quarta-feira, 17 de agosto de 2016

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Me arranque sorrisos

Não pedi pra ser
Não pedi por atenção
Não pedi para ser assim

A gente se fecha
A gente não acredita
A gente odeia

Um sorriso
Uma ligação
Uma mensagem

Uma putaria
Um elogio
Uma vida atribulada

Ei vai não
Fica o sorriso da alma
Fica o sorriso da face
Fica os bons momentos

Ei vai não
Ah! Você vai?
Então valeu
Muito obrigada!

sábado, 9 de abril de 2016


segunda-feira, 4 de abril de 2016

A vida e as nossas escolhas

A tomada de decisões é sempre um momento para o qual não estamos nunca preparados na vida. Pelo motivo de que essas decisões quase nunca nos darem tempo hábil de pensar no caminho que tomamos. Não estou dizendo que a vida é feita de impulsos nas decisões, mas que elas muitas vezes devem ser feitas de uma hora para outra e de um momento para outro.
As minhas são baseadas em quais atitudes vão me fazer sentir plena e realizada. Isso pode ser com relação ao trabalho ou as relações pessoas.
Me deixei levar muito tempo, mesmo sem admitir pelas premissas de outras pessoas.
Faça isso e não faça aquilo. Não mande email para tal contrante. Demore para responder aos whats apps de um possível affair.
Com o tempo e meu amadurecimento foi fazendo as minhas próprias escolhas e quando os momentos determinantes para tomadas de decisões acabei fazendo as que menos me machucaram.
Final de semana foi um desses. Muitos disseram: afaste-se, não faça isso, não faça aquilo, esqueça e lembre-se apenas que isso pode te causar frustração, lágrimas e arrependimentos.
Ao contrário disso tudo. Tomei a decisão em poucos segundos, eu já estava preparada e acada dia me preparo mais.
A expectativa no passado de decisões como as do final de semana de fato me machucaram, mas dessa vez fui com o coração tão aberto, desfrutando cada semblante meu de alegria que tudo, até as pequenas rusgas deixaram lembranças difíceis de serem apagadas.
Uma força se apoderou em minhas entranhas que parece que sou capaz de tudo.
A vida nos faz escolher, mas tem que ser uma decisão nossa. Não adianta pensar pelas premissas de pais, irmãos, amigos, affairs. Só nossa mente realmente sabe o que se passa com a gente e cada pedra que tivemos que pular pelo caminho.
As nossas decisões afetam nosso bem-estar e decidir o que acontece a seguir é uma obrigação nossa. Surpresas boas podem acontecer e você se ver na beira de uma das paisagens mais bonitas ao lado de alguém que não te dá promessas, apenas uma paz que te leva a crer que tudo tem um momento certo e a felicidade mora ali em meio ao horizonte que às vezes precisamos de alguém mais calmo para te mostrar.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016




Nem me lembro quantas vezes acordei insatisfeita por estar sozinha, disse vários nomes baixinho na tentativa de que fossem meus. Na tentativa talvez por me sentir protegida na madrugada do frio e de não ter as mãos vazias ao vento.
Desejei voltar ao passado, desejei não ser tão eu. Pensei que para ter uma boa companhia deveria mudar meu jeito. Minha postura. Me mudar do começo ao fim.
Pensava que talvez ter sido criada por uma mulher que acredita na liberdade e por um homem que não queria filhas a espera do príncipe encantado tivessem me tornado essa coisa louca que sou.
O tempo passou. A calma abrandou o coração desesperado por beijos e afagos.
Erro muito, erro todos os dias, mas o melhor de tudo é que assim como eu erro eu também acerto fazendo ser mais fácil ser feliz com a pessoa mais especial e a minha melhor companhia. A minha mesma.

