginas de relacionamento. Mas pessoalmente tinha um jeito envolvente, nada óbvio, beirando o intelectual e o despojado. Sabia as pausas certas e o timbre de voz era quase um convite para deixar-se levar e afogar a face em seu ombro.
Sabia que era assim a forma mais fácil de conquistar, de alinhar.
Do outro lado, não havia beleza também. Mas havia um falar fácil, despojado e nada intelectual.
Mas depois de criticar outra que proferia as futilidades e facilidades de um dia comum, mostrou-se impressionado quando a certa altura conheceu peculiaridades da desenvoltura de temas nada comuns ao sexo oposto.
O embate latente e intelectual durou poucos segundos, afinal, a estafa de assuntos que exigiam cuidado nas palavras foi deixado de lado! Afinal, antes já haviam passado horas discorrendo sobre assuntos estafantes.
E assim aquele ou outro foram aos poucos voltando ao que eram e mais uma vez se esquecendo nas brumas da noite e dissolvendo-se a falsa realidade.

terça-feira, 29 de outubro de 2013

...em manutenção...

Não, não descobri do dia para noite que tenho problemas, não decidi quais caminhos não deveria andar nessa noite. Sou muita paixão, emoção, razão. Sou amiga, desencanada e despreocupada. Não sou muito organizada. Não tenho tempo para mim. Não tenho muito dinheiro. Não sou muito inteligente. São muitos sou e muitos nãos na vida de uma pessoa só.
Navego sem rumo faz um tempo, mesmo quando achava que tinha um pilar de sustentação que se mostrou muito fraco. Mas qual o motivo de estar em manutenção?
O grande motivo, estou tentando me descobri (faz tempo)! Quem sou, quem são meus amigos e por quem vale a pena lutar? (Valendo R$ 1 milho bem grandão)
Será que aquela que veio tirar satisfação por conta de um beijo no peguete dela? Ou aquela que te acompanha na vida noturna?Aquela que briga com você por não aparecer na cidade dela? Por família?
Por quem vale a pena luta?
Vale a pena lutar por aquele que deu um beijo para provocar outro? Aquele que te chama no inbox de madrugada ou durante o trabalho? O que tem carro do ano, ou importado, dinheiro no banco ou saldo negativo na conta bancária? Afinal, por quem vale qualquer coisa nesse mundo?
Devo pensar no sentimentos dos outros ou só nos meus. Devo dirigir de madrugada ou viver a vida noturnapara sanar meus anseios e preencher minha lacunas?
Não, não é fácil estar em manutenção e pensando em muita coisa ao mesmo tempo.
Será que vale mesmo a pena ter 2 mil amigos e ou apenas dois. Vale a pena ter turma para ficar chateada com aquele que foi embora e nem se despediu, ou ficar irritado com quem pede atenção de cinco em cinco para contar frivolidades.
Horas e horas de terapia que estão vindo por aí. Não vou mais fazer terapia no blog, nem no facebook, nem no twitter, nem no meu caderno, vou fazer terapia com quem sabe.
Então estou mais em manutenção do que nunca estive e nada, nada, nada, nada, nada, vai me abalar! Então se você acha que se incluiu em algum tópico do acima citado... um belo foda-se e vai cuidar da sua vida... pq eu já tô gastando muito dinheiro para ter uma pessoa cuidando da minha vida.

