


O cobre é o mais nobre material da cozinha. E nele, os mais sublimes doces entraram para história e colocaram diversos chefs e seus restaurantes no ranking dos melhores do mundo. Por não ter a mesma reação com o sal, é ideal para fazer sobremesas divinas, ainda mais, por manter a temperatura do alimento de forma homogênea.
O lançamento exclusivo é a Tigela 26 cm da Mauviel by Doural Presentes (R$ 359,04). Uma peça exclusiva da loja que vai permitir que as mais delicadas batidas de fue transformem a receita no mais artesanal sorvete, que antes só poderia ser degustado em uma confiserie, pâtisserie ou episserie de Paris. Ou, o preparo de uma geléia caseira (modo de fazer no link http://www.douralgourmet.com.br/receitas.php?q=223).
A Tigela conta com um suporte opcional (R$ 156,67), que auxilia na hora de bater o conteúdo, ou misturar os ingredientes. Ainda mais que depois do uso, é uma bela peça decorativa na bancada da cozinha.
PS: Quando eu casar, e si casar, podem me mandar de presente!rs!
Preciso de motivos para ser feliz, batalhar e viver... afinal quem não precisa? Preciso ver e sentir o momento para me inspirar, sorrir e amar o que estou fazendo. Preciso de tanta coisa! São tantas maneiras de chegar aos meus objetivos.
Quero descobrir o mundo e quero que o mundo me descubra. Fazer o meu melhor e melhorar. Superar desafios... adoro um desafio!
Por falar em desafios estou com um nas mãos, quero e tenho certeza que vou superá-lo. Estou montando estratégias para isso. Criando situações na minha cabeça, criando textos que ainda não estão no papel e nem num documento do Word. Planos, planos e mais planos que aos poucos vão se concretizando, assim vou caminhando.
Muitos não se lembram, mas o tão querido presidente John F. Kennedy também teve um romance com uma estagiária, que, mais de 40 anos depois, está disposta a contar sua história em um livro de memórias.
Marion "Mimi" Bardsley, então uma jovem loira de 19 anos, foi a menina dos olhos do presidente Kennedy durante dois verões, o tempo em que ela esteve trabalhando no escritório de assessoria de imprensa da Casa Branca.
O historiador Robert Dallek revelou o romance na biografia que escreveu sobre o presidente ("An Unfinished Life: John F. Kennedy, 1917-1963") em 2003.
O caso poderia muito bem ter se tornado público como a relação que o ex-presidente Bill Clinton manteve com a estagiária Monica Lewinsky nos anos 1990, que se converteu no mais grave escândalo sexual na história dos presidentes dos Estados Unidos.
Kennedy, que, com a esposa Jacqueline, formava um casal modelo na década de 1960, sempre contou com o silêncio de seus colaboradores, e seus romances --dentre os quais, um tórrido caso com a atriz Marilyn Monroe-- só vieram à tona muitos anos depois de sua morte.
Segundo essa primeira versão do romance com Kennedy, Mimi não tinha experiência nas tarefas que deveria realizar na assessoria de imprensa e que provavelmente "sua única habilidade foi oferecer alívio sexual a Kennedy".
Naquela ocasião, ela --hoje, aos 66 anos, administradora de uma igreja presbiteriana, mãe de duas mulheres e avó de quatro crianças-- reconheceu que a história era verdadeira, mas preferiu não aparecer na imprensa.
"Tinha 19 anos, era muito jovem, muito ingênua e muito inocente", disse em um comunicado. E completou: "De junho de 1962 a novembro de 1963, tive uma relação (de natureza) sexual com o presidente (John F.) Kennedy".
| Mohammed Awad/Reuters |
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| Mimi Bardsley, que teve romance com John Kennedy nos anos 60 |
O artista norte-americano John Pugh acaba de completar mais um de seus murais tridimensionais que tem como objetivo causar ilusão de ótica no público.
A gigantesca onda pintada na parede de um edifício em Honolulu é tão realista que, pouco antes de a pintura ser concluída, um carro de bombeiros chegou a parar para tentar resgatar as crianças retratadas.
Eles só se deram conta do engano a cerca de três metros de distância da obra intitulada Mana Nalu (o poder da onda).