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Primeiro dia de dezembro e de novo não sei tudo

Tenho para mim que os anos foram desenvolvidos com a finalidade mais perversa contra o ser humano. Pontuar o começo e o fim de qualquer coisa sempre parece um tédio, uma demarcação de tudo o que aconteceu e  poderia ter acontecido.
Não sei a quem depositam essa esperança de vida nova se todos os dias depositamos novas fichas a fim de ser uma pessoa melhor, ou pior, para algumas pessoas.
Vamos pontuando ano a ano o que queríamos, o que conquistamos ou o que não fizemos. Como toda lista de check-list do dia 31 de dezembro onde sempre estão a entrada na academia, a dieta nova ou um novo amor.
O tempo nos pontua e a memória nos engana. Cientificamente foi comprovado que a nossa memória sobre o passado pode ser alterado de acordo com a nossa necessidade.
A minha necessidade hoje é ser feliz. Ao acordar pela manhã quero me sentir realizada, feliz com o meu corpo, minha mente e minha família.
Desenvolver planos não para 2016, 2017 ou 2018, mas para agora. Eu tenho a urgência do ontem em fazer coisas que me agradam e poder deixar quem está a minha volta transbordando em felicidade.
Quero para dezembro o que já queria nos outros 11 meses do ano. Colocar a cabeça no travesseiro e dormir tranquila. Amar amores e sofrer com suas dores. Só isso. 
De resto vamos todos unidos para construir um mundo melhor. Seja você o melhor do mundo. Se todo mundo não jogar papel na rua, respeitar o próximo (homem, mulher, criança, idoso, pobre, rico, negro, branco, amarelo, planta, cachorro ou muro) e respeitar a si mesmo. Seja na vida online ou na real, talvez o ser humano tenha se esquecido que se discute com alguém na internet poderá encontrar com a mesma na rua.
Sim, as horas, dias, meses, anos foram desenvolvidos para torturar o homem, nos ver deixar a nossa marca e perguntar como o mundo continuará sem sua existência.
Primeiro de dezembro, vejo fotos de árvores, reflexões de amigos e muita reclamação e comemoração pelo ano que já deixa aos poucos de existir. Mais uma vez vejo que não sei tudo e ainda resta muito a aprender. Só resta sentarmos até 31 de dezembro chegar com todo o aprendizado que pode trazer e quando 2016 chegar... de novo fazer o mesmo e tentar ser feliz!

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Aborto Sim? Aborto Não?

Logo quando acordei, vi uma série de postagens todas seguidas pelas hashtags  #‎souafavordavida,#‎deixanascer. Mais uma vez a igreja está envolvida na questão não só de planejamento familiar, como de saúde pública.
Saúde pública sim, já que milhares de mulheres morrem todos os dias por conta do aborto clandestino. São tantas que não existe estatística que confiável sobre o tema, especialistas aponta que uma em cada cinco mulheres brasileiras com até 40 anos já fizeram ao menos um aborto na vida. E nem todos os casos que não deram certo chegam a grande mídia.
Eu sou a favor sim e a mulher que quiser fazer aborto terá meu apoio e consolo. Já apoiei algumas vezes, não sei se faria caso ficasse grávida do dia para a noite. Sei que não estando com uma pessoa confiável ou dentro de um relacionamento, provavelmente contaria com o apoio dos meus pais para definir o meu destino e do serzinho em desenvolvimento.
Provavelmente enfrentaria a questão como uma leoa e me viraria para dar uma boa educação e colocar mais uma pessoa maluquinha e de bem neste mundo cada vez mais nefasto. Mas e se eu decidisse interromper? Quem poderia me recriminar? A religião? A legislação?
Não gosto nem de imaginar o trauma de uma mulher que tem nas mãos a decisão de ter ou não ter uma criança. Imagine então se essa criança for fruto de um abuso?
Sou a favor a vida sim! Sou a favor da nova legislação de quando o homem não quer realizar um teste de DNA a Justiça automaticamente o define como pai e já o responsabiliza pela ajuda financeira para a criança.
Sou a favor da vida, seja ela da mulher, seja ela da criança. Afinal, já escrevi no Facebook, a legislação não muda a vida de quem é favorecido financeiramente, nesses casos basta uma viagem ao EUA, por exemplo, e a mulher terá um aborto com segurança.
A legislação muda a vida da mulher pobre, que já teve sete ou oito filhos e não tem condições de ter mais um. Aquela que compra Citotec na esquina e depois precisa de atendimento médico no SUS (Sistema Único de Saúde) por conta de uma hemorragia.
Ninguém faz aborto por diversão, ninguém acorda e fala: "vou engravidar para depois abortar". Ninguém! Está na hora da religião parar de pautar a legislação de um país que se considera LAICO (que ou aquele que não pertence ao clero nem a uma ordem religiosa; leigo).
Alguém já disse uma vez e concordo: "Se homem engravidasse, o aborto já seria constitucional há tempos".