Querido diário

Devo dizer mentalmente a mim mil vezes até que aprenda a lição! Não pule de precipícios altos demais. Por mais que a queda lhe traga prazer nos primeiros momentos, você e sua gastrite sofreram nos momentos seguintes.
Eu sei, eu me conheço e mesmo assim me aventuro!
Como pode machucar tanto? Como pode decepcionar tanto? Como pode invadir meus sonhos? E me fazer recordar?
De novo, não pule do precipício, ninguém vai secar suas lágrimas apenas as palmas das suas mãos. Ninguém além de você sabe o quanto é máscara e o quanto é verdade!


terça-feira, 22 de outubro de 2013

A força dos amores de uma semana

Estar apaixonada não é uma obrigação, mas uma sensação boa, que preenche a alma e ajuda a dar sentindo na vida.
Esse sentimento consegue reunir angústia, medo, esperança, prazer e um bando de outras coisas de uma só vez.
Dizem que me apaixono muito fácil, mas o que fazer se todo ser humano é apaixonante, na sua franqueza, na sua força ou até mesmo na galinhice!
Mulheres, não mintam para mim, eu sei exatamente. Ainda não sei se por conta de ter refinado no trato com esse sentimento ou por se outra coisa mesmo! Definam como quiser. O fato consumado é que sabemos quando a paixão da semana será de uma noite ou não, mas não temos subterfúgios para mentir a si mesma!
Minha opinião! Aproveite cada paixão, afinal... a do dia pode ser a da semana, do mês, do ano e ser recíproco!

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

A pirâmide onde todos perdem

Ele a acusou de usar máscaras para se defender e esqueceu que ele mesmo deveria retirar as suas. Foi fraco demais para perceber que tudo o que precisava era outra e não ela. Só percebeu quando perdeu o perdido e agora não sabia mais o que fazer para recupera-lá.
Tinha duas mulheres lindas, cultas e independentes nas mãos, mas não sou avaliar os sentimentos. Magoou uma, que sem saber o deixou magoar a outra. Tipo de coisa abominada por aquela que nada sabia, nesse caso ambas, já que nenhuma sabia de nada.
Tinha dois pássaros nas mãos e acabou sem nenhum!
Não soube parar e pensar o que realmente queria e desejava. São Paulo, Ribeirão Preto, Amapá ou Mato Grosso, Bahia? O que realmente precisava? Oiapoque ao Xui têm tantas opções, de mulheres, amores, medos e dúvidas.
Não soube decidir e acusou o uso do máscaras, dizendo que essa proteção não era necessária quando o escolhido era um homem e não um moleque, lendo engano de quem decidiu cair na lábia matuta.
A mascarada, que nada havia perdido e no final nada havia ganhado, escondeu dentro do coração mais uma mágoa. Nada fizera, nada desejará e o tempo que o esperava nem ao lado olhava. Pobre garota esquecida por quem deveria esquecer.
Seu único mau. Se entregar, não esconder! Sua punição, não entender!
Parar e pensar o que cargas d'água aprontará para como prêmio ter aquela recepção quando meses atrás tudo o que fizera era festa, beijos e estripulias. O posicionamento deveria ser outro pensava, ela faria assim, pois sempre o fez.
Pare e pense, quantas vezes mais retirará a máscara, será que ela ou a outra precisavam viver assim? Quem errou? Quem acertou?
Parou, pensou, refletiu e com o coração doido se entregou ao precipício da felicidade imediata que só quem sentiu o vento passando pelos cabelos durante uma queda podem analisar o que a mascarada decidiu. Um dia, uma companhia e a sensação triste de enxergar uma cara de quem percebeu que não tinha mais nada.
Sem saber entendeu o sinal daqueles olhos, apenas a observação que ele perderá ao mesmo tempo duas paixões, dois amores, duas prosas e de dois carinhos.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

O que mais fazer para melhorar?