A técnica conhecida como Trompe L'Oeil --que significa ilusão de ótica-- usa a perspectiva para criar as pinturas tridimensionais.
A proporção tem que ser exata, para ter o efeito de "enganar" o olho. "Concluí que a linguagem de 'ilusões em tamanho natural' me permite me comunicar com uma audiência bem grande", disse Pugh em.
"O fato de que as pessoas gostam de ser enganadas visualmente parece ser universal."
Além das pinturas tridimensionais, Pugh também cria ilusões arquitetônicas para ajudar na composição artística.| John Pugh /BBC |
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| Uma das obras do artista norte-americano John Pugh, instalada em um edifício em Honolulu |
Cuidado, você pode ser vítima de um "ataque fashion". Estimuladas pelas tendências, algumas pessoas passam a usar peças estanhas e que não vestem bem, mas que estão na moda. Esse é o caso da calça-cenoura, segundo Jô Hallack, do blog e da coluna 02 Neurônio.
Ela, Nina Lemos e Raq Affonso resolveram divulgar um alerta sobre estes tipos de roupas no caderno Folhateen (conteúdo exclusivo para assinantes do jornal e do UOL) desta segunda-feira (25). Ouça outros podcasts do 02 Neurônio.
"Alguém inventou a calça-cenoura, um modelo estranhíssimo. Um cruzamento da calça skinny, com a calça saruel, ou seja, um horror. E a gente devia desconfiar, afinal uma roupa com nome de legume, há controvérsias", declara.
Na terça, dia 19, foi inaugurada em Lisboa a nova sede da Galeria Baginski. O local possui cerca de
A galeria já existe há sete anos, mas a partir de agora ocupará um amplo galpão nas docas de Lisboa totalmente reformado para receber exposições. A nova sede contará com duas salas de exposição, sala para acervo, escritório open-space e espaço private view para atender colecionadores.
PS: O fusca esta nesse espaço para exposição!
Não é de hoje que sei o potencial dos meus irmãos, isso todo o meu universo já sabe. Tenho muito orgulho de todos e quando tenho a possibilidade de ser apenas um mero espectador do sucesso deles não consigo caber dentro de mim de tanto orgulho.
Ontem (20/05) foi um desses dias. Fui ao COC prestigiara palestra da fonoaudiólogia especialista em voz Ariane Pellicani (UAU!), que por sinal foi muito educativa.
Estar lá, vendo a palestra e sentir o interesse alheio foi mais que emocionante. Sem querer puxar o saco dela para que ela seja a minha fono, mas já o fazendo, ela é totalmente demais.
Apesar de já saber um pouco do trabalho de uma fonoaudióloga com jornalistas, pelos bate-papos que temos em casa, assistir uma palestra ministrada por ela foi esclarecedora. Vi os exercícios malucos, que fez os alunos rirem um pouco (descobrir mais tarde que isso deixa as fonos bravas, pois os exercícios são coisa séria!) e tive noção de que realmente preciso de um apoio profissional (bom, Ary, ta aí a dica!).
Quero agradecer e muito a oportunidade que a Paula Melani, minha querida amiga jornalista e coordenadora do curso de jornalismo do COC, pela oportunidade dada à minha sister e à mim, pois tive a oportunidade de ver a minha irmã profissional, esquecendo até em alguns momentos que ela era minha irmã!!!
Bate-papo pós palestra, quando ela voltou a ser a minha irmã
Ariane : - E aí.... você gostou? Como fui? – disse, caminhando até o carro.
Luiza: - Você foi fantástica, a palestra foi perfeita! – respondi
Ariane: - Tem certeza? Falei muito hoje e fui entrando em fadiga!
Luiza: - Isso eu percebi, mas gostei.
Ariane: - Sério, não foi cansativa. Achei que o pessoal foi cansando, mas tinha que dar um embasamento teórico para que eles entendessem tudo certinho.
Luiza: - Fia relaxa! Foi ótimo! De verdade! De verdade mesmo.
Aí ela relaxou, mudamos de assunto, mais quente por sinal, e ela me deixou na casa do Fábio, porque hoje eu precisei do carro pela manhã.
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