quinta-feira, 5 de novembro de 2015

A vida não se resume a like, nem rede social

A internet é uma coisa engraçada e completamente sem sentido, desde a criação das redes sociais e o advento das blogueiras parece que tudo na vida se resume em um bom texto gigante e uma bela foto com um filtro na internet.
É só postar alguma coisa que começam a surgir os likes, aquele famosos simbolo do joinha que mostra quem concordou com você ou quem gostou da imagem.
Ter vários likes é legal, mas a vida não se resume apenas a isso.
A blogueira australiana Essena O’Neill chocou a internet ao deletar seus posts antigos e fazer um textão avisando que voltou para a vida real!
 Devo dizer, gosto sim quando ganho um like na internet, mas não morro caso publique uma foto e não ganhe nenhum.
As fotos postadas, os textos escritos não representam o que eu sou na minha essência. Talvez uma amostra grátis.
Me acho uma pessoa divertida, entretanto grossa e cheia de objetivos. Você me vê na vida noturna me divertindo pelo simples fato de eu ter a necessidade de viver a vida real! Ter histórias para contar e não necessariamente postar.
Minha vida é uma rede social aberta! Todos os dias me olho no espelho e crio uma mensagem motivacional, como essas postadas nas redes, afinal, eu preciso seguir em frente, Pra mim, a vida online é apenas mais um pedaço da minha vida, nada mais que isso.

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

O grande x que é amar

Quantas vezes já tivemos a oportunidade de ler "ame a si mesmo", quase todos os dias. Afinal, ainda não inventaram coisa melhor do que amar.
Há a necessidade de amar o trabalho, pessoas que convivemos, até as contas que pagamos.
Outra frase muito compartilhada é "antes de amar, ame a si mesmo". Se amar é algo complicado, não será todos os dias que aquela pessoa no espelho será a coisa mais sensacional para você.
Temos nossa variável de humor, mulher tem isso quase todos os minutos do dia.
Amar outra pessoa também é fácil, o primeiro passo é deixar se envolver. Mas essa condição apesar de parecer fácil, não é!
Quando chegamos em um fase da vida, toda calejada de amores possíveis e impossíveis, fica ainda mais difícil. Deixar uma pessoa entrar na nossa vida é um passo sim complicado.

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Esperando o próximo momento

Uma vez assistindo a um filme sobre uma garota doente ela descreveu que quando chegava em um hospital com dor os médicos pediam para que ela classificasse a dor entre zero e 10, ela nunca dizia 10, pois o guardava para um momento especial.
Eu nunca fiquei gravemente doente. Fiz uma cirurgia no pé por conta de um cisco, aos seis ou sete, que me rendeu uma cicatriz que amo e me impossibilitou de brincar por vários meses. Depois atingida por um menino no balanço que me rendeu a alguns pontos na cabeça. Esses foram os momentos que tive de ir ao médico e me deixaram com várias dores pelo corpo.
Todos os dias enfrentamos algum tipo de dor, as físicas para mim são geralmente por conta de problemas invariavelmente provocados pelas infernais cólicas mensais.
Tem as dores do trabalho, quando nos sentimos aquém do que nos propomos a fazer.
Tem as dores do coração! Há tempos havia decidido que não passaria mais por isso. A promessa foi feita durante uma noite em Araraquara, quando chorei por uma noite inteira por um amor que nem o mais poderoso mágico poderia ressuscitar.
Me debulhei em lágrimas exigindo à mim que colocasse o sorriso no rosto. Por conta das lágrimas não tinha vontade de acordar, não tinha vontade de viver, não tinha vontade de mais nada. Um especialista diria que tive sintomas clássicos de depressão.
Decidi que me transformaria em um monstro, daqueles que não amam ninguém e nem a si mesmo. Não daria chances ao destino para tamanha nova decepção.
Ano passado descobri um ser que destruiu essas muralhas, durante nossas conversas regadas com risadas voltei a acreditar que poderia valer a pena ter uma parceria. 
O monstro foi morto, dessa vez ressuscitou mais delicado, deixando as pessoas entrarem de mansinho, permanecer para depois irem embora. Sem raiva e sem tédio.
Com o tempo, esse jeito de fica quem quer, me transformou em outra pessoa. A garota cheia de segurança começou a ser substituída pelo tipo clássico da insegura. Tenho medo sim de me envolver. Olhe ao seu redor! Olhe como as pessoas estão se relacionando! 
Vivemos num mundo da facilidade difícil. Todo mundo quer alguém para partilhar os bons momentos, mas ninguém que perder a sensação de liberdade.