Já joguei fora roupas e sentimentos que não me serviam mais. Já chorei tudo o que tinha para chorar e não olhar mais para o passado! Parei de me torturar por atitudes tomadas e por cagadas mau resolvidas. Literalmente virei a página.
Esqueci endereços, esqueci números de telefone, esqueci nomes, sobrenomes, parentescos. Esqueci aquilo que não me servia mais. Vez ou outra tento procurar roupas que não servem mais, lembrar nomes e atitudes passadas, numa espécie de ressaca moral, mas isso passa lentamente (não rapidamente como deveria!)
Continuo pensando o que mais fazer para melhorar? Não para os outros, para mim mesma.
Me encontrar e sair desse reino de máscaras do qual me afundei para não me desgastar! Será a terapia uma boa solução? Parar de ser muleque e aprender a ser menina? Guardar os comentários que eu sempre faço, sejam eles de conotação sexual ou não?
Estou em um outro momento da vida. Parando de me lamentar o que passou e questionando quem eu estou me tornando.
Assusto? Afasto? Expansiva demais? Autêntica demais? O que guardar? O que mostrar?
Beijo? Não beijo? Mordo? Assopro?
Qual a melhor conduta? Qual a melhor eu? O que fazer para espantar aquilo que acredito estar incorreto, ou será correto demais? Como conseguir focar nos meus objetivos que extrapolam os objetivos?
Terapia é a melhor resposta? Ou deixar trancado (já ia escrever palavrão, mas vou arrumar outro termo) nesse processo de raciocínio intermitente que pode ser comparado ao estimular os próprios órgão sexuais para obter prazer sexual ;)
Não sei. O que fazer mais para melhorar o já melhorado processo de melhorarização de Luiza Leonel Damasceno Pellicani (acho que vou incluir todos os sobrenomes dos meu antepassados para ficar bonito e quem sabe me ajudar no processo) Melhorar Luiza Leonel Moreno Damasceno dos Anjos Caetano Pellicani (esses são os que eu sei que tem).
Não sei, não sei e não sei! Aceito inbox ou comentários, rs

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Quão chata sou eu?

Essa reflexão não sai da minha cabeça nos últimos tempo!  Quão chata sou eu? Como as pessoas me enxergam? Nunca havia parado para pensar nisso!
Já haviam me dito que a minha animação pode ser contagiante ou irritante dependendo do dia. Mas será que isso acaba afastando aquele carinha interessante ou os amigos de todos os dias?
Não sei!
Por isso ando procurando não só uma pessoa que goste de mim, mas também que me aguente e me entenda nos meus momentos altos e baixos. Será que é pedir muito?

Eu sempre erro

Estou a todo momento fazendo coisas erradas e depois fico na ressaca moral. A pior parte é querer esquecer para seguir em frente e não conseguir.
Errei demais nos últimos dias, mas tenho certeza que se tivesse a oportunidade de voltar no tempo teria feito exatamente a mesma coisa!
Um oi mal dado, um sorriso bem dado! Diferenças que fazem os momentos acontecerem!
Esquecer um para conhecer outro e depois ficar pensando nos dois? Sem poder falar com ambos! Welcome to my life!
Em qual parte eu errei?

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Minha máscara

Depois de colocar sua máscara de proteção, tire-a com muito cuidado! Se ela está lá são para te proteger, defender de si mesmo e dos outros. Aprenda, cada um é cada um e você não é outro... é apenas você!

A proteção não pode ser esquecida, nem aquecida, nem dispensada por qualquer que seja. Os conselhos e comentários virão: "você não era assim antes!", "nossa deve ter sofrido muito para se tornar isso!" Mas não se importe.

Deu muito trabalho recolher os cacos, juntar, colar tudo e fazer essa nova máscara que você usa. Qual seria a melhor razão então para você jogar no chão, quebrar e fazer uma nova se parecendo com a antiga?

Nenhuma!

Nada, nem ninguém parecem ser suficientes para a retirada da proteção.

Mas fique tranquilo! O bom dessa máscara é que ela muda conforme o dia, por isso ela é tão útil. Só não espere ver a versão frágil, triste, indefesa e indecisa na minha face. Sei o que quero, sei o que preciso e o melhor, com essa máscara aprendi meus limites.

Poucos têm a oportunidade de ver o que tem debaixo dessa pele grossa de proteção, uns gostam do que vêem, outros mais medo, outros mais tristeza, mas o mais fraco apenas se assusta e foge! Máscaras são definitivamente a melhor opção de proteção!