Não sou carcereira de ninguém, gosto de dividir momentos e não pessoas que estão comigo. Talvez esse seja mais um daqueles momentos para refletir e me transformar em uma nova pessoa. Isso só o tempo, senhor de tudo, irá dizer.

Coisas tatuadas no coração

Não adianta, não tem como fugir! Tem situações que simplesmente ficam tatuadas no coração e não podemos mais esquecer.
Tenho a sorte de ter os melhores pais do mundo me acompanhando nessa trajetória.
Sempre que eu precisei, eles estavam lá para me apoiar. Estavam lá até quando não precisava.
Secaram lágrimas, deram aquele abraço acolhedor com um leve balanço que nos transportam para locais de segurança.
Os olhares de aprovação e reprovação que nos levam para um lugar melhor, nos tornam mais fortes, acabam com os suspiros de amargura.
Morando longe, a gente começa a achar que não precisamos mais deles, lendo engano. Preciso deles todos os dias.
Acordo todos os dias com a mensagem de bom dia do meu, seguido pelas respostas dos meus irmãos. Mais tarde vem a mensagem da minha mãe. Isso já me garante bons sorrisos, isso me dá forças para continuar.
Essas são as pequenas e umas das muitas tatuagens gravadas no meu coração. Todo dia tem um nova, com um novo significado.
Não sou uma pessoa de esquecer, não sou uma pessoa de deixar agradecer.
Tento mostrar que sou essa pessoa maluca, que não se importa e a frente do seu tempo, mas eu sou assim do século XVI que precisa de família todos os dias, Que precisa se sentir amada. Sou uma pessoa de sorte, por ter essas pessoas que tatuam todos os dias no meu coração!

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Eu quis amar você

Não. Não pedi por um amor, pleiteei todos os dias por liberdade e por sentimentos que me complementassem. Eu queria outra coisa, mas me veio outra.
O coração cheio de remendos e poucos suspiros aos poucos foi se abrindo. Tentei me trancar das boas sensações apenas para me blindar do sentimento que invariavelmente veio invadindo meu coração.
Meu ponto fraco, sempre é a admiração. Não é beleza, não é vestimenta, muito menos conta bancária.  Hoje o mundo está pobre de seres que nos causam admiração.
Muitos querem vender apenas a etiqueta do seu consumo. Esquecem das relações humanas, esquecem dos objetivos e de tantas coisas pequenas positivas e se concentram no supérfluo.
Vi o carinho com sua família, a
ssim como a batalha diária no trabalho e toda motivação para o seu ganha pão e de sua equipe.
Deixei me envolver, e quanto mais tirava a minha capa, mais comentava sobre você em meu círculo. Quanto mais isso acontecia, mas as mensagens iam diminuindo e você se afastando.
Sei bem como funcionam essas coisas, tento entender pois também sou assim. Mas eu quis amar você, não pelo fato de precisar de alguém. Já sei que posso viver bem assim. Mas por querer mesmo!
Do mesmo jeito que me abri para que eu quisesse, vou aos poucos novamente me fechando e dizendo a mim mesma que amar não é a vontade apenas de um e os sinais dos dois lados devem ser observados.

Apesar de querer, vou te guardando e te esquecendo, e mesmo que um dia você queira me amar, se todas as portas já estiverem fechadas, infelizmente você não terá mais como entrar e eu não vou querer mais amar você.

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Sai de perto que eu estou chata!

Fechar os olhos e lembrar bons momentos onde o sorriso não sai de jeito da face. Estou num bom momento. Depois de tanta tristeza e incertezas, de repente a gente se vê em um vale de segurança. Não significa que esse vale seja eterno, ainda não sei, mas bem que gostaria.

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Chorei até rir

Engraçado os caminhos que tomamos e onde vamos parar por conta de nossas escolhas. Dei rios de lágrimas quando achei estar certa, outros rios de lágrimas quando achei estar errada. Mas sempre respirei fundo esperando que o ar a entrar nos meus pulmões me indicasse o caminho certo.
Se indicou não sei, mas vou respirando fundo a cada caminho dado. A cada luz na fim do túnel.
Dos amores sofridos, dos projetos profissionais a não sair dentro do esperado, de me diminuir diante de um sorriso.
Quantas vezes acordei me achando errada, tendo medo dos meus sonhos, dando passos tímidos quando tinha que ser forte?
Eu tenho a força de uma tempestade que destrói para dar lugar a sua vontade, fazendo isso com pouca graça, acelerada por conta da minha fúria do passo lento e tímido.
Chorei e muito para colocar a tona o meu sorriso mais bonito e dar o meu sorriso mais sincero. Eu sei quem eu sou, sei mais do que nunca o que quero e acredito que esse é o momento de ser feliz.
Me querem fraca, mas serei mais forte.
Encontrei meu destino, chorei até rir para saber quem eu sou. E eu sou Luiza Pellicani e isso ninguém nunca vai me tirar

terça-feira, 30 de junho de 2015

Eu me dei

Doei meu amor, meu tempo, meu carinho, meu desapego, a minha carne, pensamento, cheiro, toque, suspiro.
Entreguei de bandeja e fui combalida, chamada de Geni, meretriz, rameira.
Doei o que era meu, sem pedir mais ou menos tempo.
Dei o que não precisava pedir autorização.
Dei e fui taxada pelo simples fato de ser mulher, se tivesse nascido para receber a doação estaria agora sentindo os abraços e as felicitações de todos os amigos.
Doei o que era meu, de cabeça limpa, coração leve e nada de alma confusa. Foi no meu momento, com quem eu quis e dizendo sim.
Muito mais do que qualquer coisa, eu me doei pro mundo, para que ele fizesse o que quisesse de mim. Esse homem insano, que me leva pra lá e pra cá e me faz conhecer não só a mim mesma mais aos outros doadores malucos do mundo.
Doei tudo o que eu quis doar. Doei, pois eu quis. Doei, pra ser feliz e quem sabe um dia pode voltar.

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Dancei sozinha e sorri sem muito esforço

Um zilhão de pessoas a sua volta, olhos fechados, música em todo o corpo que move-se como quer. O corpo pula quando pede, abre os olhos quando quer, mas está lá só sentindo a música. O resto é apenas resto e nada mais importa.
Não tive medo de olhares e me senti protegida. Naquele momento não precisei de ninguém segurando a minha mão.
Quanto você aprende sobre você quando está sozinha? Aprende que não tem tanta coragem caso não seja para causar emoção no grupo, se vê recatada, distraída, se vê feliz sem os olhares que dizem não julgar, mas julgam.
Você tem medo de ficar sozinho? Eu não tenho. Sozinha o riso é louco, o processo é no meu ritmo e as conquistas mais silenciosas.Não há olhares de aprovação ou não!
Sábado eu fui eu por eu no meio de gente bonita, feliz. Fui feliz sozinha e em grupo. No sábado eu fui feliz, muitoooooooo feliz. Fiz minhas escolhas e as escolhas que fiz, são só minhas!

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Um espaço em branco no coração