Se houver o entendimento da função da sua máscara, aí sim você encontrou o que procurava e um novo traço se forma, sem imposições, apenas transformações! Transforme a sua vida e terá uma nova máscara!

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Ame

Ame até falar chega
Ame a cada respiração
Ame a cada segundo
Apenas ame

A si mesmo
Ao próximo
O vizinho
O amante
O atual e o antigo

Ame com distância
Ame na esquina de casa
Em outra cidade
Outro bairro
pode ser até outro país
Ame

Quando o amor acabar
Deixe-o ir
Você vai sentir falta quando partir
O amor vai também

O sorriso será outro
O amor outro
O desejo outro

Apenas ame!
A 2, 90 ou 1.200 km!
Ame um por dia
Um por hora
Uma semana
Só não esqueça nunca de amar!

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Conselho

Lembre-se o passado nos moldou para que nos tornássemos aquilo que somos hoje. Muitas vezes nos lembramos apenas dos momentos bons, mas se no passado não deu certo, agora no presente ou no futuro seria o suficiente para você? Os mesmos erros e problemas não viriam a tona?
Quanto uma passada de tempo pode modificar velhos vícios, anseios, medos e outras tantas coisas!
Será que vale a pena deixar o passado no passado ou tentar trazer para o presente.

São tantas variáveis meu caro, muitas!!!!

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Um telefonema

O dia começou com uma promessa. A de que na hora do almoço uma ligação seria feita. Depois de vários dias de mensagens para lá e para cá, whats app e facebook, a expectativa de ouvir a voz gerou ansiosidade.
Medo chegou a aflorar e questionamentos de que se a promessa não fosse cumprida qual sentimento iria envolve-la. E se ficasse apenas na expectativa do momento. Sentimento quinta série, admitiu para si mesma. Mas por fazer tempo que não sentia algo do tipo por ninguém, se deixou levar
O coração sambou, salpicou, brincou de diversos ritmos dentro do peito quando o celular notificava mensagens, imagina quando se espera um telefona.
Como acontece em dias assim, na espera de um telefonema, até o Papa ousou ligar, assim como o Banco, o amigo, desconhecidos e conhecidos e a manobra de vida muda para despachar logo o ser para liberar logo a linha.
Esperar foi quase um martírio e trouxe a sensação gostosa de viver cada gota de felicidade da vida e surpresa, mas valeu a pena!
Quando ligou, o arroz estava no fogo, a mãe gritava por ajuda e a irmã anunciava onde estava o celular. Foram poucos minutos de conversas triviais, planos e a sensação de que a saudade não era só dela, mas compartilhada.
O dia passou a ficar mais bonito e a memória repetia várias vezes os momentos bons juntos, sem tanta distância.
Depois veio o medo, pois tudo o que sentiu como a saudade compartilhada e a sensação de que os planos não eram só seus fossem coisas apenas dela e de sua cabeça, poucas vezes derá brecha depois que se enganará te levantado sozinha alguns tombos, foi assim que colocou a máscara criticada por uns e desejada por outras de quem não quer nada, apenas danças e sentir o doce saber da juventude que esvai a cada gota de suor gasto em uma dança e a cada palavra trocada com um desconhecido para saber o que pode render um sorriso descomprometido.
Enquanto não sabe-se se é erro ou acerto ela deixar-se martelar pelo sorriso de orelha a orelha provocado por aquele do outro lado da linha, deixa se envolver na felicidade, no prazer de poucas coisas como o som da voz, a leitura de uma mensagem de saudade ou por saber um pouco da rotina.
Um telefonema é quase nada, não dá para sentir pele, tocar as mãos, mas traz a sensação de proximidade e não deixa que o tempo mate algo que ainda a nascer. É um telefonema, mas é uma promessa cumprida, é um desejo e uma vontade.
O futuro ninguém sabe, mas os pequenos prazeres do presente não a assusta, nem causa medo, traz apenas leveza.