Difícil explicar esse momento em palavras, deixe de acreditar em tanta coisa, mudei tantos conceitos. Já tive tantos momentos, já liguei o foda-se para tanta coisa e me deixei ser criticada por ter opinião forte.
Amei até doer, sangrar a alma, ter meu ego ferido. Mas uma pergunta recentemente me surpreendeu? "O que você amava tanto no seu ex?"
Juro, não soube explicar de bate pronto. Fiquei dias pensando sobre isso, foram tantos anos de relacionamento, um sentimento que só consegui me livrar há pouco tempo. Analisei todos os momentos bons, remoí o término, pensei com saudade, ódio, amor, carinho, medo. Depois me dei conta, amei todos os momentos. Dos dias reunidos com os amigos, aos filmes de domingo embaixo do edredon.
Refletir não me fez mudar de opinião sobre ter um relacionamento nesse momento. Sim no final do mês farei 30 anos, deveria pensar em alguém para casar, ter filhos e assim constituir uma família. Mas isso já não me preenche.
Não que eu não queira ou não tenha vontade, mas quem sabe um dia.
Hoje eu quero o amor pelo amor e nada mais.
Ainda não consigo entender os julgamentos anexados e taxativos sobre pessoas livres. Se um cara tem três garotas ele é um garanhão. Para ele é permitido usá-las e enganá-las como quiser. Se uma garota faz o mesmo ela é uma vadia.
Ou se ao invés de sair com três ou mais caras ela apenas decidir que não quer um relacionamento sério, mas quer sair com apenas um cara, sem se importar se ele sai com outras. Ela também é considerada uma vadia.
Acho muito louca essa sociedade que julga. Eu decidi deixar um espaço vazio no meu coração, não por não ter a habilidade de amar, mas por amar demais e ter me machucado muito.
Deixei um espaço vazio, pois quando eu conheço um cara eu quero consertar sua vida, diminuir seus problemas, ser seus ouvidos nos momentos difíceis.
Mando mensagens ao celular ao acordar, mando recados estúpidos por emails. Escrevo textos gigantes sobre cada momento em diários que vivem jogados no meu carro, quarto ou armários.
Não é fácil a decisão de guarda um sentimento pra você. Guardar um sorriso quando recebe uma mensagem de alguém que gostamos muitas vezes com uma única palavra: saudade. Ou uma promessa: estou indo pra Campinas.
Sim, meu coração ainda fica ofegante com um nome ou dois.
Mas nesse momento, poucos dias dos 30, sigo pensando, onde está a pessoa que vai me mandar emails estúpidos, o escritor de textos em diários escondidos, sentimentos mais confusos que os meus.
Queria já tê-lo em minha vida, queria que ele tivesse um nome específico. Queria, queria e queria, mas acontece que não é o momento.
Agora é momento de gritar alto, se lixar para a minha reputação na boca alheia e continuar pensando em mim. Se tudo o que eu faço um dia me perturbar aí sim terá minha atenção, aí sim eu vou parar.
Enquanto isso vivo o meu amor platônico seguro. Onde os desapontamentos estão em todos os caminhos, mas são menos palpáveis e doloridos.
Vivo no platonismo da realidade de poucos minutos, algumas poucas horas, muitos sorrisos e muito conforto. Um nome que me faz sorrir e mesmo assim me deixa um espaço em branco. No momento certo, pode ter certeza, vou escrever o seu nome, mas agora, estou dando a mínima para relacionamentos.



quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Vontade loca de escrever

De tempos em tempos me dá essa vontade louca de escrever sobre tudo qualquer Coisa. Vai crescendo e crescendo e vou escrevendo textos gigantes no facebook que ninguém vai ler.
Acontece que tem um nó no mei coração e na minha cabeça com coisas mirabolantes do que podem acontecer, do que acontecem, tudo ao mesmo tempo e em um looping constante.
Encontro a alegria em pequenas coisas, em repostas de mensagens, e lembranças me levando para mundos onde os problemas desaparecem e apenas sorrisos e olhares inebriantes enchem a alma.
Os planos deveriam ser sempre como imaginamos e não essa coisa maluca da realidade. Pelos meus planos não estaria aqui, não estaria lá, mas em todos os lugares e lugar nenhum. Paixões de uma noite durariam a vida inteira e a única coisa a ser levados a diante seriam os sorrisos.
Eu sorrio todo dia. Vendo o cachorro. O casal na rua. O tiozinho saindo com os pães na padaria, eu me stresso o tempo todo, com a mensagem não respondida, com o carro que bate depois de u a fechada e atrapalha os meus planos, com a falta de um amor e o tempo e o vento inquietantes que parecem sempre afastar quem eu quero mais perto.
Esses são pensamentos jogados em linhas, e palavras. A falta de sentido, faz o sentido ser o todo.
As palavras me fazem fechar a timeline das séries, deixar o livro do lado e ignorar as notícias da tv.
A vontade de tirar tudo de dentro da alma dá significado para as coisas, mas mesmo assim acabo não escrevendo tudo o que quero e preciso dando a sensação de que além de esconer as coisas para as letras quero esconder de mim.
Qual motivo nos levam a ser tão mentirosos com nossos sentimentos, o que esses juízes da sociedade fazem com a gente. Sim juízes, são eles que ditam não ame assim, saia curta demais alerta, felicidade edmais alerta, planos demais alerta, esse cara só quer transar com você, não corra muito atrás, não diga o que sinta, não sinta o que sente. Campinas pra que ir pra lá, fique em Ribeirão Preto, case, tenha filhos, não saia todas as noites, não escreva matérias assim, matérias negativas que vendem jornal, eles não fazem mais que a obrigação, virou assessora de imprensa deles, você naão serve para essa editoria, você não deveria ser jornalistz.
Por isso é mais fácil mentir por qualquer coisa, a verdade é desabilitada e desacreditada por nós todos os dias. Afinal, pra que serve a verdade? Ela magoa, não infla egos, não enche contas bancárias, não arrumam namorados.
De pequenas mentiras e inverdades somos obrigados a viver e vive de restos estagnado nos luxos dessa sociedade alcatraz que fazem do pouco tempo de terra serem infundos e inoportunos,
Meu deus quanta merda para uma pessoa só, mas são essas questões que me tiram o sono, acabam com os meus sonhos.
Ainda não descobri o que tem mais de gostos do que ir apertando as letrinhas do teclado e ir tirando tudo o que se passa na minha cabeça e ver formando textos incoerentes sem começo, meio e fim, sem preocupação se a sematica está certa, se é isso mesmo que poderia ser usado para descrevr, sem pensar se as palavras estão sendo escritas de acordo co  o Aurélio e sem pensar se alguém vai ler.
Ainda tem muita merda nessa caxola, mas parti

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Palavras apaixonantes

Tudo para ser mais um dia, mas nem sabia o que representaria aquele momento. Despediu-se do luxo dos eventos rechados de pessoas com falsa classe e sem argumentos próprios, apenas  contextualizada com opiniões comprada de um site qualquer ou redes sociais.  A procura era por um bom bate-papo, bons momentos com os amigos e com a irmã.
Foi por acaso, entre uma discussão e outra sobre um assunto qualquer que o interesse foi despertado, em tudo parecia haver sentido dos lábios que profanavam sabias palavras, ou seria apenas a luz interna e aquela face translucida de enloquencia sabedoria a fazer tudo ter sentido? Não sabia, não sabe e talvez nem irá saber!
A única coisa que entendia era a necessidade de ouvir mais, enebriar-se de cada palavra sendo conduzida a um universo onde nada fazia sentido e apenas os lábios se moviam. Fascinada só queria mais e mais.

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Sorriso vago

Um sorriso misterioso que te deixa com vontade de aprofundar em sua vida, saber seu sonhos e partilhar as desavenças da vida. Daqueles que te levam a divagar sobre os sonhos.
Mesmo que não sejam só para mim, me levou para um caminho único e sem volta da admiração.
Aquele sorriso, vago e cheio de história, me deixou com vontade de fazer as minhas. Me lembro que eu também tenho meus sonhos e que não preciso apenas viver o dia-a-dia deixando para traz todos os meus sonhos.
Como pouca coisa faz tantas dúvidas acabarem, todos os projetos serem reacendidos.
Que poder tem certas pessoas que passam pela nossa vida. Que força nos dão. Que lição de vida.
Foi como um flash em um registro fotográfico. Iluminou o que estava na penumbra e acabou me lembrando quem eu era no meio da escuridão do medo de não ter um alguém do meu lado.
Com suas histórias, recheadas em sorrisos, me lembrou que o que mais preciso eu já tenho e não existe necessidade de mais nada. O que vier depois do que já tenho será um complemento. O sorriso vago somou, fez sua história e cumpriu a promessa que silenciosamente fiz a mim mesma: ser feliz.
Baixinho, entre um sorriso e outro, disse que tinha medo de me machucar. Aprendi com o tempo que apenas eu me machuco. De sorrisos misteriosos em sorrisos misteriosos cativou minha admiração e estará para sempre guardado com muito amor dentro do coração!